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Autor Tópico: Reunião de Pais  (Lida 4670 vezes)
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ESTRELINHA
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« em: 31 de Março de 2008, 10:52 »

Será que alguém tem uma ideia sobre uma reunião de pais que tenha como tema o "Credo"

 Corado Piscar o olho
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REIFERSAN
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« Responder #1 em: 31 de Março de 2008, 23:23 »

Cara Estrelinha:
Deixo aqui breves páginas das mais de 200 que o Catecismo da Igreja Católica nos oferece, sobre tão grande tema. Pode fazer-se uma síntese, reunindo "linhas-chave", "ideias-força".
Se achar algo, porventura mais sugestivo, enviarei!

-------------------------------
CAPÍTULO III - A RESPOSTA DO HOMEM A DEUS
142 Por sua Revelação, "o Deus invisível, levado por seu grande amor, fala aos homens
como a amigos, e com eles se entretém para os convidar à comunhão consigo e nela os
receber". A resposta adequada a este convite é a fé.
143 Pela fé, o homem submete completamente sua inteligência e sua vontade a Deus.
Com todo o seu ser, o homem dá seu assentimento a Deus revelador. A Sagrada Escritura
denomina "obediência da fé" esta resposta do homem ao Deus que revela.
ARTIGO 1 - EU CREIO [a6]
144 i. A OBEDIÊNCIA DA FÉ
Obedecer ("ob-audire") na fé significa submeter-se livremente à palavra ouvida, visto que
sua verdade é garantida por Deus, a própria Verdade. Desta obediência, Abraão é o modelo
que a Sagrada Escritura nos propõe, e a Virgem Maria, sua mais perfeita realização.
ABRAÃO "O PAI DE TODOS OS CRENTES"
145 A Epístola aos Hebreus, no grande elogio à fé dos antepassados, insiste
particularmente na fé de Abraão: "Foi pela fé que Abraão, respondendo ao chamado,
obedeceu e partiu para uma terra que devia receber como herança, e partiu sem saber para
onde ia" (Hb 11,8). Pela fé, viveu como estrangeiro e como peregrino na Terra Prometida[fca8] .
Pela fé, Sara recebeu a graça de conceber o filho da promessa. Pela fé, finalmente, Abraão
ofereceu seu filho único em sacrifício.
146 Abraão realiza, assim, a definição da fé dada pela Epístola aos Hebreus: "A fé é uma
posse antecipada do que se espera, um meio de demonstrar as realidades que não se vêem"
(Hb 11,1). "Abraão creu em Deus, e isto lhe foi levado em conta de justiça" (Rm 4,3). Graças a
esta "fé poderosa" (Rm 4,20), Abraão tornou-se "o pai de todos os que haveriam de crer" (Rm 4,1
1.18)
147 O Antigo Testamento é rico em testemunhos desta fé. A Epístola aos Hebreus proclama
o elogio da fé exemplar dos antigos, "que deram o seu testemunho" (Hb 11,2.39). No entanto,
"Deus previa para nós algo melhor": a graça de crer em seu Filho Jesus, "o autor e realizador da
fé, que a leva à perfeição" (Hb11,40; 12,2).
MARIA "BEM-AVENTURADA A QUE ACREDITOU"
148 A Virgem Maria realiza da maneira mais perfeita a obediência da fé. Na fé, Maria
acolheu o anúncio e a promessa trazida pelo anjo Gabriel, acreditando que "nada é impossível a
Deus" (Lc 1,37[fca15] ) e dando seu assentimento: "Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim
segundo a tua palavra" (Lc 1,38). Isabel a saudou: "Bem-aventurada a que acreditou, pois o que
lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido" (Lc 1,45). É em virtude desta fé que todas as
gerações a proclamarão bem-aventurada.
149 Durante toda a sua vida e até sua última provação, quando Jesus, seu filho, morreu
na cruz, sua fé não vacilou. Maria não deixou de crer "no cumprimento" da Palavra de Deus. Por
isso a Igreja venera em Maria a realização mais pura da fé.
II. "SEI EM QUEM PUS MINHA FÉ" (2TM 1,12)
CRER SOMENTE EM DEUS
150 A fé é primeiramente uma adesão pessoal do homem a Deus; é, ao mesmo tempo e
inseparavelmente, o assentimento livre a toda a verdade que Deus revelou. Como adesão
pessoal a Deus e assentimento à verdade que ele revelou, a fé cristã é diferente da fé em uma
pessoa humana. E justo e bom entregar-se totalmente a Deus e crer absolutamente no que ele
diz. Seria vão e falso pôr tal fé em uma criatura.
CRER EM JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS151 Para o cristão, crer em Deus é, inseparavelmente, crer naquele que Ele enviou, "seu
Filho bem-amado", no qual Ele pôs toda à sua complacência; Deus mandou que O
escutássemos. O próprio Senhor disse a seus discípulos: "Crede em Deus, crede também em mim"
(Jo 14,1). Podemos crer em Jesus Cristo por que ele mesmo é Deus, o Verbo feito carne:
"Ninguém jamais viu a Deus: o Filho unigênito, que está voltado para o seio do Pai; este o deu a
conhecer" (Jo 1,18). Por ter ele "visto o Pai" (Jo 6,46), ele é o único que o conhece e pode revelálo.
CRER NO ESPÍRITO SANTO152 Não se pode crer em Jesus Cristo sem participar de seu Espírito. E o Espírito Santo que
revela aos homens quem é Jesus. Pois "ninguém pode dizer 'Jesus é Senhor' a não ser no Espírito
Santo" (1 Cor 12,3). "O Espírito sonda todas as coisas, até mesmo as profundidades de Deus... O
que está em Deus, ninguém o conhece a não ser o Espírito de Deus" (1 Cor 2,10-11). Só Deus
conhece a Deus por inteiro. Cremos no Espírito Santo porque Ele é Deus.
A Igreja não cessa de confessar sua fé em um só Deus, Pai, Filho e Espírito Santo.
III. AS CARACTERÍSTICAS DA FÉ
A FÉ É UMA GRAÇA153 Quando São Pedro confessa que Jesus é o Cristo, Filho do Deus vivo, Jesus lhe declara
que esta revelação não lhe veio "da carne e do sangue, mas de meu Pai que está nos céus". A
fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele. "Para que se preste esta fé,
exigem-se a graça prévia e adjuvante de Deus e os auxílios internos do Espírito Santo, que move
o coração e o converte a Deus, abre os olhos da mente e dá a todos suavidade no consentir e
crer na verdade."
A FÉ É UM ACTO HUMANO154 Crer só é possível pela graça e pelos auxílios interiores do Espírito Santo Mas não é
menos verdade que crer é um ato autenticamente humano. Não contraria nem a liberdade nem
a inteligência do homem confiar em Deus e aderir às verdades por Ele reveladas. Já no campo
das relações humanas, não é contrário à nossa própria dignidade crer no que outras pessoas nos
dizem sobre si mesmas e sobre suas intenções e confiar nas promessas delas (como, por exemplo,
quando um homem e uma mulher se casam), para entrar assim em comunhão recíproca. Por
isso, é ainda menos contrário à nossa dignidade "prestar, pela fé, à revelação de Deus plena
adesão do intelecto e da vontade" e entrar, assim, em comunhão íntima com ele.
155 Na fé, a inteligência e a vontade humanas cooperam com a graça divina:
"Credere est actus intellectus assentientis veritati divinae ex imperio voluntatis a Deo motae per
gratiam - Crer é um ato da inteligência que assente à verdade divina a mando da vontade
movida por Deus através da graça".
A FÉ E A INTELIGÊNCIA
156 O motivo de crer não é o fato de as verdades reveladas aparecerem como
verdadeiras e inteligíveis à luz de nossa razão natural. Cremos "por causa da autoridade de Deus
que revela e que não pode nem enganar-se nem enganar-nos". "Todavia, para que o obséquio
de nossa fé fosse conforme à razão, Deus quis que os auxílios interiores do Espírito Santo fossem
acompanhados das provas exteriores de sua Revelação. Por isso, os milagres de Cristo e dos
santos, as profecias, a propagação e a santidade da Igreja, sua fecundidade e estabilidade
"constituem sinais certíssimos da Revelação, adaptados à inteligência de todos", "motivos de
credibilidade" que mostram que o assentimento da fé não é "de modo algum um movimento
cego do espírito".
157 A fé é certa, mais certa que qualquer conhecimento humano, porque se funda na
própria Palavra de Deus, que não pode mentir. Sem dúvida, as verdades reveladas podem
parecer obscuras à razão e à experiência humanas, mas "a certeza dada pela luz divina é maior
que a que é dada pela luz da razão natural. "Dez mil dificuldades não fazem uma única dúvida.
158 "A fé procura compreender": E característico da fé o crente desejar conhecer
melhor Aquele em quem pôs sua fé e compreender melhor o que Ele revelou; um conhecimento
mais penetrante despertará por sua vez uma fé maior, cada vez mais ardente de amor. A graça
da fé abre "os olhos do coração" (Ef. 1,18) para uma compreensão viva dos conteúdos da
Revelação, isto é, do conjunto do projeto de Deus e dos mistérios da fé, do nexo deles entre si e
com Cristo, centro do Mistério revelado. Ora, para "tomar cada vez mais profunda a
compreensão da Revelação, o mesmo Espírito Santo aperfeiçoa continuamente a fé por meio
de seus dons. Assim, segundo o adágio de Santo Agostinho, "eu creio para compreender, e
compreendo para melhor crer".
159 Fé e ciência. "Porém, ainda que a fé esteja acima da razão, não poderá jamais
haver verdadeira desarmonia entre uma e outra, porquanto o mesmo Deus que revela os
mistérios e infunde a fé dotou o espírito humano da luz da razão; e Deus não poderia negar-se a
si mesmo, nem a verdade jamais contradizer a verdade." "Portanto, se a pesquisa metódica, em
todas as ciências, proceder de maneira verdadeiramente científica, segundo as leis morais, na
realidade nunca será oposta à fé: tanto as realidades profanas quanto as da fé originam-se do
mesmo Deus. Mais ainda: quem tenta perscrutar com humildade e Perseverança, os segredos
das coisas, ainda que disso não tome consciência, e como que conduzido pela mão de Deus,
que sustenta todas as coisas, fazendo com que elas sejam o que são."
A LIBERDADE DA FÉ160 Para que o ato de fé seja humano, "o homem deve responder a Deus, crendo por livre
vontade. Por conseguinte, ninguém deve ser forçado contra sua vontade a abraçar a fé. Pois o
ato de fé é por sua natureza voluntário". "Deus de fato chama os homens para servi-lo em espírito
e verdade. Com isso os homens são obrigados em consciência, mas não são forçados... Foi o
que se patenteou em grau máximo em Jesus Cristo." Com efeito, Cristo convidou à fé e à
conversão, mas de modo algum coagiu. "Deu testemunho da verdade, mas não quis impô-la
pela força aos que a ela resistiam. Seu reino... se estende graças ao amor com que Cristo,
exaltado na cruz, atrai a si os homens."
A NECESSIDADE DA FÉ161 E necessário, para obter esta salvação, crer em Jesus Cristo e naquele que o enviou
para nossa salvação "Como, porém, "sem fé é impossível agradar a Deus' (Hb 11,6) e chegar ao
consórcio dos seus filhos, ninguém jamais pode ser justificado sem ela, nem conseguir a vida
eterna, se nela não permanecer até o fim" (Mt 10,22; 24,13".
A PERSEVERANÇA NA FÉ
162 A fé é um dom gratuito que Deus concede ao homem. Podemos perder este dom
inestimável; São Paulo alerta Timóteo sobre isso: 'Combate... o bom combate, com fé e boa
consciência; pois alguns, rejeitando a boa consciência, vieram a naufragar na fé" (1Tm 1,18-19).
Para viver, crescer e perseverar até o fim na fé, devemos alimentá-la com a Palavra de Deus;
devemos implorar ao Senhor que a aumente; ela deve "agir pela caridade" (Gl 5,6), ser
carregada pela esperança e estar enraizada na fé da Igreja.
A FÉ - COMEÇO DA VIDA ETERNA163 A fé nos faz degustar como por antecipação a alegria e a luz da visão beatífica, meta
de nossa caminhada na terra. Veremos então a Deus "face a face" (1Cor 13,12), "tal como Ele é"
(1Jo 3,2). A fé já é, portanto, o começo da vida eterna:Enquanto desde já contemplamos as
bênçãos da fé, como um reflexo no espelho, é como se já possuíssemos as coisas maravilhas que
um dia desfrutaremos, conforme nos garante nossa fé.
164 Por ora, todavia, "caminhamos pela fé, não pela visão" (2Cor 5,7), e conhecemos a
Deus "como que em um espelho, de uma forma confusa..., imperfeita" (1Cor 13,12). Luminosa em
virtude daquele em que ela crê, a fé é muitas vezes vivida na obscuridade. A fé pode ser posta à
prova. O mundo em que vivemos muitas vezes parece estar bem longe daquilo que a fé nos
assegura; as experiências do mal e do sofrimento, das injustiças e da morte parecem contradizer
a Boa Nova; podem abalar a fé e tornar-se para ela uma tentação.
165 É então que devemos nos voltar para as testemunhas da fé: Abraão, que creu,
"esperando contra toda esperança" (Rm 4,18); a Virgem Maria, que na "peregrinação a fé[fca63]
" foi até a "noite da fé", comungando com o sofrimento de seu Filho e com a noite de seu túmulo
e tantas outras testemunhas da fé: "Com tal nuvem de testemunhas ao nosso redor, rejeitando
todo fardo e o pecado que nos envolve, corramos com perseverança para o certame que nos é
proposto, com os olhos fixos naquele que é autor e realizador da fé, Jesus" (Hb 12,1-2[a66] ).
ARTIGO 2 - NÓS CREMOS
166 A fé é um ato pessoal: a resposta livre do homem à iniciativa de Deus que se revela.
Ela não é, porém, um ato isolado. Ninguém pode crer sozinho, assim como ninguém pode viver
sozinho. Ninguém deu a fé a si mesmo, assim como ninguém deu a vida a si mesmo. O crente
recebeu a fé de outros, deve transmiti-la a outros. Nosso amor por Jesus e pelos homens nos
impulsiona a falar a outros de nossa fé. Cada crente é como um elo na grande corrente dos
crentes. Não posso crer sem ser carregado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo para
carregar a fé dos outros.
167 "Eu creio": esta é a fé da Igreja, professada pessoalmente por todo crente,
principalmente pelo batismo. "Nós cremos": esta é a fé da Igreja confessada pelos bispos
reunidos em Concílio ou, mais comumente, pela assembléia litúrgica dos crentes. "Eu creio" é
também a Igreja, nossa Mãe, que responde a Deus com sua fé e que nos ensina a dizer: "eu
creio", "nós cremos".
I. "OLHAI, SENHOR, PARA A FÉ DA VOSSA IGREJA"168 É antes de tudo a Igreja que crê e que desta forma carrega, alimenta e sustenta
minha fé. E antes de tudo a Igreja que, em toda parte, confessa o Senhor ("Te per orbem terrarum
sancta confitetur Ecclesia A vós por toda a terra proclama a Santa Igreja", assim cantamos no Te
Deum), e com ela e nela também nós somos impulsionados e levados a confessar: "Eu creio", "nos
cremos". É por intermédio da Igreja que recebemos a fé e a vida nova no Cristo pelo batismo. No
"Ritual Romano", o ministro do batismo pergunta ao catecúmeno: "Que pedes à Igreja de Deus?"
E a resposta: "A fé." "E que te dá a fé?" "A vida eterna."
169 A salvação vem exclusivamente de Deus, mas, por recebermos a vida de fé por meio
da Igreja, esta última é nossa mãe: "Nós cremos na Igreja como a mãe de nosso novo
nascimento, e não como se ela fosse a autora de nossa salvação". Por ser nossa mãe, a Igreja é
também a educadora de nossa fé.
II. A LINGUAGEM DA FÉ170 Não cremos em fórmulas, mas nas realidades que elas expressam e que a fé nos
permite "tocar". "O ato (de fé) do crente não pára no enunciado, mas chega até a realidade
(enunciada). Todavia, temos acesso a essas realidades com o auxílio das formulações da fé.
Estas permitem expressar e transmitir a fé, celebrá-la em comunidade, assimilá-la e vivê-la cada
vez mais.
171 A Igreja, que é "a coluna e o sustentáculo da verdade" (1 Tm 3,15), guarda fielmente a
fé uma vez por todas confiada aos santos. E ela que conserva a memória das Palavras de Cristo,
é ela. que transmite de geração em geração a confissão de fé dos apóstolos. Como uma mãe
que ensina seus filhos a falar e, com isto, a, compreender e a comunicar, a Igreja, nossa Mãe, nos
ensina a linguagem da fé para introduzir-nos na compreensão e na vida da fé.
III. UMA ÚNICA FÉ172 Há séculos, mediante tantas línguas, culturas, povos e nações, a Igreja não cessa de
confessar sua única fé, recebida de só Senhor, transmitida por um único batismo, enraizada na
convicção de que todos os homens têm um só Deus e Pai, São Irineu de Lião, testemunha desta
fé, declara:
173 "Com efeito, a Igreja, embora espalhada pelo mundo inteiro até os confins da terra,
tendo recebido dos apóstolos e dos discípulos deles a fé... guarda [esta pregação e esta fé] com
cuidado, como se habitasse em uma só casa; nelas crê de forma idêntica, como se tivesse uma
só alma; e prega as verdades de fé, as ensina e transmite com voz unânime, como se possuísse
uma só boca".
174 "Pois, se no mundo as línguas diferem, o conteúdo da Tradição é uno e idêntico. E nem
as Igrejas estabelecidas na Germânia têm outra fé ou outra Tradição, nem as que estão entre os
iberos, nem as que estão entre os celtas, nem as do Oriente, do Egito, da Líbia, nem as que estão
estabelecidas no centro do mundo..." "A mensagem da Igreja é, portanto, verídica e sólida, pois
é nela que um único caminho de salvação aparece no mundo inteiro."
175 "Esta fé que recebemos da Igreja, nós a guardamos com cuidado, pois sem cessar,
sob a ação do Espírito de Deus, à guisa de um depósito de grande preço encerrado em um vaso
precioso, ela rejuvenesce e faz rejuvenescer o próprio vaso que a contém."
RESUMINDO176 A fé é uma adesão pessoal do homem inteiro a Deus que se revela. Ela inclui uma
adesão da inteligência e da vontade à Revelação que Deus fez de si mesmo por suas ações e
palavras.
177 Por conseguinte, "crer" tem uma dupla referência: à pessoa e à verdade; à verdade,
por confiança na pessoa que a atesta.
178 Não devemos crer em ninguém a não ser em Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo
179 A fé é um dom sobrenatural de Deus. Para crer, o homem tem necessidade dos
auxílios interiores do Espírito Santo
180 "Crer" e um ato humano, consciente e livre, que corresponde à dignidade da pessoa
humana.
181 "Crer" e um ato eclesial. A fé da Igreja precede, gera, tenta e alimenta nossa fé. A
Igreja é a mãe de todos os crentes. "Ninguém pode ter a Deus por Pai, que não tenha Igreja por
mãe. "
182 "Nós cremos em tudo o que está contido na Palavra de Deus escrita ou transmitida, e
que a Igreja propõe a crer c divinamente revelado. "
183 A fé é necessária à salvação. O próprio Senhor afirma: “Aquele que crer e for batizado
será salvo; aquele que não crer será condenado” (Mc 16, 16).
184 "A fé é um antegozo do conhecimento que nos tornará bem-aventurados na vida
futura".
« Última modificação: 31 de Março de 2008, 23:30 por REIFERSAN » Registado

"Através de uma oração muito simples, podemos pressentir que nunca estamos sós"  (Ir. Roger)
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« Responder #2 em: 03 de Abril de 2008, 14:17 »

Obrigada, pela sugestão
 Obrigado
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