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Autor Tópico: Padre português no Vaticano (O padre Mário Rui Oliveira)  (Lida 1241 vezes)
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Rita*
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« em: 25 de Agosto de 2007, 01:25 »

Padre português no Vaticano  Excalmação


O padre Mário Rui Oliveira,professor da Universidade Católica e juiz-presidente do Tribunal Eclesiástico de Braga, vai tomar posse a 1 de Outubro, em Roma, como ministro do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica, a mais alta instância judicial da Igreja.

Em declarações ao Diário do Minho, jornal da Arquidiocese de Braga, o sacerdote revelou que o convite «já tinha sido feito há bastante tempo» mas que, «só agora foi possível aceitar este novo desafio».

Natural de Joane, arciprestado de Vila Nova de Famalicão, o sacerdote disse ainda desconhecer o que «de concreto» lhe está reservado.

Sobre a mais alta instância judicial da Igreja, o padre Mário Rui Oliveira explica tratar-se de um órgão que supervisiona todas as instâncias legais eclesiásticas e que gere os conflitos jurídicos que daí advierem.
Com 34 anos de idade, a ida para o Vaticano não é novidade para o sacerdote. O Pe. Mário Rui Oliveira é doutorado em Direito Canónico e em Jurisprudência pela Universidade Pontifícia Gregoriana.
Segundo avançou, em Roma, o jovem padre deverá ficar incumbido de tratar das causas e processos «em língua portuguesa e, provavelmente, espanhola».

«É uma honra para a Arquidiocese de Braga poder contar com um dos seus sacerdotes em tão alto cargo», disse ao DM o arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga.

O prelado referiu ainda que «para além da honra, esta nomeação é também uma responsabilidade».
Acima de tudo, D. Jorge Ortiga salienta ser um «orgulho para a arquidiocese poder trabalhar com os serviços centrais no Vaticano», acrescentando que o convite proveniente da Sé Apostólica «é um processo que já tem muito tempo».

Noventa e cinco por cento dos processos que entram nos Tribunais Eclesiásticos portugueses são pedidos de nulidade matrimonial, disse à Lusa o padre Mário Rui Oliveira. Aquele juiz do Tribunal Eclesiástico de Braga frisou que, «em todas as dioceses, o maior número de processos são de pessoas que pedem a declaração da nulidade dos casamentos religiosos para poderem voltar a contrair matrimónio católico».

Fonte Ecclesia


 
Rita Desabrochar
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arvore
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« Responder #1 em: 25 de Agosto de 2007, 15:44 »

Então a nossa Rita é que nos dá as novidades  clap clap clap

É evidente que o facto de ser pedida a nulidade é sinal de que se quer analisar. Haverá , de certo os 2 casos: o sim e o não.
É bom que sejam estudados e analisados para que haja a decisão. Não pode aí entrar a questão de "ter pena", tem que ser estudado...temos de pedir ao Senhor para que saibam discernir o que realmente aconteceu e decidam correctamente.

Que bom ter-te de volta Rita  Rosa
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Boas Férias.
Descansar é muito bom. Sem descanso o branco parece cinzento.
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