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Autor Tópico: D. MANUEL CLEMENTE, BISPO ELEITO DO PORTO  (Lida 1134 vezes)
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santa_claus
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NADA TE TURBE, NADA TE ESPANTE. SOLO DIOS BASTA!


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« em: 30 de Março de 2007, 01:09 »

D. MANUEL CLEMENTE, BISPO ELEITO DO PORTO

- Nasceu em S. Pedro e S. Tiago, concelho de Torres Vedras, no dia 16 de Julho de 1948.

FORMAÇÃO E FUNÇÕES ACADÉMICAS

- Após concluir o curso secundário, frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa onde se formou em História.- Licenciado em História, ingressou no Seminário Maior dos Olivais em 1973.- Em 1979 licenciou-se em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa, doutorando-se em Teologia Histórica em 1992, com uma tese intitulada Nas origens do apostolado contemporâneo em Portugal. A "Sociedade Católica" (1843-1853).- Desde 1975, lecciona História da Igreja na Universidade Católica Portuguesa.

FUNÇÕES E CARGOS ECLESIAIS

- Ordenação Sacerdotal - 29/06/1979.- Coadjutor das paróquias de Torres Vedras e Runa - 1980.- Membro da Equipa Formadora do Seminário Maior dos Olivais - 1980 a 1989.- Vice-Reitor do Seminário Maior dos Olivais - 1989 a 1997.- Reitor do mesmo Seminário desde 1997.- Membro do Cabido da Sé Patriarcal desde 1997.- Coordenador do Conselho Presbiteral do Patriarcado desde 1996.- Director do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa.- Coordenador da Comissão Preparatória da Assembleia Jubilar do Presbitério para o Ano 2000. - Nomeado Bispo Titular de Pinhel e Auxiliar do Patriarcado de Lisboa – 6 de Novembro de 1999- Ordenação Episcopal - 22/01/2000- Bispo Auxiliar de Lisboa. - Promotor da Pastoral da Cultura na Conferência Episcopal Portuguesa, desde 11 de Abril de 2002.- Membro da Comissão Episcopal de Comunicações Sociais desde 20 de Junho de 2002.- Colabora habitualmente nos programas "Ecclesia" (RTP2) - Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais eleito em 5 de Abril de 2005

“ARMAS EPISCOPAIS”in lumine tuo.

Ordenado Bispo quando celebramos os 2000 anos da incarnação do Verbo de Deus, o Sr. D. Manuel Clemente quis que as suas “armas” e a sua divisa aludissem a este mistério.A estrela significa a Incarnação. As suas oito pontas lembram o 8º Dia, a vida eterna que o Pai nos dá no seu Filho pelo seu Espírito. Essa estrela resplandece no centro de uma cruz, não só porque é na cruz que se cumpre inteiramente a Kenose, o esvaziamento d’Aquele que sendo Deus se fez homem e tomou a condição de servo, mas sobretudo porque na cruz de Cristo aconteceu a maior teofania alguma vez vista na terra: na cruz resplandece plenamente o amor, resplandece a luz da nova criação inaugurada por Cristo Novo Adão. Na cruz amanhece o dia eterno em que se consumará a comunhão do homem com Deus.“O mesmo Deus que disse: do meio das trevas brilhe a luz, foi Ele mesmo que luziu em nossos corações para fazer brilhar o conhecimento da glória de Deus que resplandece na face de Cristo”.Nós vimos a sua estrela.No meio das trevas, na cruz de cada dia, nós vemos a luz.Em Cristo glorioso, libertos do pecado e da morte, veremos a LUZ.In lumine tuo… videbimus lumen.

PUBLICAÇÕES

Livros e estudos sobre temas das áreas de História, Teologia e Pastoral, publicados em edições e revistas da especialidade, de que se destacam:- Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo à República. Lisboa, Grifo, 2002.- A Igreja no tempo. Lisboa, Grifo, 2000.- ESPÍRITO e espírito na história ocidental - os despistes da esperança. In As razões da nossa esperança. A caminho do terceiro milénio. Lisboa, Rei dos livros,1998.- Das prelaturas políticas às prelaturas pastorais: o caso de Pinhel. In Lusitania Sacra. Segunda série. Lisboa, 8-9, 1996-1997.- Milenarismos. In Creio na vida eterna. Lisboa: Rei dos livros, 1996.- Sínodos em Portugal: um esboço histórico. In Estudos Teológicos. Coímbra. 1, 1996.- As paróquias de Lisboa em tempo de liberalismo. In Didaskalia. Lisboa, 25, 1995.- Os Seminários de Lisboa. In Novellae Olivarum. Nova série. Lisboa, 8, 1994.- Universidade Católica Portuguesa: uma realização de longas expectativas. In Lusitania Sacra, Segunda série. Lisboa, 6, 1994.- A sociedade portuguesa à data da publicação da Rerum Novarum: o sentimento católico. In Lusitanis Sacra. Segunda série. Lisboa, 6, 1994.- Igreja e sociedade portuguesa do Liberalismo à República. In Didaskalia. Lisboa, 24, 1994.- Nas origens do apostolado contemporâneo em Portugal, A "Sociedade Católica" (1843-1853). Braga, 1993.- Cristandade e secularidade. In A salvação em Jesus Cristo. Lisboa, Rei dos Livros, 1993. - Fé, razão e conhecimento de Deus no Vaticano I e no Vaticano II. In Communio. Lisboa, 10:6, 1993.- A Igreja e o Liberalismo. Um desafio e uma primeira resposta. Communio. Lisboa, 9:6, 1992.- Laicização da sociedade e afirmação do laicado em Portugal (1820-1840) . In Lusitania Sacra, Segunda série. Lisboa, 3, 1991.- O Congresso católico do Porto (1871-1872) e a emergência do laicado em Portugal. Lusitania Sacra, Segunda série. Lisboa, 1, 1989.- Cardeal Cerejeira: Pensamento, coração e relação com o poder. In Novellae Olivarum. Nova série. Lisboa, 15, 1989.- Clericalismo e anticlericalismo na cultura portuguesa. In Reflexão Cristã. Lisboa, 53, 1987.- Reflexões sobre os 50 anos da Acção Católica Portuguesa. In Novellae Olivarum. Nova série. Lisboa, 8, 1984.- Católicos, Estado e Sociedade no Portugal oitocentista (congressos católicos de 1891 e 1895). Communio. Lisboa, 1:3, 1984.- Notas de cultura portuguesa. Do teatro sagrado ao teatro profano. In Novellae Olivarum. Nova série. Lisboa, 6-7, 1983.- Notas de cultura portuguesa. Os papas e Portugal. In Novellae Olivarum. Nova série. Lisboa, 2-3, 1983.- Monsenhor Pereira dos Reis. (Em colaboração). Lisboa, 1979.- A Igreja no tempo. História breve da Igreja Católica. Lisboa, 1978.

Saudação à Diocese do Porto
D. Manuel Clemente

Ao receber a nomeação do Santo Padre Bento XVI para Bispo do Porto, quero, antes de mais, agradecer ao Sucessor de Pedro a confiança que põe em mim para tão exigente ministério. Por minha parte, toda a confiança tenho na graça divina, que nunca nos falta com o necessário para o que Deus nos pede. A Deus me entrego, à Virgem Santíssima e à comunhão dos santos.
Dirijo uma palavra de muita consideração e estima ao Senhor D. Armindo Lopes Coelho, pedindo a Deus que o cumule de saúde e paz, na merecidíssima recompensa do seu fiel ministério. Consideração e estima que estendo também ao Senhor D. Júlio Tavares Rebimbas e aos Senhores Bispos eméritos residentes na Diocese do Porto. Com todos conto, no contributo inestimável da sua experiência e sabedoria.
Ao Senhor D. João Miranda Teixeira, administrador apostólico, bem como aos Senhores D. António Maria Bessa Taipa e D. António José Cavaco Carrilho, dirijo igualmente uma palavra de muita amizade, gratidão e confiança, pois com eles aprenderei a ser bispo no Porto.
Nesta altura, também não posso deixar de manifestar toda a gratidão, admiração e amizade que nutro pelo Senhor D. José da Cruz Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, com quem tanto tenho aprendido do serviço de Deus e da Igreja, na atenção constante aos “sinais dos tempos”. Gratidão e estima alargada a todos os Senhores Bispos que comigo têm sido Auxiliares de Lisboa, desde a minha nomeação em 6 de Novembro de 1999. Igualmente estendidas a todos os padres, diáconos, seminaristas, religiosas, religiosas e fiéis leigos do Patriarcado, com quem tenho aprendido a ser cristão, desde o meu baptismo e sucessivas ordenações.
Aos diocesanos do Porto, a todos os padres, diáconos, consagrados e leigos que na Diocese vivem e testemunham o Evangelho de Cristo, dedico agora tudo quanto tenha de coração e espírito. Como “programa” levo um só propósito, total e absoluto: conhecer, amar e servir a Diocese do Porto. Conhecê-la na qualidade e circunstância de cada sector, geográfico, social e cultural. Amá-la, com o amor de Cristo esposo, que se entrega com quanto é e tem. Servi-la, aproximando e unindo o muito que o Espírito vai suscitando em cada um dos fiéis, das comunidades e iniciativas que tanto enriquecem a Igreja portucalense. Activando o que está dito e proposto na Exortação apostólica pós-sinodal Pastores Gregis, sobre o bispo, servidor do Evangelho de Jesus Cristo para a esperança do mundo, nº 44: “A Igreja é uma comunhão orgânica, que se realiza através da coordenação dos vários carismas, ministérios e serviços em ordem à consecução do fim comum que é a salvação. O Bispo é responsável pela realização desta unidade na diversidade, procurando […] favorecer de tal modo a sinergia entre os diversos agentes que seja possível percorrerem juntos o caminho comum de fé e missão”.
Nesta saudação incluo também todos os crentes de outras confissões e credos que vivem na diocese do Porto, ciente de que a fé em Deus é o melhor alicerce e incentivo da nossa fraternidade e solidariedade. E igualmente dirijo uma palavra de muita estima e disponibilidade a todos os que nas diversas instâncias públicas e autárquicas, bem como académicas, culturais, sociais, filantrópicas e desportivas, se dedicam ao serviço do bem comum, rumo a uma sociedade sempre mais justa, solidária e fraterna.
Uma palavra final para quantos sofrem no corpo ou no espírito. Garanto-lhes a prioridade na minha oração e acção.
Que a bênção de Deus vos anime a todos, na esperança certa do Evangelho de Cristo!
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Probudi se, ti koji spavas, ustani od mrtvih i Krist ce ti svijetliti.

(Desperta tu que dormes, levanta-te de entre os mortos e Cristo será a tua luz)
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« Responder #1 em: 31 de Março de 2007, 02:14 »

  Bispo do Porto recebido em festa  palmas


Milhares de pessoas encheram este Domingo a Catedral do Porto para participar na celebração de entrada solene de D. Manuel Clemente na Diocese do Porto.

A cerimónia contou com a presença de vários membros do episcopado português, nomeadamente o presidente da Conferência Episcopal e Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, e o Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo.
Na sua homilia, o novo Bispo do Porto criticou a sensibilidade pós-moderna dominante nos últimos 30 anos, afirmando que o refúgio constante nas desconfianças e impressões é como "escrever na água".

"Chamam pós-moderna à sensibilidade dominante nas últimas três décadas. Caracterizam-na como fruto de grandes decepções ideológicas e concentração no momentâneo e imediatamente gratificante", alertou, para frisar que "neste ambiente, o pensamento é débil, os valores são frágeis e as práticas inconsequentes".

"Não é difícil concluir que, se ficamos apenas com desconfianças e impressões, não faremos nada de futuro, enquanto crentes e cidadãos. Como se escrevêssemos na água…", acrescentou.

Nesse sentido, D. Manuel Clemente lembrou que Jesus escreveu não na água, mas na areia, "como quem dava tempo aos interlocutores para lerem nas próprias consciências" e que "a Igreja de Cristo existe no Mundo e para o Mundo como sinal e activação desta novíssima graça, que reconstrói vidas e relança caminhos, a partir do poder de Deus".

"Não peça o Mundo à Igreja outra coisa senão esta, a luz e a graça de Cristo para o triunfo do bem", apontou.

O novo Bispo do Porto disse ter um "sentimento forte de veneração e respeito por tudo o que aconteceu de nobre e sublime na longa série de episcopados" do Porto, salientando que esta "diocese antiga precedeu e acompanhou a história portuguesa".

"Diocese antiga, precedeu e acompanhou a história portuguesa, dando-lhe por vezes os nomes mais expressivos e proféticos: não nos faltarão ocasiões e efemérides, para os irmos lembrando especificamente, tão importante é reter a vida vivida, para inspirar a que se há-de viver", referiu.

D. Manuel Clemente deixou a sua homenagem aos seus imediatos antecessores, "D. Júlio Tavares Rebimbas e D. Armindo Lopes Coelho, cuja saúde e vida Deus guarde e acrescente, para benefício de todos quantos havemos de lucrar muito com a sua acumulada experiência e comprovada sabedoria. Particularmente ao Senhor D. Armindo formulo votos – que são de toda a Diocese – de boa recuperação".

Precisamente no dia 25 de Março, há 28 nos, foi ordenado como Bispo D. Armindo Lopes Coelho, que não pôde marcar presença na celebração devido ao seu estado de saúde.


Desafios e dificuldades

D. João Miranda Teixeira, Bispo Auxiliar do Porto e até agora Administrador Apostólico da Diocese, deu as boas-vindas a D. Manuel Clemente. "Hoje a Igreja portucalense agradece a Deus e ao Santo Padre a graça de um novo Bispo e diz-lhe com palavras da alma: seja bem-vindo", referiu.

Segundo este responsável, D. Manuel Clemente vai encontrar "uma Diocese com grandes capacidades humanas, sacerdotais e laicais, com algumas debilidades e vários problemas em cima da mesa, para tomar decisões".

"O resumo do seu programa, já transmitido em mensagem, de conhecer, amar e servir a Diocese do Porto é bastante como linha de orientação, se lhe juntar o seu lema episcopal: na tua luz, veremos a luz", prosseguiu.

Para D. João Miranda Teixeira "vai ser precisa luz intensa, a luz da sabedoria para responder aos desafios que hoje se colocam a uma porção do Povo de Deus geograficamente extensa, humanamente muito povoada e numa fase de história cheia de desafios".

Este, disse, "é um tempo favorável a atitudes proféticas". "O que todos lhe desejamos é a coragem que vem do alto e se ganha na oração e no exercício do ministério episcopal, sempre difícil, mas sempre auspicioso, nas tarefas de edificar uma Igreja simples, sem pretensões de poder, ao serviço de todos, mas sobretudo dos mais pobres".

"O que lhe prometemos é o melhor da nossa colaboração, para que a Diocese do Porto seja cada vez mais um povo dinâmico, trabalhador, em que a fé ganhou raízes, mas que hoje se encontram a descoberto", afirmou.

D. João Miranda Teixeira lembrou as fases da história "bem críticas" pelas quais a Diocese passou, mas fez votos de que a mesma, no século XXI, saiba "situar-se num mundo global e num país não apenas laico, mas a tender para o laicismo".

A tomada de posse oficial do novo Bispo do Porto foi realizada no Sábado, dia 24, na Casa Episcopal, perante o Conselho ou Colégio de Consultores (constituído pelos membros do Cabido da Catedral). A partir desse acto oficial, D. Manuel Clemente foi empossado como Bispo da Diocese.


www.paroquiasdeportugal.org


Fonte Ecclesia


Rita  Rosa Canadá


 
« Última modificação: 31 de Março de 2007, 02:17 por Rita* » Registado
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« Responder #2 em: 01 de Abril de 2007, 01:16 »

D. Manuel Clemente Bispo do Porto


 Manuel Clemente critica perda de valores  Excalmação


O novo Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, faz um alerta para a perda de valores a que assistimos nos nossos dias.

É uma mensagem que sai da homilia da cerimónia eucarística desta tarde na Sé do Porto, a primeira enquanto Bispo da Diocese.

D. Manuel Clemente diz que as razões para a perda de valores devem ser identificadas.

“Chamam pós moderna à sensibilidade dominante nas últimas três décadas, caracterizam-na como fruto de grandes pretensões ideológicas (…), algo como vigorava entre pagãos quando o Cristianismo nasceu – Comamos e bebamos que amanhã morreremos. Neste ambiente, o pensamento é débil, os valores são frágeis, as práticas são inconsequentes, mas sem maniqueísmos poderemos reconhecer algumas razões, neste modo de sentir e estar, arredio e desconfiado em relação a grandes discursos e a propaladas metanarrativas que tantas vezes camuflaram desígnios obscuros e causadores de grandes males”, disse.

Na cerimónia solene onde se apresentou como Bispo do Porto, D. Manuel Clemente lembrou e elogiou os seus antecessores D. Júlio Tavares Rebimbas e D. Armindo Lopes Coelho.

www.rr.pt

Rita  Rosa Canadá


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« Responder #3 em: 07 de Maio de 2007, 18:13 »

 Rosa Lua
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Vinde a mim  ... e EU vos aliviarei: disse Jesus.
Mat. 11,28. Aperto de mão Participe neste assunto: Estudar a Bíblia.
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« Responder #4 em: 07 de Maio de 2007, 18:15 »

Furriel

Podias escrever tambem um pouquinho  Presente
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