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Autor Tópico: O sono é uma questão de qualidade de vida  (Lida 421 vezes)
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Rita*
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« em: 24 de Março de 2007, 18:27 »

O sono é uma questão de qualidade de vida


O ser humano passa um terço da sua vida dormindo. A afirmação pode ser verdadeira, mas, conforme levantamento realizado pelo Datafolha em 2004, um em cada três pessoas sofre de insónia ou dorme muito mal. Se você é um daqueles felizardos que só encosta a cabeça no travesseiro, fecha os olhos e dorme a noite inteira, comemore  À tua . Afinal, fazer parte da legião de insones que se revira na cama ou perambula pela casa não traz nenhuma vantagem. Ao contrário, os distúrbios do sono, silenciosamente ou não, podem levar a uma série de doenças que afectam a qualidade de vida das pessoas.
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lea onda-menor
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Paz e Bem! =)


« Responder #1 em: 24 de Março de 2007, 19:15 »

No dia 21 de Março de 2001 comemorou-se, pela primeira vez, o Dia Mundial do Sono.


Dia Mundial do Sono: A importância de dormir bem  (20-Mar-2007)


Assinalou-se na passada quarta feira, 21 de Março, o Dia Mundial do Sono. O sono é um indicador de saúde. Uma quantidade suficiente assim como uma qualidade adequada de sono devem ser considerados elementos indispensáveis para um estilo de vida saudável do mesmo modo que o exercício físico ou a nutrição.

   
As doenças cardiovasculares, respiratórias ou metabólicas estão ligadas à quantidade e à qualidade do nosso sono, segundo um conjunto de estudos publicados na edição de Setembro de 2006, na revista «Archives of Internal Medicine», quase totalmente dedicados de forma monográfica às patologias relacionadas com os transtornos do sono e a «importância de dormir bem».

O Editorial desta edição da revista, da autoria dos Drs. Phyllis C. Zee y Fred W. Turek, do departamento de Neurología da Universidade de Northwestern, em Chicago (Estados Unidos), que acompanha estes trabalhos destaca a relação estreita que existe entre os conceitos: sono e saúde.

Os autores salientam que os vários estudos concluíram que as alterações do sono podem acentuar alguns problemas médicos e psiquiátricos e, por sua vez, estes problemas produzem alterações na qualidade do sono, sublinhando que «esta relação bidireccional é um claro exemplo das doenças metabólicas, cardiovasculares e respiratórias, assim como a dor crónica ou a depressão».

Uma das investigações indica que a hipertensão, a insuficiência cardíaca, a doença coronária ou a diabetes mellitus estão associadas com uma elevada prevalência da apneia do sono, em pacientes com bronquites crónicas e asma onde a qualidade do sono é geralmente má.
Noutro dos estudos publicados, os especialistas constataram que a rinite alérgica afecta a vida diária dos indivíduos e estas modificações na vida quotidiana influenciam o seu ciclo sono-vigília.

Os problemas com o sono não se limita às vias nasais, sendo que se estende ao tracto respiratório e também aos pacientes com apneia do sono, asma ou EPOC (enfermidade pulmonar obstrutiva crónica) têm também frequentemente alterações do sono.

Também existe uma ligação clara entre a obesidade e as alterações na qualidade e quantidade do sono diário. Esta ligação ficou comprovada através do estudo «Sleep Duration and Health in Young Adults»  que envolveu 17 465 estudantes de 27 países com poucas horas de sono (inferior a sete horas) em que se verificou que a sua saúde não era muito boa em ambos os sexos.

Também se associou a impressão subjectiva da duração curta do período de sono nocturno com um pior controlo da glicemia nos pacientes diabéticos.

Por último, um extenso estudo baseado em 31 044 entrevistas realizadas no ano 2002 assina-la que, igualmente a outras investigações prévias, existe uma relação positiva entre sintomas de insónias e doenças comuns físicas e mentais como a obesidade, a diabetes, a hipertensão arterial, a insuficiência cardíaca, a ansiedade ou a depressão.

O editorial conclui que todavia faz falta investigar muito mais para compreender os mecanismos que ligam o sono e saúde para poder desenvolver um método mais seguro e eficaz de tratar os transtornos do sono.   

Estudo relaciona a depressão infantil com perturbações de sono   

Um grupo de investigadores da Universidade dos EUA de Pittsburgh concluiu que as crianças com perturbações de sono têm maior tendência para a depressão do que aquelas que dormem tranquilamente.   

Os investigadores analisaram um grupo de 533 crianças com problemas relacionados com depressão, e constataram que 72,7 por cento sofriam de perturbações no sono, sendo que 53,5 por cento das quais tinham insónia, 9 por cento sofriam de vontade de dormir em excesso e 10,1 por cento, segundo as conclusões do estudo publicado no número de Janeiro de 2007 do jornal SLEEP - publicação oficial da Academia Norte-Americana da Medicina do Sono e da Sociedade de Pesquisa sobre o Sono.

As crianças com problemas de sono, em que apresentam ambos os distúrbios (vontade de dormir em excesso e/ou sem sono) estão mais propensos à doença, encontrando-se «mais vezes severamente deprimidos, com maior possibilidade de perda de peso, retardamento psicomotor e fadiga do que aqueles têm apenas um dos problemas».   

Os especialistas recomendam que as crianças em idade escolar durmam entre dez a onze horas por noite para atingir saúde e desempenho óptimos no dia seguinte, enquanto que as crianças em idade pré-escolar devem dormir entre onze e as treze horas por noite.

artigo retirado do site: ARS Algarve



Distúrbios do Sono
Quando a capacidade de dormir é alterada ou o sono se intromete nas atividades diárias normais de uma pessoa, as causas devem ser investigadas. Com mais de 70 possíveis distúrbios do sono já conhecidos, a Medicina do Sono utiliza-se de várias estratégias e princípios organizados para diagnosticá-los e tratá-los corretamente.
Em 1990, foi publicada a International Classification of sleep Disorders (ICSD), uma classificação dos distúrbios do sono.
 
Se quiser descobrir um pouco mais aqui vai:
http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-bio/trab2003/g3/disturbios.html



A insónia é a mais comum desordem do sono na Europa e Estados Unidos. É igualmente a mais incompreendida. Saiba se sofre ou não de insónias: http://saude.sapo.pt/gN/249635.html



Algumas dicas para dormir melhor:

 Rosa  LOCAL:  durma em um local confortável, fresco, escuro e silencioso. As alterações de ruído, de luz e de temperadtura podem atrapalhar o sono.

 Rosa ROTINA: Prepare-se para dormir. Crie seus próprios rituais, como a meditação, o relaxamento, a oração ou outra técnica de controle da tensão.

 Rosa Evite olhar o relógio a cada vez que acordar: este hábito pode piorar uma eventual noite de insônia.

 Rosa Pratique exercícios regularmente, pois isso melhora as condições do organismo. Mas procure fazer ginástica até seis horas antes de se deitar.

 Rosa  Não durma com fome. Uma boa dica é beber um copo de leite morno antes de ir para a cama: o leite é rico em triptofano, que é um precursor da serotonina - substância envolvida no processo de sono.

 Rosa Faça refeições leves à noite. A partir dos 16 anos, a capacidade digestiva de nosso organismo começa a diminuir, e uma digestão difícil atrapalha terrivelmente o sono.

 Rosa Use a cama apenas para dormir, e não para ver televisão, ler ou jogar videogame, pois esses hábitos são desfavoráveis ao sono.

 Rosa Se estiver numa noite de insônia, não fique na cama forçando o sono. Levante-se, procure alguma atividade e só retorne quando sentir sono.
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"O claustro de um Franciscano é o MUNDO!"
arvore
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« Responder #2 em: 25 de Março de 2007, 16:32 »

Não fazia ideia

Realmente ainda bem que dormimos. Recuperamos  forças, em todos os campos.
Muitas vezes andamos com cara tristonha, irritadas porque não dormimos o suficiente. Quantas vezes, nesses dias, tudo parece negro... só porque não dormimos... porque não descansámos o suficiente... Sim!

É importante alertar para a importância do sono, concretanmente, os pais das crianças e os adolescentes.

O pior é que nós, os graúdos, damos, muitas vezes, mau exemplo.
Fica para a noite o que não se conseguiu fazer durante o dia... e depois o resultado , no dia seguinte, é uma variedade de sintomas...acho que depende das pessoas mas... a mim acontece-me as óptimas dores de cabeça. E aí vai um comprimido. Se não chega vai o segundo, para que as ditas passem Ooops!

Entramos num círculo vicioso... a vocês não vos acontece isso  Interrogação InterrogaçãoExcalmação

Já guardei nos favoritos os sites indicados. Tenciono ir lê-los com atenção.

Querem saber um segredo Interrogação Tenho 1 pasta q se chama "lea". Neste momento é onde adiciono sites q ela indica e que gostarei de ler com maior cuidado.
Se a Lea sabe Interrogação Interrogação Estou a ser parasita  Roer Unhas sil Ahh? Fixe Língua de Fora HeHeHe! Risonho palmas Obrigado Sim! Riso ahh!!!!
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Boas Férias.
Descansar é muito bom. Sem descanso o branco parece cinzento.
isaura
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Um dia de cada vez ....


« Responder #3 em: 28 de Março de 2007, 14:31 »

O pior é que concordo contigo mesmo amiga Arvore  Ooops!
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Você já saudou o dia de hoje?

Olhe pela janela e diga BOM DIA!para a vida.

Ela sorrirá para você.

Experimente!!!!!!
Rita*
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« Responder #4 em: 02 de Maio de 2007, 17:30 »

O contributo da falta de sono nocturno  Excalmação Interrogação Excalmação

 
O facto de as crianças não estarem a dormir o suficiente durante a noite poderá contribuir para o aumento do número de crianças e adultos obesos.

Este alerta é feito por um investigador, Universidade of Bristol, no Reino Unido na revista “Archives of Disease in Childhood”.

Shahrad Taheri responsabiliza o estilo de vida cada vez mais frequente nos países desenvolvidos – com a disponibilidade crescente de computadores, telemóveis, televisores e outros “gadgets” – pela diminuição da quota de sono dos mais novos, sugerindo que estes aparelhos deveriam ser banidos dos quartos de crianças.

O encurtamento do período nocturno de sono dá origem a perturbações do metabolismo, o que poderá contribuir para o desenvolvimento da obesidade, resistência à insulina, diabetes e doenças cardiovasculares.

Segundo Taheri, estas e outras perturbações hormonais provocadas pela falta de sono poderão estar na base de uma maior apetência por alimentos ricos em calorias. Para mais, salienta ainda, a falta de sono desencadeia um ciclo vicioso: provoca cansaço, o cansaço faz diminuir a actividade física, o que leva a gastar menos energia, o que pode conduzir à obesidade, que por sua vez provoca perturbações do sono.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam cerca de mil milhões de pessoas com excesso de peso e 300 milhões obesos. A obesidade infantil está classificada como a epidemia do século XXI.  Pancada


RR
 
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