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Autor Tópico: Papa Bento XVl  (Lida 6829 vezes)
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Rita*
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« Responder #45 em: 20 de Abril de 2008, 17:13 »

Papa/EUA
 20-04-2008 16:20

Bento XVI reza no “Ground Zero”

 
O Papa presta profunda homenagem às vítimas dos atentados de 11 de Setembro de 2001, em Nova York, nos Estados Unidos.

Naquele que foi o momento mais marcante deste último dia de visita aos Estados Unidos, Bento XVI esteve no “Ground Zero”, a zona de impacto nas Torres Gémeas, e lembrou todos quantos perderam a vida.

“Nós vós pedimos, que na Vossa bondade, concedeis luz e paz eterna a todos os que morreram neste lugar, os heróicos socorristas que chegaram primeiro: bombeiros, polícias, serviços de emergência, agentes portuários, juntamente com todos os homens e mulheres inocentes, vítimas desta tragédia, simplesmente porque o seu trabalho e serviço os trouxe aqui no dia 11 de Setembro de 2001”, disse.

 Desabrochar  Neste momento de oração, o Papa renovou ainda o apelo à paz em todo o mundo.  Desabrochar

Deus da paz, trazei vossa paz ao nosso mundo violento: paz no coração de todos os homens e mulheres, e paz entre as nações da terra.
Dirigi para o vosso caminho de amor os que têm o coração e a mente consumidos pelo ódio. Deus da compreensão, esmagados pela dimensão desmesurada desta tragédia, procuramos a vossa luz e orientação enquanto nos confrontamos com eventos tão terríveis”, acrescentou.

Ainda hoje, o Santo Padre vai celebrar uma missa no Yankee Stadium
RR

Por Rita
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Rita*
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« Responder #46 em: 23 de Abril de 2008, 21:15 »

Visita do papa aos EUA é ocasião para redefinir identidade dos católicos do país - 23/04/2008 - 08:22 
 
 "Dar um alegre testemunho de Cristo, nossa esperança." Foi uma das frases com as quais Bento XVI despediu-se domingo à noite dos EUA, ao término de uma viagem apostólica que deixou um profundo sinal na consciência da Igreja no país. A sinceridade e a clareza dos tons usados pelo pontífice para denunciar os seus males, mas, sobretudo, o incessante convite a ir além _ no signo de um Evangelho redescoberto e novamente anunciado em todos os setores da vida civil _ redefiniu com veemência a identidade do catolicismo dentro da cosmopolita sociedade estadunidense. Uma estada do papa que suscitou entusiasmo e capturou progressivamente também a atenção da mídia mais crítica, como testemunha o arcebispo de Washington, Dom Donald William Wuerl, entrevistado pela Rádio Vaticano:

Dom Donald William Wuerl:- "Creio que a mídia tenha ficado surpreendida com o calor com o qual o Santo Padre foi acolhido, com o afeto espontâneo a ele demonstrado, com a facilidade com a qual ele soube estabelecer um contato com as multidões vindas para encontrá-lo. O Santo Padre comunica o seu calor, a sua atenção e a sua preocupação por nós de modo único, e isso foi muito claro durante toda a sua visita."

P. Dom Wuerl, praticamente em todo encontro público o Santo Padre mencionou o sofrimento da Igreja estadunidense causado pelo episódio dos abusos sexuais, como também a necessidade de purificação e cura. Surpreendeu a mídia o fato de o papa ter dado tanta ênfase em seus discursos sobre esse problema?

Dom Donald William Wuerl:- "Dissemos à mídia que o Santo Padre falaria disso, e foi uma bênção que o tenha feito. Talvez a surpresa esteja no fato de ter-se falado tanto assim. O Santo Padre falou disso primeiro à mídia, depois aos bispos e, posteriormente, a todos os fiéis, depois novamente num encontro com os sacerdotes. Creio que ele tenha querido falar com cada categoria para dizer substancialmente duas coisas: para dizer que devemos continuar buscando as vítimas e ajudá-las a 'curar as feridas', e que devemos ser vigilantes a fim de que isso jamais possa repetir-se."

P. Na videomensagem preparada antes da visita pastoral, o papa disse que iria aos EUA para confirmar os irmãos e as irmãs daquele país na fé. Depois concluiu essa viagem dizendo: "Diria, sobretudo, que os católicos americanos estão me confirmando em minha fé". O que isso diz da impressão que o Santo Padre teve dessa viagem e da Igreja estadunidense?

Dom Donald William Wuerl:- "Creio que esse seja um dos aspectos mais bonitos de toda a experiência da visita apostólica do papa aos EUA. Nós dissemos que ele viria para confirmar-nos na fé, que viria e que estaria conosco também para apresentar-nos desafios. De fato, não se tratava somente de 'confirmar-nos', mas também de colocar-nos diante dos desafios de viver, de testemunhar a nossa fé. E isso ele fez. E creio também que ele tenha ficado satisfeito ao encontrar uma fé vigorosa. Reiteradas vezes vi o Santo Padre constatar como é robusta a fé que estava sendo testemunhada diante dele, durante a visita. Eis que foi um percurso em sentido duplo: o Santo Padre veio confirmar-nos e nós, diante dele, confirmamos ser uma Igreja forte, entusiasta e fiel."

 
 
www.catolicanet.com.br

 
Fonte:
Local:Washington (EUA)
 
« Última modificação: 23 de Abril de 2008, 21:18 por Rita* » Registado
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« Responder #47 em: 12 de Junho de 2008, 10:18 »

São Columbano lembra que a Europa deve renascer de suas raízes cristãs, diz o Papa

  O Papa Bento XVI dedicou a Audiência Geral desta quarta-feira a São Columbano, um monge irlandês do século VI que nutriu as raízes cristãs da Europa ao evangelizá-la e que com seu esforço e trabalho apostólico mostra que é a partir delas que deve renascer o Velho Continente.

 Este santo nasceu em 543, na província de Leinster, ao sudeste da Irlanda, ingressou aos 20 anos ao monastério de Bangor. Aos 50 anos deixou a ilha com 12 companheiros para iniciar "uma obra missionária no continente europeu, onde por causa da emigração de povos vindos do Norte e do Leste, amplas zonas cristianizadas tinham voltado para paganismo", destacou o Santo Padre.
O Pontífice explicou que seu trabalho deu muito fruto em novas vocações para o qual foi necessário fundar outro monastério em Luxeuil, onde o Santo escreveu a "Regula monachorum" que descreve a imagem ideal do monge; e onde "introduziu no continente a confissão privada e a penitência, que devia ser proporcional à gravidade do pecado cometido".

 "Por sua intransigência com todas as questões morais, entrou em conflito com a casa real, porque tinha admoestado duramente ao rei Teodorico por suas relações adúlteras" e em 610 foi expulso de Luxeuil junto com todos os monges irlandeses, "que foram condenados a um exílio definitivo", prosseguiu Bento XVI.

Seguidamente narrou como, devido a uns problemas durante a navegação, o navio encalhou a pouca distância da praia e os monges voltaram para terra. Mas em vez de retornar a Luxeuil "começaram uma nova etapa evangelizadora", primeiro em Tuggen (Suíça) e depois na parte oriental do lago Constanza. Ao chegar a Itália, São Columbano teve que confrontar "notáveis dificuldades: a vida da Igreja estava rasgada pela heresia arriana, que ainda prevalecia entre os longobardos, e o cisma que tinha separado a maior parte das Igrejas da Itália setentrional da comunhão com o Bispo de Roma".

Neste contexto, o Santo irlandês "escreveu um libelo contra o arrianismo e uma carta ao Papa Bonifacio IV para convencê-lo de que se comprometesse decididamente em restabelecer a unidade".

Columbano, continuou Bento XVI, "fundou em Bobbio um novo monastério que chegaria a ser um centro de cultura comparável ao famoso monastério de Montecasino. Aqui transcorreu seus últimos dias: morreu em 23 de novembro do 615 e nessa data é comemorado no rito romano até hoje".

"A mensagem de São Columbano se concentra em uma firme chamada à conversão e ao desapego das coisas terrenas em vista da herança eterna. Com sua vida ascética e seu comportamento sem compromissos frente à corrupção dos poderosos, evoca a figura severa de São João Batista. Sua austeridade, entretanto, solo é o meio para abrir-se livremente ao amor de Deus e corresponder com todo o ser aos dons recebidos Dele, reconstruindo em si a imagem de Deus e ao mesmo tempo trabalhando a terra e renovando a sociedade humana", explicou o Santo Padre.

Finalmente, Bento XVI destacou que São Columbano foi um "homem de grande cultura e rico de dons de graça, seja como incansável construtor de monastérios, que como pregador penitencial intransigente, dedicou todas suas energias a alimentar as raízes cristãs da Europa que estava nascendo. Com sua energia espiritual, com sua fé, com seu amor a Deus e ao próximo se converteu em um dos pais da Europa, que nos mostra hoje onde estão as raízes das quais pode renascer nosso continente".
 
Fonte: ACI
Local:Vaticano
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« Responder #48 em: 06 de Agosto de 2008, 20:33 »

Bento XVI. Sua mensagem á China comunista - 06/08/2008

Nesta terça feira das montanhas do nordeste da Itália, Bento XVI lançou uma sua mensagem á China comunista. É necessário - exortou que este grande país se abra ao Evangelho. A fé não é uma alienação para nenhuma cultura e nenhum povo. Pelo contrário, em Cristo, as civilizações chegam ao seu amadurecimento.

Não foi de um lugar qualquer que Bento XVI quis dirigir um novo apelo ás autoridades de Pequim precisamente na véspera da abertura dos Jogos olímpicos, que prometem ser importantes e delicados não só e não tanto pelo seu aspecto desportivo.

Em Oies, um punhado de casas arreigadas nas montanhas de Val Badia, nasceu no século XIX, José Freinademetz, um jovem sacerdote verbita que em 1879 deixou para sempre a sua família e a sua terra natal seguindo para Hong Kong onde viveu como chinês entre os chineses. Um missionário contracorrente, numa época em que a evangelização se conjugava muitas vezes com o colonialismo. Antes de morrer de tifo e, 1908, escreveu aos seus amigos: também no céu quero permanecer chinês.

Precisamente em Oies, berço de José Freinademetz, foi escolhida por Bento XVI para a sua primeira visita oficial durante este seu breve período de ferias.
Tendo chegado de helicóptero cerca das 17hoo deteve-se cerca de uma hora na casa natal do missionário cnonizado por João Paulo II em 2003. Mais de 4 mil pessoas acolheram o Papa á sua chegada, aplaudindo-o e festejando-o. O momento central da visita foi na igreja dedicada á memoria daquele sacerdote missionário. Agradeçamos ao Senhor – disse o Papa – que nos deu este grande santo.

São José Freinademetz indica-nos o caminho da vida e é também um sinal para o futuro da Igreja.

“È um santo de grandíssima actualidade. Sabemos que a China s torna cada vez mais importante na vida politica, económica e também na vida das ideias. É importante que este grande país se abra ao Evangelho. E São José Freinademetz mostra-nos que a fé não é uma alienação para nenhuma cultura, para nenhum povo, porque todas as culturas esperam Cristo e não são destruídas pelo Senhor: pelo contrário chegam ao seu amadurecimento.

Como ouvimos, São José Freinademetz queria não só viver e morrer como chinês, mas também no Céu continuar a ser chinês: assim identificou-se idealmente com este povo, com a certeza que ele se abriria á fé em Jesus Cristo”.

Fonte: Radio Vaticano
Local:Cidade do Vaicano
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