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Autor Tópico: Papa Bento XVl  (Lida 6828 vezes)
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Rita*
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« Responder #15 em: 19 de Abril de 2007, 20:46 »





"É urgente que os cristãos evangelizem o mundo"  Arco íris (Bento XVl

Rita Rosa
 
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« Responder #16 em: 19 de Abril de 2007, 23:13 »

É com muito agrado que verifico que a Santa Sé desempenha e é reconhecida como desempenhando um papel importante na Sociedade.
Alguns querem reduzir a Igreja Católica ao culto, em locais fechados, e sem darem autorização, entre aspas, para que a Igreja Católica apresente a doutrina de Cristo, posso ter uma parte activa na Sociedade, desempenhe um papel activo na defesa do bem-comum.
Parece que existe o querer reduzir a religião a um ambiente fechado.
Vemos como apesar da pretensão de alguns tal não está a acontecer. Veja-se a este propósito :

" Ban Ki-Moon convida Bento XVI a visitar sede da ONU 

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, convidou Bento XVI para uma visita oficial à sede da organização em Nova Iorque. O convite surgiu após o encontro entre ambos, que ontem decorreu no Vaticano.

Um comunicado oficial da Santa Sé refere que os dois
trataram "assuntos de interesse comum", entre os quais "o restabelecimento da confiança no multilateralismo e o reforço do diálogo entre culturas". Ambos os responsáveis não deixaram "de acenar a situações internacionais que merecem particular atenção".

O texto menciona ainda o contributo que a Igreja e a Santa Sé podem dar "à acção das Nações Unidas para a solução dos actuais conflitos", assim como para conseguir "o entendimento entre as nações".

Este encontro decorreu ao longo de 20 minutos, na biblioteca particular do Papa. Seguiu-se um "profícuo colóquio" com o Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, e o Secretário do Vaticano para as relações com os Estados, D. Dominique Mamberti."

(In Notícias da Agência Ecclesia de 19/4/07)
Nota: negrito é meu.
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« Responder #17 em: 23 de Abril de 2007, 23:52 »

Notícias da Agência Ecclesia de 23/4/07

> Papa pede respeito total pela vida humana 

Bento XVI realizou este fim-de-semana a sua primeira viagem de 2007 fora do Vaticano, deslocando-se às cidades de Vigevano e Pavia, no norte da Itália. A viagem fica marcada pela visita do Papa ao túmulo de Santo Agostinho e pelos apelos ao respeito pela vida "em todas as suas etapas".

A agenda da viagem incluiu visitas a uma universidade e um hospital, para além das Basílicas locais. Vigevano, como recordou o Papa, era a única diocese italiana que não fora visitada porJoão Paulo II.
"Vim para vos encorajar a serdes testemunhas destemidas de Cristo", disse sábado, na homilia da Missa celebrada com o Arcebispo de Milão, Cardeal Dionísio Tettamanzi e os Bispos da região.
O Papa admitiu que "é difícil evangelizar uma cultura secularizada como a de hoje, mas os cristãos têm do seu lado o Senhor".

Ontem, na sua primeira paragem em Pavia, o policlínico São Mateus, o Papa deixou um firme apelo em favor da vida desde o momento da sua concepção até à morte. "O meu desejo é que o necessário progresso científico e tecnológico promova, juntamente com o bem-estar do doente, valores fundamentais como o respeito e a defesa da vida em cada uma das suas fases", sublinhou.

O momento mais desejado era, sem dúvida, a visita ao túmulo de Santo Agostinho (354-430), Bispo e Doutor da Igreja, situado na Basílica de San Pietro in Ciel d'Oro. Ali, Bento XVI prestou homenagem a uma figura determinante na história da Igreja, "que tanto influenciou a minha vida de teólogo e pastor".
Aos presentes, o Papa explicou que "a Igreja não é uma simples organização de manifestações colectivas nem a soma dos indivíduos que vivem uma religiosidade privada, é uma comunidade de pessoas que acreditam no Deus de Jesus Cristo e se comprometem a viver no mundo o mandamento do amor que Ele nos deixou".
Em seguida, Bento XVI presidiu a uma celebração eucarística que reuniu 20 mil pessoas, afirmando que "a conversão" cristã nunca está completa. Para além da conversão inicial, o cristão tem de viver toda a existência como um caminho de crescente conformação a Cristo.
"Seguindo atentamente o percurso da vida de Santo Agostinho, pode ver-se que a conversão não foi um acontecimento de um só momento, mas sim um caminho. E pode ver-se que este caminho não estava concluído na fonte baptismal", assinalou.

Bento XVI desenvolveu as três grandes etapas do caminho de conversão deste Santo, as três "conversões" exemplificadas na vida de Agostinho, ao longo do qual ele aprendeu a "humildade - não só a humildade de inserir o seu grande pensamento na fé da Igreja, não só a humildade de traduzir os seus grandes conhecimentos na simplicidade do anúncio, mas também a humildade de reconhecer que a ele próprio e a toda a Igreja peregrinante era continuamente necessária a misericórdia de um Deus que perdoa".

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« Responder #18 em: 01 de Maio de 2007, 20:46 »


Papa Bento  clap Agradece as felicitações!


http://www.vatican.va/holy_father/special_features/hf_b-xvi_20070423_thanks_po.html


Obrigada, arvore  Desabrochar

« Última modificação: 01 de Maio de 2007, 20:48 por Rita* » Registado
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« Responder #19 em: 01 de Maio de 2007, 22:17 »

A Rita já nos indicou, há uns dias, mas achei que hoje 1º de Maio não era abusivo colocar aqui a notícia e fazer um comentário e dar alguma informação.
Falo por mim, distraímo-nos com tanta facilidade....

Intenções que o Santo Padre confiou aos membros do "Apostolado da oração"
neste mês de MAIO

"Geral: para que, a exemplo da Virgem Maria, cada cristão, sempre atento aos sinais do Senhor na própria vida, se deixe guiar pela Palavra de Deus.

Missionária: a fim de que nos territórios de Missão não faltem formadores bons e iluminados nos Seminários maiores e nos Institutos de vida consagrada. "

O "Apostolado da oração " é uma organização com 50 milhões de pessoas dos 5 continentes

A mim chama-me a atenção o facto do Santo Padre se referir a que cada um de nós esteja atento aos sinais do Senhor na nossa vida, e que a Palavra de Deus nos guie.
Penso: quantas vezes esquecemos a Palavra de Deus e vamos pela nossa "importante" opinião Interrogação A Palavra de Deus fica quanto muito em 2º lugar...

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« Responder #20 em: 06 de Maio de 2007, 19:41 »

 Amor O Hino que vai ser dedicado ao Papa Bento XVl na sua visita ao Brasil  Amor


http://www.visitadopapa.org.br/download/hino-papa.mp3   Desabrochar


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Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.


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« Responder #21 em: 11 de Maio de 2007, 10:31 »

Estimados colegas.

Segue um anexo que espero seja oportunidade para aproveitar os momentos de graça, que o nossos irmãos Brasileiros estão a viver por estes dias.

A todos Paz e Bem.



Agradeço à Rita o facto de me ter enviado por e-mail esta mensagem.  Rosa
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« Responder #22 em: 15 de Maio de 2007, 16:53 »

Padre Elílio de Matos Júnior*

O Papa Bento XVI propôs ao presidente Lula uma concordata. E tem todo o direito de fazê-lo, não só como chefe de Estado que é, mas também como Pastor Supremo da Igreja Católica. Não é, como muitos chegaram a dizer, uma ingerência da Igreja nos assuntos do Estado. A Igreja respeita a sadia laicidade do Estado, e isso o Papa faz questão de deixar claro. Não precisava de o Lula dizer-lhe que quer “preservar e consolidar o Estado laico”.

Um dos itens que figuram na proposta de concordata é o ensino religioso obrigatório nas escolas. Não se trata propriamente de ensinar o catolicismo nas escolas públicas ou de fazer proselitismo em favor da Igreja Católica. Nada disso.

Como sabemos, o ensino religioso é oferecido no Brasil, mas em termos facultativos. O que o Papa pede, segundo me consta, é que seja obrigatório. Pois se é obrigatório o ensino da matemática, da física, da biologia, etc, por que só o ensino religioso seria facultativo? Isso dá a entender que a dimensão religiosa não é importante, ou não é tão importante como as disciplinas profissionalizantes. O ensino religioso pode ser não-confessional, isto é, um conteúdo que vise a transmitir aos estudantes os valores universais radicados nas grandes religiões da humanidade e oferecer-lhes a oportunidade de estudar cultura religiosa, de modo que lhes fique patente que as diversas culturas e povos da história da humanidade jamais viveram sem religião. O ensino religioso pode ser também confessional, mas, então, cada Igreja ou Comunidade religiosa credenciaria os professores para que os alunos recebessem a devida instrução religiosa, cada qual segundo o seu credo, sem proselitismo algum.
Ora, nos termos acima, quer seja não-confessional, quer seja confessional, o ensino religioso obrigatório não fere a justa laicidade do Estado. Aliás, um Estado que dá valor só à educação profissionalizante, deixando em segundo plano, ou como “facultativo”, o ensino dos valores morais, e mais, esquecendo-se de que o homem é um ser religioso por natureza, é um Estado arbitrário. Tirar a dimensão religiosa do homem é tirar-lhe, de certo modo, a vida. Dar a entender que o estudo da matemática, da física, da biologia, etc, são as únicas instruções necessárias é desconhecer a fundo a natureza do homem.

A justa autonomia de que goza o Estado – a sua justa laicidade – não pode arvorar-se em autonomia absoluta, que lhe faculte o direito de desconsiderar, ou só fazê-lo em segundo plano, a formação dos cidadãos de acordo com os valores perenes que encontram sua fundamentação última no Divino, no Sagrado. Só uma ideologia profundamente equivocada e anti-humanista pode ver no ensino religioso obrigatório uma ofensa à laicidade do Estado.

Será que nosso Brasil não encontraria seu norte a partir do momento em que passássemos a valorizar a formação moral e religiosa de nosso povo? Pense nisso, presidente Lula. O Papa espera que o acordo seja feito ainda durante seu pontificado.


Bento XVI não quer vantagens para a Igreja, mas para a estatura moral e espiritual do povo brasileiro.



*Vigário Paroquial da Paróquia Bom Pastor, Juiz de Fora(MG)



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« Responder #23 em: 30 de Maio de 2007, 15:35 »



Papa cumprimentou pais de Maddie 
 
Kate e Gerry McCann conversaram esta manhã, durante breves momentos, com Bento XVI, a quem entregaram um foto da sua filha Madeleine, desaparecida desde o passado dia 3 de Maio.

Após cumprimentar alguns Bispos de todo o mundo, entre os quais D. Teodoro de Faria, Bispo emérito do Funchal, o Papa deslocou-se para junto das primeiras filas de fiéis, onde falou com o casal McCann, já muito depois do final da audiência geral que decorreu na Praça de São Pedro, perante cerca de 30 mil pessoas.

Bento XVI procurou confortar os pais da pequena Maddie, visivelmente emocionados. O secretário pessoal do Papa, Georg Gaenswein, guardou a foto da pequena Maddie, sobre a qual Bento XVI tinha feito um pequeno gesto de bênção.

Antes do encontro, em declarações aos jornalistas, os pais de Maddie mostraram-se muito "emocionados", tendo indicado que vivem "uma experiência muito difícil".

"Experimentamos emoções contraditórias por estarmos aqui. Em circunstâncias normais, teria sido uma das experiêcias mais emocionantes da nossa vida, mas não podemos esquecer-nos do fato de a Maddie não estar aqui connosco", disse Gerry McCann, citado pela agência italiana ANSA.

O casal acredita que a visita ao Vaticano é um importante "ponto de viragem" na busca pela sua filha Madeleine, desaparecida a 3 de Maio na Praia da Luz, Lagos.

"Não esperávamos ter uma oportunidade destas", disse à Agência Lusa o pai da menina, numa breve entrevista que o casal acedeu dar aos jornalistas que os acompanharam a bordo de um jato privado até Roma.

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Por Rita  Aquecer

 
 
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« Responder #24 em: 06 de Junho de 2007, 19:15 »

Bento XVI deixa apelo a G8
 
O Papa pediu esta quarta-feira aos líderes dos países mais industrializados do mundo que não se esqueçam dos povos mais pobres de África.

Bento XVI dirigiu-se aos governantes reunidos na cimeira do G8, na Alemanha, pedindo-lhes especial atenção para os assuntos relacionados com o combate à pobreza.
 
“Gostaria agora de dirigir um novo apelo aos líderes reunidos em Heiligendamm, para que não se esqueçam das promessas de aumentar substancialmente a ajuda ao desenvolvimento, a favor das populações mais necessitadas, sobretudo as do continente africano”, disse.
 
Depois, referindo-se aos Objectivos da ONU para o Milénio, afirmou: “Merece especial atenção o segundo grande Objectivo: atingir a educação primária para todos e assegurar que cada rapaz e rapariga completem a escola primária até 2015”.
 
O Papa deixou estas palavras no final da audiência geral, esta manhã, no Vaticano. Antes, recorde-se, um homem saltou a barreira de segurança para chegar junto de Bento XVI, que passava por entre os fiéis na Praça de São Pedro.


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« Última modificação: 24 de Setembro de 2007, 18:43 por Rita* » Registado
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« Responder #25 em: 20 de Setembro de 2007, 10:43 »

Notícias da Agência Ecclesia - 19.09.2007‏


 Bento XVI assinalou 60 anos da Ajuda à Igreja que Sofre 
Bento XVI assinalou os 60 anos da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre(AIS) durante a recitação do Angelus dominical, em Castel Gandolfo. O Papa dirigiu-se, em alemão, aos dirigentes da organização católica internacional, com projectos em mais de 130 países

"Queridos amigos, estai certos do agradecimento e da oração do sucessor de Pedro pelo vosso trabalho, que é um testemunho eloquente do amor de Deus. Mostrai às pessoas também no futuro que Deus existe para nós como um pai amoroso, tal como hoje ouvimos no Evangelho", disse.

"Onde Deus vive nos corações das pessoas, podem prosperar a paz e a justiça social. Queremos ser instrumentos do amor de Deus no nosso mundo. Que Deus vos abençoe a todos", acrescentou.

A Fundação e os seus dirigentes promoveram uma conferência internacional em Castel Gandolfo de 13 a 16 de Setembro. A este encontro chegou uma carta de felicitações do Papa, enviada através do Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone.


"Bento XVI, em nome de quem vos dirijo estas linhas, olha com todos vós cheio de gratidão para a história de 60 anos da Ajuda à Igreja que Sofre e assegura-vos, nesta ocasião, e a toda a Obra com todos os seus benfeitores e parceiros de projectos por todo o mundo, a sua ligação espiritual e a seu especial oração", refere o documento.

O Papa recorda que "o esquecimento de Deus por parte de muitas pessoas e de sociedades inteiras pertence aos sofrimentos mais profundos e primordiais do nosso tempo".

"Por um lado, a pressão do secularismo e do relativismo como correntes culturais dominantes em surgimento, e em parte ditatoriais, impulsionaram muitas pessoas e também não poucos cristãos baptizados para uma situação de efectivo distanciamento de Deus. Por outro lado, continua a haver países onde as pessoas não podem viver livremente a sua fé em Jesus Cristo", assinala a missiva.

A mensagem deixa votos de que a AIS continue a "aplicar a maior parte dos seus recursos na promoção de vocações espirituais e fiéis empenhados, para que estes disponham de uma formação amplamente espiritual, humana, intelectual e pastoral, bem como dos necessários meios materiais, para funcionarem como ferramenta eficaz da graça divina nas suas Igrejas locais e na missão".
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« Responder #26 em: 20 de Setembro de 2007, 14:20 »

O Papa Bento XVI recusou receber a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, em Agosto, revelou ontem o jornal italiano ‘Corriere de la Sera’.
O Sumo Pontífice não recebe habitualmente visitas oficiais durante as férias em Castel Gandolfo, mas o jornal considera que o gesto foi uma rejeição clara da administração do presidente George W. Bush e um desagravo por desacordos passados.

Rice fez saber “que precisava absolutamente encontrar-se com o Papa” para fortalecer a sua posição diplomática antes de um périplo pelo Médio Oriente, refere ainda o mesmo jornal, sem dar conta das suas fontes de informação. A resposta oficial ao pedido terá sido, apenas: “O Papa está de férias”.

Perante a recusa, Rice foi forçada a manter apenas contacto telefónico com o ‘Número Dois’ do Vaticano, cardeal Tarcísio Bertone, então de visita aos EUA por outros motivos.

Há pelo menos duas razões para explicar uma ‘retaliação’ da Santa Sé à administração Bush. Primeiro, foi a própria Rice quem, em Março de 2003, aquando da invasão do Iraque, fez saber ao enviado especial do Papa (então João Paulo II) que os EUA não estavam interessados na opinião do Vaticano sobre a guerra. Segundo, Washington respondeu de forma brusca a um pedido para que os direitos dos cristãos iraquianos fossem protegidos após a invasão.


F. J. Gonçalves com agências

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« Última modificação: 24 de Setembro de 2007, 18:42 por Rita* » Registado
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« Responder #27 em: 24 de Setembro de 2007, 18:34 »

Bento XVI ressalta a novos bispos o caráter apostólico de sua missão e a importância da oração - 24/09/2007 - 09:31


Bento XVI recebeu em audiência, esta manhã, na residência pontifícia de verão, de Castel Gandolfo, os bispos de recente nomeação, que participam em Roma, de um Curso de Atualização para Bispos, promovido pela Congregação para os Bispos.

No discurso que lhes dirigiu, o papa discorreu sobre o caráter apostólico do bispo e sobre a importância da pastoral da oração. "O evangelista Marcos - disse Bento XVI - precisa que os doze apóstolos foram escolhidos para que "ficassem com Ele e para enviá-los". Como os apóstolos, também nós, caríssimos co-irmãos, enquanto seus sucessores, somos chamados, primeiramente, a estar com Cristo. Na oração íntima e pessoal, o bispo, mais do que seus fiéis, é chamado a crescer no espírito filial em relação a Deus."

"Hoje - prosseguiu o papa - no ministério de um bispo, os aspectos organizacionais absorvem muito tempo, os compromissos são múltiplos e as necessidades são sempre muitas, mas o primeiro lugar na vida de um sucessor dos apóstolos deve ser reservado a Deus."

Segundo Bento XVI, a oração educa ao amor e abre o coração à caridade pastoral para acolher todas as pessoas que recorrem ao bispo. Entre elas, um lugar especial deve ser reservado aos sacerdotes, para que sejam sempre perseverantes na vocação e fiéis à missão presbiteral a eles confiada.

O Santo Padre afirma que, para um sacerdote, é muito edificante saber que o bispo está próximo a ele, na oração e no afeto, e está sempre pronto a acolhê-lo, escutá-lo, ampará-lo e encorajá-lo.

Além dos sacerdotes, na oração de um bispo nunca deve faltar a súplica por novas vocações, que devem ser pedidas com insistência. O munus santificandi pede que os bispos sejam animadores de oração na sociedade.
"Nas cidades em que vivem e atuam - ponderou o papa - muitas vezes agitadas e barulhentas, onde o homem corre e se perde, onde se vive como se Deus não existisse, saibam criar locais e ocasiões de oração, onde, no silêncio, na escuta de Deus mediante a lectio divina, na oração pessoal e comunitária, o homem possa encontrar Deus e fazer experiência viva de Jesus Cristo, que revela a autêntica face do Pai."

Bento XVI pede que os bispos não se cansem de fazer com que paróquias, santuários, locais de educação e sofrimento, e também as famílias se tornem locais de comunhão com o Senhor. Façam da catedral uma casa de oração exemplar, sobretudo litúrgica, onde a comunidade, reunida com seu bispo, possa louvar e agradecer a Deus.

Resumindo: Bento XVI pede que os prelados sejam homens de oração, pois a fecundidade espiritual do ministério do bispo depende da intensidade de sua união com o Senhor.

"Ao se dirigirem a Deus - concluiu o Santo Padre - tenham a confiança dos filhos, a audácia do amigo e a perseverança de Abraão. Como Maria, saibam, a cada dia, louvar a Deus pela salvação que realiza na Igreja e no mundo, na convicção de que nada é impossível para Deus."



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Fonte: Radio Vaticano
Local:Castel Gandolfo (Itália)
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« Responder #28 em: 24 de Setembro de 2007, 18:37 »

Papa escreve ao Rabino de Roma
 


Bento XVI escreveu ao chefe de Roma, Riccardo Di Segni, e a toda a comunidade judaica da capital italiana, enviando a sua "mais cordial e sincera saudação" por ocasião das festas judaicas que se celebram nestes dias.

"Que estas festas sejam uma oportunidade de bênção do Eterno e fonte de imensa alegria para que cresça em todos nós a vontade de promover a paz de que o mundo de hoje tanto precisa", afirma a mensagem.

A comunidade judaica celebra ao longo destas semanas as festas de Rosh Hashaná (ano novo judeu, de 12 a 14 de Setembro), Yom Kippur (dia da expiação, de 21 a 22 de Setembro), e Sukkot (a festa dos tabernáculos, de 27 de Setembro a 3 de Outubro).

"Que Deus, na sua bondade, proteja a vossa comunidade e nos conceda a graça de aprofundar na amizade entre nós, nesta cidade de Roma e por toda parte", conclui o Papa.

Redacção/Zenit
NOTÍCIAS DA AGÊNCIA ECCLESIA
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« Responder #29 em: 02 de Outubro de 2007, 04:39 »

Missionários são todos os cristãos, defende o Papa - 01/10/2007 - 16:56 
 
O Papa recordou hoje que todos os batizados são chamados a serem "missionários" através da "oração, testemunho de vida e compromisso cristão em todas as suas formas".

Bento XVI enviou uma carta ao Cardeal Ivan Dias, prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, por ocasião do ano da Missão na França e dos 80 anos da proclamação de Santa Teresa de Lisieux, padroeira das Missões juntamente com São Francisco Xavier.

Na missiva, o Papa faz votos de que "o Senhor coloque no coração dos jovens europeus o desejo de se empenharem no anuncio da salvação de Jesus Cristo, de maneira especial na África, América do Sul, Ásia e Oceania".

Cada fiel, escreve, "deve ser missionário onde vive". Bento XVI espera que "nasçam, também, vocações para o anúncio do Evangelho aos homens que ainda não o conhecem"
 

 
 
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Fonte: Agência Ecclesia
Local:Cidade do Vaticano
 
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