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Autor Tópico: Papa Bento XVl  (Lida 6825 vezes)
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Rita*
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« em: 26 de Fevereiro de 2007, 16:07 »

Mensagem do papa para o Dia Mundial da Juventude Excalmação Dia 1  de abril de 2007


"Que vos ameis uns aos outros
assim como Eu vos amei" (Jo 13, 34)

Queridos jovens!

Por ocasião do 22 Dia Mundial da Juventude, que será celebrada nas Dioceses no próximo Domingo de Ramos, gostaria de propor à vossa meditação as palavras de Jesus:


Anjinho"Que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei"   Arco íris

É possível amar?

Cada pessoa sente o desejo de amar e ser amada. Mas como é difícil amar, quantos erros e falências devem verificar-se no amor! Há até quem chegue a duvidar que o amor seja possível. Mas se carências afectivas ou desilusões sentimentais podem levar a pensar que amar é uma utopia, um sonho irrealizável, talvez seja necessário resignar-se? Não! O amor é possível e a finalidade desta mensagem é contribuir para reavivar em cada um de vós, que sois o futuro e a esperança da humanidade, a confiança no amor verdadeiro, fiel e forte; um amor que gera paz e alegria; um amor que une as pessoas, fazendo-as sentir-se livres no respeito recíproco. Deixai então que eu percorra juntamente convosco um itinerário, em três momentos, na "descoberta" do amor.

Deus, fonte do amor

O primeiro momento refere-se à fonte do amor verdadeiro, que é única: é Deus. São João ressalta bem este aspecto ao afirmar que "Deus é amor" (1 Jo 4, 8.16); agora ele não quer dizer apenas que Deus nos ama, mas que o próprio ser de Deus é amor. Estamos aqui diante da revelação mais luminosa da fonte do amor que é o mistério trinitário: em Deus, uno e trino, há um intercâmbio eterno de amor entre as pessoas do Pai e do Filho, e este amor não é uma energia ou um sentimento, mas uma pessoa, é o Espírito Santo.

A Cruz de Cristo revela plenamente o amor de Deus

Como se nos manifesta o Deus-Amor? Estamos no segundo momento do nosso itinerário. Mesmo se já na criação são claros os sinais do amor divino, a revelação total do mistério íntimo de Deus verificou-se com a Encarnação, quando o próprio Deus se fez homem. Em Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, conhecemos o amor em todo o seu alcance. De facto, "a verdadeira novidade do Novo Testamento escrevi na Encíclica Deus caritas est não consiste em ideias novas, mas na própria figura de Cristo, que dá carne e sangue aos conceitos um realismo extraordinário" (n. 12). A manifestação do amor divino é total e perfeita na Cruz, onde, como afirma São Paulo, "é assim que Deus demonstra o seu amor para connosco: quando ainda éramos pecadores é que Cristo morreu por nós" (Rm 5, Cool. Portanto, cada um de nós pode dizer sem receio de errar: "Cristo amou-me e entregou-se a Si mesmo por mim" (cf. Ef 5, 2). Redimida pelo seu sangue, vida humana alguma é inútil ou de pouco valor, porque todos somos amados pessoalmente por Ele com um amor apaixonado e fiel, um amor sem limites. A Cruz, loucura para o mundo, escândalo para muitos crentes, é ao contrário "sabedoria de Deus" para todos os que se deixam tocar profundamente no seu ser, "o que é considerado loucura de Deus é mais sábio que os homens, e o que é debilidade de Deus é mais forte que os homens" (cf. 1 Cor 1, 24-25). Aliás, o Crucificado, que depois da ressurreição traz para sempre os sinais da própria paixão, ressalta as "falsificações" e as mentiras sobre Deus, que se disfarçam com a violência, a vingança e a exclusão. Cristo é o Cordeiro de Deus, que assume os pecados do mundo e desenraiza o ódio do coração do homem. Eis a sua verdadeira "revolução": o amor.

Amar o próximo como Cristo nos ama

Chegamos agora ao terceiro momento da nossa reflexão. Na cruz Cristo grita: "Tenho sede" (Jo 19, 28): revela assim uma sede ardente de amar e de ser amado por todos nós. Unicamente se conseguirmos compreender a profundeza e a intensidade deste mistério, nos apercebemos da necessidade e da urgência de o amar por nossa vez "como" Ele nos amou. Isto exige o compromisso de dar também, se for necessário, a própria vida pelos irmãos amparados pelo Seu amor. Já no Antigo Testamento Deus dissera: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Lv 19, 18), mas a novidade de Cristo consiste no facto de que amar como Ele nos amou significa amar todos, sem distinções, também os inimigos, "até ao fim" (cf. Jo 13, 1).

Testemunhas do amor de Cristo

Gostaria agora de me deter sobre três âmbitos da vida quotidiana onde vós, queridos jovens, sois particularmente chamados a manifestar o amor de Deus. O primeiro é a Igreja que é a nossa família espiritual, composta por todos os discípulos de Cristo. Recordando-nos das suas palavras: "Por isso é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros" (Jo 13, 35), alimentai, com o vosso entusiasmo e com a vossa caridade, as actividades das paróquias, das comunidades, dos movimentos eclesiais e dos grupos juvenis aos quais pertenceis. Sede solícitos em procurar o bem do próximo, fiéis aos compromissos assumidos. Não hesiteis em renunciar com alegria a alguns dos vossos divertimentos, aceitai de bom grado os sacrifícios necessários, testemunhai o vosso amor fiel a Jesus anunciando o seu Evangelho especialmente entre os vossos coetâneos.

Preparar-se para o futuro

O segundo âmbito, no qual sois chamados a expressar o amor e a crescer nele, é a vossa preparação para o futuro que vos espera. Se sois noivos, Deus tem um projecto de amor para o vosso futuro de casal e de família e por conseguinte é essencial que o descubrais com a ajuda da Igreja, livres do preconceito difundido de que o cristianismo, com os seus mandamentos e as suas proibições, constitua obstáculos à alegria do amor e impeça em particular de viver plenamente aquela felicidade que o homem e a mulher procuram no seu amor recíproco. O amor do homem e da mulher está na origem da família humana e o casal formado por um homem e por uma mulher tem o seu fundamento no desígnio originário de Deus (cf. Gn 2, 18-25). Aprender a amar-se como casal é um caminho maravilhoso, que contudo exige um tirocínio empenhativo. O período do noivado, fundamental para construir o casal, é um tempo de expectativa e de preparação, que deve ser vivido na castidade dos gestos e das palavras. Isto permite amadurecer no amor, na solicitude e nas atenções ao outro; ajuda a exercer o domínio de si, a desenvolver o respeito do outro, características do verdadeiro amor que não procura em primeiro lugar a própria satisfação nem o seu bem-estar. Na oração comum pedi ao Senhor que guarde e incremente o vosso amor e o purifique de qualquer egoísmo. Não hesiteis em responder generosamente à chamada do Senhor, porque o matrimónio cristão é uma verdadeira e própria vocação na Igreja. De igual modo, queridos jovens e queridas jovens, estai preparados para dizer "sim", se Deus vos chamar a segui-lo pelo caminho do sacerdócio ministerial ou da vida consagrada. O vosso exemplo servirá de encorajamento para muitos outros vossos coetâneos, que estão em busca da verdadeira felicidade.

Crescer no amor todos os dias

O terceiro âmbito do compromisso que o amor exige é o da vida quotidiana com as suas numerosas relações. Refiro-me sobretudo à família, à escola, ao trabalho e ao tempo livre. Queridos jovens, cultivai os vossos talentos não só para conquistar uma posição social, mas também para ajudar os outros "a crescer". Desenvolvei as vossas capacidades, não só para vos tornardes mais "competitivos" e "produtivos", mas para serdes "testemunhas da caridade". Juntai à formação profissional o esforço de adquirir conhecimentos religiosos úteis para poder desempenhar a vossa missão de modo responsável. Sobretudo, convido-vos a aprofundar a doutrina social da Igreja, para que a vossa acção no mundo seja inspirada e iluminada pelos seus princípios. O Espírito Santo faça com que sejais inovadores na caridade, perseverantes nos compromissos que assumis, e audaciosos nas vossas iniciativas, a fim de que possais oferecer o vosso contributo para a edificação da "civilização do amor". O horizonte do amor é verdadeiramente infinito: é o mundo inteiro!

"Ousar o amor" seguindo o exemplo dos santos

Queridos jovens, gostaria de vos convidar a "ousar o amor", isto é, a não desejar nada para a vossa vida que seja inferior a um amor forte e belo, capaz de tornar toda a existência uma jubilosa realização da doação de vós próprios a Deus e aos irmãos, à imitação d'Aquele que mediante o amor venceu para sempre o ódio e a morte (cf. Ap 5, 13). O amor é a única força capaz de mudar o coração do homem e a humanidade inteira, tornando proveitosas as relações entre homens e mulheres, entre ricos e pobres, entre culturas e civilizações. Disto dá testemunho a vida dos Santos que, verdadeiros amigos de Deus, são o canal e o reflexo deste amor originário. Comprometei-vos a conhecê-los melhor, entregai-vos à sua intercessão, procurai viver como eles. Limito-me a citar Madre Teresa que, para se apressar a responder ao grito de Cristo "Tenho sede", grito que a comoveu profundamente, começou a recolher os moribundos nas estradas de Calcutá, na Índia. A partir de então, o único desejo da sua vida tornou-se o de extinguir a sede de amor de Jesus não com palavras, mas com gestos concretos, reconhecendo o seu rosto desfigurado, sequioso de amor, no rosto dos mais pobres. A Beata Teresa pôs em prática o ensinamento do Senhor: "Sempre que fizerdes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes" (cf. Mt 25, 40). E a mensagem desta humilde testemunha do amor divino difundiu-se em todo o mundo.

O segredo do amor

Queridos amigos, a cada um de nós é concedido alcançar este grau de amor, mas unicamente se recorrermos ao indispensável apoio da Graça divina. Só a ajuda do Senhor nos permite, de facto, evitar a resignação diante da grandiosidade da tarefa a ser desenvolvida e infunde-nos a coragem de realizar quanto é humanamente impensável. Sobretudo a Eucaristia é a grande escola do amor. Quando se participa regularmente e com devoção na Santa Missa, quando se transcorrem na companhia de Jesus Eucarístico pausas prolongadas de adoração é mais fácil compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade do seu amor que ultrapassa todo o conhecimento (cf. Ef 3, 17-18). Partilhando o Pão eucarístico com os irmãos da comunidade eclesial sentimo-nos depois estimulados a traduzir "depressa", como fez a Virgem com Isabel, o amor de Cristo em generoso serviço aos irmãos.

Rumo ao encontro de Sidney

A este propósito é iluminadora a exortação do apóstolo João: "Meus filhinhos, não amemos nem com palavras nem com a boca, mas com as obras e com a verdade. Por isto conheceremos que somos da verdade" (1 Jo 3, 18-19). Queridos jovens, é com este espírito que vos convido a viver a próxima Jornada Mundial da Juventude juntamente com os vossos Bispos nas vossas respectivas Dioceses. Ela representará uma etapa importante rumo ao encontro de Sidney, cujo tema será: "Ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas" (At 1, Cool. Maria, Mãe de Cristo e da Igreja, ajudar-vos-é a fazer ressoar em toda a parte o grito que mudou o mundo: "Deus é amor!". Acompanho-vos com a oração e abençoo-vos de coração.


Rita Rosa


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Vaticano, 27 de Janeiro de 2007

Bento XVI



 
« Última modificação: 26 de Fevereiro de 2007, 16:12 por Rita* » Registado
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« Responder #1 em: 26 de Fevereiro de 2007, 16:21 »



Papa Bento XVl


Rosa"Queridos jovens" Por ocasião do 22 Dia Mundial da Juventude, que será celebrada nas Dioceses no próximo Domingo de Ramos, gostaria de propor à vossa meditação as palavras de Jesus: Rosa"Que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei"  Arco íris (Papa Bento XVl) 



Rita Rosa




 


« Última modificação: 27 de Fevereiro de 2007, 03:05 por Rita* » Registado
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« Responder #2 em: 27 de Fevereiro de 2007, 21:24 »

Quaresma
 

Papa fala das três práticas fundamentais:

 
Bento XVI reafirmou, durante a homilia da missa a que presidiu na Basílica de Santa Sabina, em Roma, os seus votos para a Quaresma.

Caridade, oração e penitência são os instrumentos para melhor viver este tempo de preparação para a Páscoa, diz o Papa.
Instrumentos que o Santo Padre afirma serem uma forma de agradar a Deus e de contribuir para uma purificação interior.

“Jesus indica-nos quais são os instrumentos úteis para atingirmos a verdadeira renovação interior e comunitária: as obras de caridade, a oração e a penitência ou o jejum. São as três práticas fundamentais da tradição hebraica, porque contribuem para purificar o homem perante Deus”, disse Bento XVI, durante a eucaristia que incluiu o rito de bênção e imposição de cinza.


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« Responder #3 em: 28 de Fevereiro de 2007, 17:48 »

O apelo do Papa pela vida  Aquecer

 
Anjinho Bento XVI apelou aos cristãos, padres e laicos para se oporem "sem compromisso" aos "múltiplos ataques contra o direito à vida", como "o aborto" e "o eugenismo". Arco íris
Ao receber no Vaticano os membros de um congresso de cientistas e teólogos católicos, o Papa pediu "uma corajosa objecção de consciência" face a todas as práticas que colocam em risco "o valor da vida humana".

Bento XVI insistiu na "indispensável necessidade" do cristão de formar "uma consciência verdadeira e correcta sem contradições, traições e compromisso".

Encorajou, por isso, médicos, juristas, políticos, cientistas e crentes em geral a reflectir nas condições de recurso à objecção de consciência "cada vez que o valor da vida humana esteja em causa".

Além do aborto, criticou os "métodos subtis de eugenismo" introduzidos nos "países mais desenvolvidos", através da manipulação de embriões "à procura da criança perfeita" e "em nome do pretenso bem-estar do indivíduo". Reafirmou ainda a sua condenação da eutanásia.

"Tudo isto acontece quando se multiplicam as pressões para a legalização das uniões alternativas ao casamento, fechadas à procriação natural", lamentou.

"Os ataques no mundo inteiro contra o direito à vida alargaram-se e multiplicaram-se, tomando novas formas", declarou Bento XVI.

"O direito à vida" de todos os seres humanos, do seu início ao seu fim natural, “é o direito fundamental acima de todos os outros direitos", concluiu o Papa.

Comentário de Graça Franco sobre a produtividade
 
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Quaresma
21-02-2007 20:40
Papa fala das três práticas fundamentais

Bento XVI reafirmou esta tarde, durante a homilia da missa a que presidiu na Basílica de Santa Sabina, em Roma, os seus votos para a Quaresma.

Rita Rosa Canadá

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« Responder #4 em: 28 de Fevereiro de 2007, 18:02 »



  Pensamento  ideia



  Anjinho"O direito à vida" de todos os seres humanos, do seu início ao seu fim natural, “é o direito fundamental acima de todos os outros direitos"  Arco íris   (Papa Bento XVl)



Rita  Rosa Canadá


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« Responder #5 em: 01 de Março de 2007, 01:22 »

Papa/Vaticano 

 
Intenção Missionária do Papa Bento XVl para o mês de Março   Aquecer

 
É realmente importante para nós ter presente as condições e as necessidades das jovens Igrejas em todo o mundo, especialmente nos países de missão. Quando falamos de jovens Igrejas nos territórios de missão, nos referimos às dioceses ou aos vicariatos apostólicos de recente criação e a outras realidades semelhantes, ou a locais em que a evangelização se encontra ainda em uma fase incipiente. Pensamos, por exemplo, às jovens Igrejas nos países da Ásia central, como Mongólia, Nepal, Butão; no Oriente Médio, come Arábia Saudita, Irã, Iraque; ou no interior da África, da América do Sul, da Ásia sul-oriental, da Oceania ou do subcontinente indiano.

Em todos esses lugares, existe uma aguda escassez de sacerdotes locais, às vezes, uma ausência total. É triste observar que, em todos esses anos, assistimos a um maciço e constante declínio do número de missionários provenientes dos países da Europa e da América do Norte, que têm uma forte tradição no envio de missionários. Com efeito, em algumas regiões, existem missionários prontos para a evangelização, mas específicas leis de algumas nações ou Estados proíbem ou tornam extremamente difícil para os missionários entrar nesses países ou desempenhar suas atividades de evangelização.

Isso é particularmente verdadeiro em muitos Estados da Índia neste momento. Um fator que acrescenta ulteriores dificuldades aos missionários cristãos de realizar o mandato do Senhor de pregar o Evangelho a todos é representado pela resistência, às vezes violenta e que recorre até mesmo a ameaças de morte, por parte de alguns fiéis extremistas, fanáticos ou fundamentalistas, pertencentes a religiões locais ou étnicas. As jovens Igrejas são realmente um terreno de cultivação para os mártires! É lá, de fato, que ocorrem as ações mais entusiasmantes e mais provocatórias em termos de evangelização. As jovens Igrejas estão na linha de frente na evangelização.

Aquece o coração saber que, justamente nessas jovens Igrejas, o Senhor da grande messe chama inúmeros catequistas e animadores, especialmente animadores missionários leigos, a colaborar ativamente com a Igreja local. Narraram-se inúmeros testemunhos de fé e estórias muito iluminados, que nos falam de catequistas heróicos e de animadores missionários leigos na Índia, África, Ásia sul-oriental, países árabes, mas também nas milhares de ilhas espalhadas nos vastos mares da Oceania. Eles se demonstram indispensáveis ajudantes, colaboradores e protagonistas da obra de evangelização das jovens Igrejas. Ou melhor, às vezes é quase impossível pensar na evangelização hoje nos países de missão sem levar em consideração o papel desses catequistas e animadores missionários leigos.

Em que consiste a eficácia desses catequistas e animadores missionários leigos? Como adquirem a própria competência? Qual é o segredo de sua incansável dedicação à evangelização?


  Anjinho Os Bispos das jovens Igrejas respondem prontamente que é a formação contínua desses catequistas e animadores missionários leigos o segredo não escondido de sua eficácia e dedicação ao mandato de Cristo de proclamar a sua Boa Nova a todos, a qualquer custo, inclusive à custo da própria vida!  Arco írisAparece, portanto, muito claro que nós, católicos de todo o mundo, devemos rezar para que os responsáveis das jovens Igrejas possam se conscientizar constantemente da necessidade de formar bem seus catequistas e os seus animadores missionários leigos. Peçamos ao Senhor da grande messe que os Bispos das jovens Igrejas, de modo particular, possam estar sempre prontos e desejosos de investir seus recursos humanos e financeiros, por quanto escassos que sejam, a serviço da formação permanente de seus colabores leigos à missão.


Rita  Rosa
 
 
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Fonte: Agência Fides
Local:Cidade do Vaticano
 
 
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« Responder #6 em: 23 de Março de 2007, 14:29 »

Teologia é importante para todos  ideia - 23/03/2007


Depois da Audiência Geral da passada quarta-feira, Bento XVI reuniu-se no Vaticano com os docentes da Faculdade de Teologia da Universidade alemã de Tubinga, a quem recordou a importância desta ciência para todo ser humano pois "responde de fato às perguntas que faz a humanidade e esclarece os conteúdos da Verdade".
"A teologia não é uma ciência para poucos iniciados, é importante para todos", referiu aos docentes da Universidade onde ele próprio foi professor.

O Papa assinalou que "o teólogo deve sempre perguntar-se se o que escreve corresponde à verdade e que importância tem para o mundo de hoje". Bento XVI ressaltou a necessidade da unidade entre o ensino teológico e o serviço pastoral na Igreja, para o homem, para o mundo e para nosso futuro.

"A teologia tem necessidade de coragem para fazer-se perguntas, mas deve escutar devotamente as respostas da fé cristã, e isso para que não permaneça fechada na universidade, mas sim ajude também a viver", ressaltou.



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Fonte: Agência Ecclesia
Local:Cidade do Vaticano


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« Responder #7 em: 30 de Março de 2007, 16:14 »

Papa pede aos jovens para se confessarem e terem namoro santo.
 
Bento XVI pede aos jovens para recorrerem ao confessionário, manterem namoros puros e responsáveis e serem testemunhas do amor na sociedade. O Papa reuniu-se, no final da tarde de ontem, com os jovens da diocese de Roma para uma celebração penitencial, em preparação a Jornada Mundial da Juventude, celebrada no dia 1º de abril, Domingo de Ramos, confessando seis deles. 

O Santo Padre falou aos jovens sobre o amor, do qual o cristão não pode viver sem. “A Cruz revela a plenitude do amor de Deus por nós. Um amor crucifixo, que não termina no escândalo da Sexta-feira Santa, mas tem seu ápice na alegria da Ressurreição e Ascensão ao céu e no dom do Espírito Santo”, disse.

Em seguida, Bento XVI falou da grande oportunidade de se aproximar ao Sacramento da confissão, ressaltando que “toda vez que fizerem isso com fé e devoção, o amor e a misericórdia de Deus moverão o seu coração, depois de um atento exame de consciência, ao ministro de Cristo”.

Diante da necessidade de uma renovada capacidade de amar os irmãos, o Papa disse aos jovens para que “estejam preparados a ousar o amor em suas famílias, nas relações com os seus amigos e também com aqueles que lhes ofenderam”.

Bento XVI pediu para que os jovens vivam o seu namoro no amor verdadeiro, que comporta sempre o recíproco respeito, casto e responsável. Que estejam prontos a responder com um sim generoso e sem compromissos ao chamado do Senhor a uma vida de particular consagração.

Aos rapazes e moças, reunidos na Basílica vaticana, o papa salientou a responsabilidade de serem para o mundo uma contribuição para a edificação da civilização do amor. O horizonte do amor é infinito: é o mundo inteiro.


 
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Fonte: Adriano Luis Leite - Correspondente em Roma
Local:Roma (Itália)
 
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« Responder #8 em: 31 de Março de 2007, 02:21 »



Fé da Igreja é para todos, diz o Papa  Aquecer

Bento XVI defendeu hoje que a fé cristã é "única e pública", destinada a todos os povos, e não elitista e intelectualizada, como é o caso de várias heresias que têm surgido ao longo dos séculos.

Falando aos peregrinos reunidos no Vaticano, para a audiência geral desta semana, o Papa partiu do ensinamento de Irineu, teólogo e Bispo de Lião (séc. II-III), que combateu contra os gnósticos.

A corrente gnóstica, hoje visível de muitas formas, defende que a fé ensinada pela Igreja era apenas um simbolismo destinado aos ignorantes, enquanto apenas os eruditos/iniciados podiam compreender a essência de Deus.

"A fé baseia-se no Credo dos Apóstolos, transmitido aos Bispos, através de uma cadeia ininterrupta", assinalou o Papa, alertando que "não há um Cristianismo superior ou intelectual".

"A fé da Igreja vem de Jesus e de Deus", indicou.

“Não existe uma doutrina secreta por detrás do credo comum da Igreja”, advertiu Bento XVI, para quem "a fé não é um privilégio ou um monopólio de poucos, todos a podem alcançar através da pregação dos Bispos e sobretudo do Bispo de Roma".

"A Tradição apostólica é pública, não privada e secreta. Para conhecer a verdadeira doutrina, basta abrir-se à pregação do Evangelho”, assinalou.

Na sua saudação aos fiéis de língua portuguesa, o Papa lembrou que "Santo Ireneu, o primeiro grande teólogo da Igreja, ensinava a 'regra da fé' que, na prática, coincidia com o Símbolo dos Apóstolos".

"Esta fé, transmitida através da Sucessão Apostólica e exposta pelo Magistério da Igreja, é o caminho para todos os homens e mulheres de boa vontade, limite do diálogo sobre os valores e estímulo para toda a acção missionária", indicou.

Www.paroquiasdeportugal.org


Fonte Ecclesia


 

« Última modificação: 31 de Março de 2007, 15:36 por Rita* » Registado
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« Responder #9 em: 10 de Abril de 2007, 15:03 »

Bento XVI


"É urgente que os cristãos evangelizem o mundo"
 
 
O papa Bento XVI pediu ontem, dia 9, aos cristãos que 'não tenham medo' de difundir sua fé 'até os confins do mundo', e destacou que 'é urgente' que homens e mulheres 'conheçam e encontrem Jesus e se deixem conquistar por ele'. O papa fez as afirmações durante a citação do Regina Coeli, a oração mariana do atual período litúrgico. O pronunciamento foi feito na residência papal de Castelgandolfo (a 30 quilômetros de Roma), onde o papa passa uma semana de férias depois das cerimônias da Páscoa. A Páscoa de Jesus celebrada no domingo pelos cristãos 'reitera que não se deve ter medo de se fazer mensageiro do anúncio de sua ressurreição', disse. 'Nada tem que temer quem encontra Jesus ressuscitado e confia nele docilmente: esta é a mensagem que os cristãos estão convidados a difundir até os confins do mundo. A fé cristã não surge do acolher de uma doutrina, mas sim de encontrar Cristo morto e ressuscitado', continuou. Na vida diária, disse o Pontífice, 'há muitas ocasiões para comunicar a fé aos demais do modo simples e convencido. É urgente que os homens e as mulheres de nossa época conheçam e encontrem Jesus e se deixem conquistar por ele'. O Papa permanece em Castelgandolfo até o dia 14 deste mês, mas na quarta-feira próxima vai ao Vaticano para a audiência geral.


Fonte: SIR
 

 www.catolicant.com.br

 
Fonte: CNBB
Local:Cidade do Vaticano.
 
 
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« Responder #10 em: 11 de Abril de 2007, 20:40 »


Programação Oficial da Visita do Papa Bento XVI ao Brasil  Excalmação Interrogação Excalmação


Quarta-feira – 9 de maio de 2007

ITÁLIA
Fiumicino (Roma)
09h00 Partida de avião do Aeroporto Internacional Leonardo Da Vinci de Roma/Fiumicino para São Paulo, Guarulhos.

BRASIL
Guarulhos (São Paulo)
16h30 Chegada ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
CERIMÔNIA DE BOAS-VINDAS no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, com discurso do Santo Padre.
17h30 Traslado de helicóptero do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, ao Campo de Marte, em São Paulo.
18h00 Chegada ao Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo.
Saudação das autoridades locais.
18h10 Traslado em papamóvel panorâmico (aberto) do Aeroporto Campo de Marte ao Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
São Paulo Capital
18h45 Chegada ao Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
Saudação e bênção à população do balcão do Mosteiro de São Bento, SP.

Quinta-feira, 10 de maio de 2007
08h00 Santa Missa privada na Capela do Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
10h30 Traslado em automóvel do Mosteiro de São Bento ao Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.
11h00 VISITA DECORTESIA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.
12h00 Traslado em automóvel do Palácio dos Bandeirantes ao Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
12h30 Chegada ao Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
Breve encontro com os representantes de outras confissões cristãs e de outras religiões no Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
13h15 Almoço com a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e com os Membros da Comitiva papal no Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
17h30 Traslado em automóvel do Mosteiro de São Bento ao Estádio Municipal “Paulo Machado de Carvalho", Pacaembu, em São Paulo.
17h50 Chegada ao Estádio Municipal do Pacaembu, em São Paulo.
18h00 ENCONTRO COM OS JOVENS no Estádio Municipal do Pacaembu, em São Paulo.
Discurso do Santo Padre.
20h00 Traslado em automóvel do Estádio Municipal do Pacaembu ao Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
20h30 Chegada ao Mosteiro de São Bento, em São Paulo.

Sexta-feira, 11 de maio de 2007
São Paulo Capital
08h30 Traslado em automóvel do Mosteiro de São Bento ao Campo de Marte, em São Paulo.
09h00 Chegada ao Campo de Marte, em São Paulo.
Giro em papamóvel panorâmico entre os fiéis
09h15 Chegada na Sacristia preparada sob o altar no Campo de Marte, São Paulo.
09h30 SANTA MISSA e CANONIZAÇÃO DO BEATO FREI GALVÃO no Campo de Marte, em São Paulo.
Homilia do Santo Padre.
11h45 Retorno à Sacristia.
12h00 Traslado em automóvel do Campo de Marte ao Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
12h15 Chegada ao Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
15h40 Momento de espera no Mosteiro de São Bento, em São Paulo.
15h45 Traslado em papamóvel panorâmico do Mosteiro de São Bento à Catedral da Sé, em São Paulo.
16h00 ENCONTRO COM OS BISPOS DO BRASIL na Catedral da Sé, em São Paulo.
17h15 Traslado em papamóvel panorâmico da Catedral da Sé ao Campo de Marte, em São Paulo.
17h45 Chegada ao Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo.
Saudação das Autoridades locais.
18h00 Traslado de helicóptero do Aeroporto Campo de Marte, na capital, a Aparecida, interior do estado.
Aparecida
19h00 Chegada ao heliporto do Santuário Nacional de Aparecida.
Saudação das autoridades locais.

Traslado em papamóvel panorâmico ao Seminário “Bom Jesus”, em Aparecida.
19h30 Chegada ao Seminário "Bom Jesus", em Aparecida.

Sábado, 12 de maio de 2007
08h00 Santa Missa privada na Capela do Seminário “Bom Jesus”, em Aparecida.
09h30 Traslado em automóvel do Seminário "Bom Jesus", em Aparecida, até a Fazenda Esperança, em Guaratinguetá.
Guaratinguetá
10h30 Chegada à Fazenda da Esperança, em Guaratinguetá.
VISITA A IGREJA DA FAZENDA ESPERANÇA
Saudação do Santo Padre.
10h45 ENCONTRO COM A COMUNIDADE DA FAZENDA ESPERANÇA
Discurso do Santo Padre.
11h45 Traslado em automóvel da Fazenda Esperança, em Guarantinguetá, ao Seminário “Bom Jesus”, em Aparecida.
Aparecida
12h45 Chegada ao Seminário "Bom Jesus", em Aparecida.
Almoço com a Presidência da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe e com os membros da comitiva papal no Seminário "Bom Jesus", em Aparecida.
17h45 Traslado em papamóvel panorâmico do Seminário “Bom Jesus” ao Santuário Nacional de Aparecida.
18h00 Chegada ao Santuário Nacional de Aparecida.
RECITAÇÃO DO SANTO ROSÁRIO E ENCONTRO COM OS SACERDOTES, RELIGIOSOS, RELIGIOSAS, SEMINARISTAS E DIÁCONOS na Basílica do Santuário Nacional de Aparecida.
19h30 Traslado em automóvel do Santuário de Aparecida ao Seminário “Bom Jesus”, em Aparecida.
19h45 Chegada ao Seminário “Bom Jesus”, em Aparecida.

Domingo, 13 maio de 2007
09h15 Traslado em papamóvel do Seminário Bom Jesus ao Santuário Nacional de Aparecida
09h30 Chegada ao Santuário Nacional de Aparecida
Percurso em papamóvel entre os fiéis

09h45 Chegada à Sacristia localizada ao lado do portão sul do Santuário Nacional de Aparecida
10h00 Santa Missa de Inauguração da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe na Praça em frente ao Santuário Nacional de Aparecida
Homilia do Santo Padre
Recitação do Regina Coeli
Palavras do Santo Padre
12h15 Retorno à Sacristia
12h30 Traslado em automóvel do Santuário Nacional de Aparecida ao Seminário Bom Jesus.
12h45 Chegada ao Seminário Bom Jesus, em Aparecida.
15h45 Traslado em automóvel à Sala de Conferência do Santuário Nacional de Aparecida.
16h00 Chegada à Sala de Conferência do Santuário de Aparecida.
Sessão Inaugural dos trabalhos da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe na Sala de Conferência do Santuário de Aparecida
Discurso do Santo Padre
17h30 Traslado em automóvel da Sala de Conferência do Santuário de Aparecida ao Seminário Bom Jesus
17h40 Chegada ao Seminário Bom Jesus
18h20 Saída do Seminário Bom Jesus
18h30 Traslado em automóvel do Seminário Bom Jesus ao heliporto do Santuário de Aparecida
18h40 Chegada ao heliporto do Santuário de Aparecida
Saudação das autoridades locais
18h50 Partida em helicóptero do heliporto do Santuário de Aparecida para o aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos
Guarulhos (São Paulo)
19h40 Chegada ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
Cerimônia de Despedida no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
Discurso do Santo Padre
20h15 Partida do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, para o Aeroporto de Roma.

Segunda, 14 de maio de 1007 – Ciampino (Roma)
ITÁLIA
12h45 Chegada ao Aeroporto de Roma/Ciampino.


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« Responder #11 em: 12 de Abril de 2007, 16:31 »


Bento XVI, 80 anos

Olá Papa Bento XVl vai comemorar o seu octogésimo aniversário no dia 16 de Abril 2007.   Feliz Aniversário!
Gesiel Júnior*

Na feliz condição de irmãos em torno do mesmo pai, vamos celebrar em 16 de abril de 2007 o octogésimo aniversário natalício do Santo Padre Bento XVI. E na mesma semana, em 19 de abril, lembraremos o segundo ano de sua eleição para o trono de Pedro. Com fé e esperança, reconhecemos na figura de Bento XVI o pastor seguro que está a guiar a Igreja na mais profunda crise da história do cristianismo.
Bávaro, o nosso Papa nasceu num Sábado Santo. Teve a graça de ser batizado horas depois nas águas recém consagradas na Vigília Pascal, fato que ele considerou como bom presságio. Filho de uma modesta família do Sul da Alemanha, recebeu o nome de Joseph, o mesmo de seu pai, que foi chefe de polícia. Sua mãe, Maria Peintner, era uma amorosa dona de casa. Teve dois irmãos: Maria, falecida em 1996, e Georg, que também se fez padre e é regente de coro na Baviera.
Passou uma alegre infância em família, mas na juventude sentiu a ameaça do pérfido nazismo, quando já era seminarista. Entre temores e terrores, foi feito prisioneiro no final da 2ª Guerra Mundial, mas sobreviveu.
De volta para casa, com apoio dos pais, voltou aos estudos eclesiásticos e ordenou-se padre em 1951. Sua vívida inteligência o tornaria um dos teólogos expoentes do Concílio Vaticano II (1962-1965). Já a coerência do seu itinerário teológico levou o Papa Paulo VI a chamá-lo para ser arcebispo de Munique, em 1977, aos 50 anos. Ele então assumiu o serviço episcopal escolhendo como lema ser “Cooperador da Verdade”.
Quatro anos depois, João Paulo II fez dele a maior autoridade da Igreja no campo da defesa da fé. Respeitadíssimo, por quase 25 anos o Cardeal Ratzinger cumpriu o seu delicado e controvertido ofício por acreditar que a crise do cristianismo só será superada por homens cuja existência cristã enfrente hoje com fé, a fé autêntica de hoje.
Em abril de 2005, quando planejava enclausurar-se num mosteiro para viver a velhice aprofundando seus estudos teológicos, a Divina Providência mudou-lhe os planos e o impeliu a uma suprema missão: a de conduzir a barca de Cristo pelos mares revoltosos do século 21, substituindo o magnânimo João Paulo II. Que desafio!
Eleito Papa, Joseph Ratzinger adotou o nome de Bento XVI. Hoje, dois anos após o início de seu ministério petrino, ele está a apascentar os católicos com serenidade e discrição, sem sobressaltos, condenando a teoria e a prática do relativismo moral e propondo o amor de Deus como valor absoluto e como questão fundamental para a vida.
Tal qual simples operário da Vinha do Senhor, o Papa Bento se faz também peregrino da paz e profeta do diálogo entre os povos e culturas. Já anunciou Jesus Cristo na Alemanha, na Espanha, na Polônia e na Turquia, e prepara agora a sua mais longa viagem, prevista para maio, quando vem ao Brasil abrir a Conferência dos Bispos latino-americanos em Aparecida. O Papa merece, como sinal de fé, a nossa constante oração com votos de boa saúde e de benfazeja assistência do Espírito Santo. Que em seus 80 anos, Bento XVI ganhe de presente de cada católico esses preciosos dons para comprovar o quanto a ele estamos unidos filialmente pelos laços da divina caridade. Vida longa para o Papa! Que Deus o conserve e o ilumine! ·

*Cronista e escritor, é membro da Sociedade de São Vicente de Paulo
E-mail: gesiel_Junior@yahoo.com.br




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Fonte: Gesiel Júnior
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Rita  Rosa Canadá
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« Responder #12 em: 14 de Abril de 2007, 20:27 »

 
Papa Bento XVl, 80 Anos  Excalmação Interrogação Excalmação



Olá Se quiser felicitar o Santo Padre pelo seu 80 Aniversário, vá ao link:  Arco íris


http://isidoro.vatican.va/auguri/auguri.php?lingua=po


Obrigada, M. José  Beijos


Rita  Rosa Canadá
« Última modificação: 14 de Abril de 2007, 20:40 por Rita* » Registado
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Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.


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« Responder #13 em: 19 de Abril de 2007, 19:31 »

Balanço de dois anos de Pontificado por Guilherme d'Oliveira Martins

Guilherme d’Oliveira Martins destaca sinais de esperança “muito significativos”, no pontificado de Bento XVI. A Encíclica “Deus é Amor” constituiu “talvez o momento mais forte até à data deste pontificado”, sublinha o Presidente do Tribunal de Contas.

“É um texto com muitas virtudes, designadamente no que se refere à compreensão dos sinais dos tempos, à exigência ligada às responsabilidades sociais de todos no mundo contemporâneo e a uma espiritualidade aberta e respeitadora das diferenças”, afirma, referindo o que a Encíclica tem de “extraordinariamente importante e também de inesperado”.

O balanço a fazer dos dois anos de pontificado de Bento XVI “terá de ser provisório, sobretudo porque existem, neste momento, desafios muito exigentes perante os quais se encontra a Igreja e o pontificado”, em especial nos domínios do magistério da paz, da justiça e do diálogo entre as religiões, “domínios que este Papa tem manifestado um especial interesse e empenho”.

As diferenças, comparativamente com o pontificado de João Paulo II, são muito significativas, porque são figuras muito diferentes, segundo Guilherme d’Oliveira Martins porque “Bento XVI é um universitário, foi-o durante toda a sua vida e João Paulo II teve uma experiência académica muito rica no entanto foi sempre um pastor”.

O actual Papa tem-se centrado em diversas ocasiões “nos elementos que tocam à compreensão da cultura contemporânea como cultura da dignidade da pessoa humana contra a lógica de cultura de indiferença, de esquecimento e de ausência de memória”. O desafio que Bento XVI terá pela frente, na opinião do Presidente do Tribunal de Contas está “na complementaridade que tem de ficar mais clara, entre o sentido pastoral e sentido do ensinamento e da reflexão e razão”.
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« Responder #14 em: 19 de Abril de 2007, 20:42 »



ideia "Estabelecer amizade com Jesus é precisamente um dos objectivos declarados do livro «Jesus de Nazaré» que Bento XVI publicou em 16 de abril, dia de seu aniversário."   Feliz Aniversário!
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