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Autor Tópico: Pe. José Alem, Brasil  (Lida 15664 vezes)
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Rita*
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« em: 21 de Fevereiro de 2007, 23:47 »



Pe. José Alem, Brasil



Catecismo da Igreja Católica  ideia "Igreja de Nossa Senhora de Fátima, Edmonton, Canadá".     


"A EUCARISTIA"


1323 - "Na última ceia, na noite em que foi entregue, nosso Salvador instituiu o Sacrifício Eucarístico de seu Corpo e Sangue. Por ele, perpetua pelos séculos, até que volte, o sacrifício da cruz; confiando destarte à Igreja, sua dileta esposa, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento do amor, sinal da unidade, vínculo da caridade, banquete pascal em que Cristo é recebido como alimento, o espírito é cumulado de graça e nos é dado o penhor da glória futura”.

§ 1324 - A Eucaristia é "fonte e ápice de toda a vida cristã". "Os demais sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se ligam à sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Pois a santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, nossa Páscoa”.

§ 1328 - A riqueza inesgotável deste sacramento exprime-se nos diversos nomes que lhe são dados. Cada uma destas designações evoca alguns de seus aspectos. Ele é chamado: Eucaristia, porque é ação de graças a Deus. As palavras "eucharistein" (Lc 22,19; 1Cor 11,24) e "eulogein" (Mt 26,26; Mc 14,22) lembram as bênçãos judaicas que proclamam - sobretudo durante a refeição - as obras de Deus: a criação, a redenção e a santificação.

§ 1329 - Ceia do Senhor, pois se trata da ceia que o Senhor fez com seus discípulos na véspera da sua paixão, e da antecipação da ceia das bodas do Cordeiro na Jerusalém celeste. Fração do Pão, porque este rito, próprio da refeição judaica, foi utilizado por Jesus quando abençoava e distribuía o pão como presidente da mesa, sobretudo por ocasião da Última Ceia. É por este gesto que os discípulos o reconhecerão após a ressurreição, e é com esta expressão que os primeiros cristãos designarão as suas assembléias eucarísticas. Com isto querem dizer que todos os que comem do único pão partido, o Cristo, entram em comunhão com ele e já não formam senão um só corpo nele. Assembléia eucarística (synaxis), porque a Eucaristia é celebrada na assembléia dos fiéis, expressão visível da Igreja.

§ 1931 - Comunhão, porque é por este sacramento que, nos unimos a Cristo, que nos torna participantes do seu Corpo e do seu Sangue para formarmos um só corpo; denomina-se ainda as coisas santas: ta hagia; sancta” - este é o sentido primeiro da "comunhão dos santos" de que fala o Símbolo dos Apóstolos - pão dos anjos, pão do céu; remédio de imortalidade, viático...

§ 1933 - Encontram-se no cerne da celebração da Eucaristia o pão e o vinho, os quais, pelas palavras de Cristo e pela invocação do Espírito Santo, se tornam o Corpo e o Sangue de Cristo. Fiel à ordem do Senhor, a Igreja continua fazendo, em sua memória, até à sua volta gloriosa, o que ele fez na véspera da sua paixão: "Tomou o pão..." "Tomou o cálice cheio de vinho...” Ao se tornarem misteriosamente o Corpo e o Sangue de Cristo, os sinais do pão e do vinho continuam a significar também a bondade da criação. Assim, no ofertório, damos graças ao Criador pelo pão e pelo vinho, fruto "do trabalho do homem”, mas antes ”fruto da terra” e "da videira”, dons de Criador. A Igreja vê neste gesto de Melquisedec, rei e sacerdote, que "trouxe pão e vinho" (Gn 14,18}, uma prefiguração da sua própria oferta.

§ 1337 - Tendo amado os seus, o Senhor amou-os até ao fim. Sabendo que o chegara a hora de partir deste mundo para voltar a seu Pai, no decurso de uma refeição lavou-lhes os pés e deu-lhes o mandamento do amor, Para deixar-lhes uma garantia deste amor, para nunca afastar-se dos seus e para fazê-los participantes da sua Páscoa, instituiu a Eucaristia como memória da sua morte e da sua ressurreição, e ordenou aos seus apóstolos que a celebrassem até à sua volta, "constituindo-os então sacerdotes do Novo Testamento"

§ 1346 - A liturgia da Eucaristia desenrola-se segundo uma estrutura fundamental que se conservou ao longo dos séculos até aos nossos dias. Desdobra-se em dois grandes momentos que formam uma unidade básica:
-a convocação, a Liturgia da Palavra, com as leituras, a homilia e a oração universal;
-a Liturgia Eucarística, com a apresentação do pão e do vinho, a acção de graças consagração e a comunhão.

Liturgia da Palavra e Liturgia Eucarística constituem juntas “um só e mesmo acto de culto”; com efeito, a mesa preparada para nós na Eucaristia é ao mesmo tempo a da Palavra de Deus e a do Corpo do Senhor.

§ 1348 - Todos se reúnem. Os cristãos acorrem a um mesmo lugar para a Assembléia Eucarística. Encabeçados pelo próprio Cristo, que é o protagonista principal da Eucaristia. Ele é o sumo sacerdote da Nova Aliança. É ele mesmo quem preside invisivelmente toda Celebração Eucarística. É representando-o que o Bispo ou o presbítero (agindo "em representação de Cristo-cabeça") preside a assembléia, toma a palavra depois das leituras, recebe as oferendas e profere a oração eucarística. Todos têm sua parte activa na celebração, cada um a seu modo: os leitores, os que trazem as oferendas, os que dão a comunhão e todo o povo, cujo Amén manifesta a participação.

§ 1350 - A apresentação das oferendas (o ofertório): trazem-se então ao altar, por vezes em procissão, o pão e o vinho que serão oferecidos pelo sacerdote em nome de Cristo no Sacrifício Eucarístico, e ali se tomarão o Corpo e o Sangue de Cristo. Este é o próprio gesto de Cristo na Última ceia, "tomando pão e um cálice". "Esta oblação, só a Igreja a oferece, pura, ao Criador, oferecendo-lhe com ação de graças o que provém de sua criação". A apresentação das oferendas ao altar assume o gesto de Melquisedec e entrega os dons do Criador nas mãos de Cristo. É ele que; em seu sacrifício, leva à perfeição todos os intentos humanos de oferecer sacrifícios.

§ 1351 - Desde os inícios, os cristãos levam, com o pão e o vinho para a Eucaristia, seus dons para repartir com os que estão em necessidade. Este costume da coleta, sempre atual, inspira-se no exemplo de Cristo que se fez pobre para nos enriquecer:

Os que possuem bens em abundância e o desejam dão livremente o que lhes parece bem, e o que se recolhe é entregue àquele que preside. Este socorre os órfãos e viúvas e os que, por motivo de doença ou qualquer outra razão, se encontram em necessidade, assim como os encarcerados e os hóspedes que chegam de viagem; numa palavra, ele toma sobre si o encargo de todos os necessitados.

§ 1356 - Se os cristãos celebram a Eucaristia desde as origens, e sob uma forma que, na sua substância, não sofreu alteração através da grande diversidade dos tempos e das liturgias, é porque temos consciência de estarmos ligados ao mandato do Senhor, dada na véspera da sua paixão: “Fazei isto em memória de mim” (1Cor 11,24-25).

§ 1357 - Esta ordem do Senhor, cumprimo-la celebrando o memorial do seu sacrifício. Ao fazermos isto, oferecemos ao Pai o que ele mesmo nos deu: os dons da sua criação, o pão e o vinho, que pelo poder do Espírito Santo e pelas palavras de Cristo se tornaram o Corpo e o Sangue de Cristo: Este se faz, assim, real e misteriosamente presente.

§ 1360 - A Eucaristia é um sacrifício de ação de graças ao Pai, uma bênção pela qual a Igreja exprime o seu reconhecimento a Deus por todos os seus benefícios, por tudo o que ele realizou através da criação, da redenção e da santificação, Eucaristia significa, primeiramente, ação de graças.

§ 1366 - A Eucaristia é, portanto, um sacrifício porque re-presenta (torna presente) o Sacrifício da Cruz, porque dele é memorial e porque aplica seus frutos:

[Cristo] nosso Deus e Senhor ofereceu-se a si mesmo a Deus Pai uma vez por todas, morrendo como intercessor sobre o altar da cruz, a fim de realizar por eles (os homens) uma redenção eterna. Todavia, como a sua morte não devia pôr fim ao seu sacerdócio (Hb. 7, 24.27), na Última ceia, "na noite em que foi entregue" (1Cor 11,13), quis deixar à Igreja, sua esposa muito amada, um sacrifício visível (como o reclama a natureza humana) em que seria re-presentado (feito presente) o sacrifício cruento que ia realizar-se uma vez por todas uma única vez na cruz, sacrifício este cuja memória haveria de perpetuar-se até ao fim dos séculos (1Cor 11,23) e cuja virtude salutar haveria de aplicar-se à redenção dos pecados que cometemos cada dia .

§ 1368 - A Eucaristia é também o sacrifício da Igreja. A Igreja, que é o corpo de Cristo, participa da oferta da sua Cabeça. Com Cristo, ela mesma é oferecida inteira. Ela se une à sua intercessão junto ao Pai por todos os homens. Na Eucaristia, o sacrifício de Cristo se torna também o sacrifício dos membros do seu Corpo. A vida dos fiéis, seu louvor, seu sofrimento, sua oração, seu trabalho, são unidos aos de Cristo e à sua oferenda total, e adquirem assim um valor novo. O sacrifício de Cristo presente no altar dá a todas as gerações de cristãos a possibilidade de estarem unidos à sua oferta.
Nas catacumbas, a Igreja é muitas vezes representada como uma mulher em oração, com os braços largamente abertos em atitude de orante. Como Cristo que estendeu os braços na cruz, ela se oferece e intercede por todos os homens, através dele, com ele e nele.

§ 1370 - A oferenda de Cristo unem-se não somente os membros que estão ainda na terra, mas também os que já estão na glória do céu: é em comunhão com a santíssima Virgem Maria e fazendo memória dela, assim como de todos os santos e santas, que a Igreja oferece o Sacrifício Eucarístico. Na Eucaristia, a Igreja, com Maria, está como que ao pé da cruz, unida à oferta e à intercessão de Cristo.

§ 1373 - "Cristo Jesus, aquele que morreu, ou melhor, que ressuscitou, aquele que está à direita de Deus e que intercede por nós" (Rm. 8,34), está presente de múltiplas maneiras na sua Igreja: na sua Palavra, na oração da sua Igreja, "lá onde dois ou três estão reunidos em meu nome" (Mt 18,20), nos pobres, nos doentes, nos presos (Mt 25,31-46), nos seus sacramentos, dos quais ele é o autor, no sacrifício da missa e na pessoa do ministro. Mas "sobretudo (está presente) sob as espécies eucarísticas".

§ 1378 - O culto da Eucaristia. Na liturgia da missa, exprimimos a nossa fé na presença real de Cristo sob as espécies do pão e do vinho, entre outras coisas, dobrando os joelhos, ou inclinando-nos profundamente em sinal de adoração do Senhor. "A Igreja católica professou e professa este culto de adoração que é devido ao sacramento da Eucaristia não somente durante a Missa, mas também fora da celebração dela, conservando com o máximo cuidado as hóstias consagradas, expondo-as aos fiéis para que as venerem com solenidade, levando-as em procissão".

§ 1381 - "A presença do verdadeiro Corpo de Cristo e do verdadeiro Sangue de Cristo neste sacramento 'não se pode descobrir só pelos sentidos, diz S. Tomás, mas sim só com fé, baseada na autoridade de Deus'. Por isso, comentando o texto de S. Lucas 22,19 ("Isto é o meu Corpo que será entregue por vós"), São Cirilo declara: "Não ponhas em dúvida se é ou não verdade, aceita com fé as palavras do Senhor, porque ele, que é a verdade, não mente”.

§ 1382 - A missa é ao mesmo tempo e inseparavelmente o memorial sacrifical no qual se perpetua o sacrifício da cruz, e o banquete sagrado da comunhão ao Corpo e ao Sangue do Senhor. Mas a celebração do Sacrifício Eucarístico está toda orientada para a união íntima dos fiéis com Cristo pela comunhão. Comungar é receber o próprio Cristo que se ofereceu por nós.

§ 1384 - O Senhor nos convida insistentemente a recebê-lo no sacramento da Eucaristia: "Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a Carne do Filho do homem e não beberdes o seu Sangue, não tereis a vida em vós" (Jo 6,53).

§ 1386 - Diante da grandeza deste sacramento, o fiel só pode repetir humildemente e com fé ardente a palavra do Centurião: "Domine, non sum dignus ut intres sub tectum meum sed tantum dic verbo et sanabitur anima mea - Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo". E na divina liturgia de S. João Crisóstomo, os fiéis oram no mesmo espírito: Da vossa ceia mística fazei-me participar hoje, ó Filho de Deus. Pois não revelarei o Mistério aos vossos inimigos, nem vos darei o beijo de Judas. Mas, como o ladrão, clamo a vós: Lembrai-vos de mim, Senhor, no vosso Reino.

 A fim de se prepararem convenientemente para receber este sacramento, os fiéis observarão o jejum prescrito na sua Igreja. A atitude corporal (gestos, roupa) há de traduzir o respeito, a solenidade, a alegria deste momento em que Cristo se torna nosso hóspede. É consentâneo com o próprio sentido da Eucaristia que os fiéis, se tiverem as diposições requeridas, comunguem toda vez que participarem da missa: "Recomenda-se muito aquela participação mais perfeita à missa, pela qual os fiéis, depois da comunhão do sacerdote, comungam o Corpo do Senhor do mesmo sacrifício".

§ 1391 - A comunhão aumenta a nossa união com Cristo. Receber a Eucaristia na comunhão traz como fruto principal a união íntima com Cristo Jesus. Pois o Senhor diz: "Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue permanece em mim e eu nele" ao 6,56). A vida em Cristo tem o seu fundamento no banquete eucarístico: "Assim como o Pai, que vive, me enviou e eu vivo pelo Pai, também aquele que de mim se alimenta viverá por mim" (Jo 6,57):

Quando nas festas do Senhor os fiéis recebem o Corpo do Filho, proclamam uns aos outros a Boa-Nova de que é dado o penhor da vida, como quando o anjo disse a Maria de Mágdala: "Cristo ressuscitou!" Eis que agora também a vida e a ressurreição são conferidas àquele que recebe o Cristo.

§ 1394 - Como o alimento corporal serve para restaurar a perda das forças, a Eucaristia fortalece a caridade que, na vida diária, tende a arrefecer; e esta caridade vivificada apaga os pecados veniais. Ao dar-se a nós, Cristo reaviva o nosso amor e nos torna capazes de romper as amarras desordenadas com as criaturas e de enraizar-nos nele: Visto que Cristo morreu por nós por amor, quando fazemos memória da sua morte no momento do sacrifício, pedimos que o amor nos seja concedido pela vinda do Espírito Santo; pedimos humildemente que em virtude deste amor, pelo qual Cristo quis morrer por nós, nós também, recebendo a graça do Espírito Santo, possamos considerar o mundo como crucificado para nós, e sejamos nós mesmos crucificados para o mundo. (...) Tendo recebido o dom de amor, morramos para o pecado e vivamos para Deus.

§ 1396 - A unidade do corpo místico: a Eucaristia faz a Igreja. Os que recebem a Eucaristia estão unidos mais intimamente a Cristo. Por isso mesmo, Cristo os une a todos os fiéis em um só corpo, a Igreja. A comunhão renova, fortalece, aprofunda esta incorporação à Igreja, realizada já pelo batismo. No batismo fomos chamados a constituir um só corpo. A Eucaristia realiza este apelo: "O cálice de bênção que abençoamos não é comunhão com o Sangue de Cristo? O pão que partimos não é comunhão com o Corpo de Cristo? Já que há um único pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, visto que todos participamos desse único pão" (1Cor 10,16-17):

Se sois o corpo e os membros de Cristo, é o vosso sacramento que é colocado sobre a mesa do Senhor, recebeis o vosso sacramento. Respondeis "Amém" ("sim, é verdade!") àquilo que recebeis, e subscreveis ao responder. Ouvis esta palavra: "O Corpo de Cristo", e respondeis: "Amém". Sede, pois, um membro de Cristo, para que o vosso Amém seja verdadeiro.

§ 1397 - A Eucaristia compromete com os pobres. Para receber na verdade o Corpo e o Sangue de Cristo entregues por nós, devemos reconhecer o Cristo nos mais pobres, seus irmãos: Degustaste o Sangue do Senhor e não reconheces sequer o teu irmão: Desonras esta própria mesa, não julgando digno de compartilhar do teu alimento aquele que foi julgado digno de participar desta mesa. Deus te libertou de todos os teus pecados e te convidou para esta mesa. E tu, nem mesmo assim, não te tornaste mais misericordioso.

§ 1404 - A Igreja sabe que, desde agora, o Senhor vem na sua Eucaristia, e que ali ele está, no meio de nós. Contudo, esta presença é velada. Por isso, celebramos a Eucaristia "expectantes beatam spem et adventum Salvatoris nostri Jesu Christi - aguardando a bem-aventurada esperança e a vinda do nosso Salvador Jesus Cristo", pedindo "saciar-nos eternamente da vossa glória, quando enxugardes toda lágrima dos nossos olhos. Então, contemplando-vos como sois, seremos para sempre semelhantes a vós e cantaremos sem cessar os vossos louvores, por Cristo, Senhor nosso”.

Síntese do Catecismo

O que é a Eucaristia?

É o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar pelos séculos, até seu retorno, o sacrifício da cruz, confiando assim à sua Igreja o memorial de sua Morte e Ressurreição. É o sinal da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal, no qual se recebe Cristo, a alma é coberta de graça e é dado o penhor da vida eterna.

Quando Cristo instituiu a Eucaristia?

Instituiu-a na Quinta-feira Santa, "na noite em que ia ser entregue" (1Cor 11,23), celebrando com os seus Apóstolos a Última Ceia.

O que representa a Eucaristia na vida da Igreja?

É fonte e ápice de toda a vida cristã. Na Eucaristia, atingem o seu clímax a ação santificante de Deus para conosco e o nosso culto para com Ele. Ele encerra todo o bem espiritual da Igreja: o mesmo Cristo, nossa Páscoa. A comunhão da vida divina e a unidade do Povo de Deus são expressas e realizadas pela Eucaristia. Mediante a celebração eucarística, já nos unimos à liturgia do Céu e antecipamos a vida eterna.

Como Jesus está presente na Eucaristia?

Jesus Cristo está presente na Eucaristia de modo único e incomparável. Está presente, com efeito, de modo verdadeiro, real, substancial: com o seu Corpo e o seu Sangue, com a sua Alma e a sua Divindade. Nela está, portanto, presente de modo sacramental, ou seja, sob as espécies eucarísticas do pão e do vinho, Cristo todo inteiro: Deus e homem.

O que significa transubstanciação?

Transubstanciação significa a conversão de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo e de toda a substância do vinho na substância do seu Sangue. Essa conversão se realiza na oração eucarística, mediante a eficácia da Palavra de Cristo e da ação do Espírito Santo. Todavia, as características sensíveis do pão e do vinho, ou seja, as “espécies eucarísticas”, permanecem inalteradas.

O que se requer para receber a santa comunhão?

Para receber a santa Comunhão, deve-se estar plenamente incorporado à Igreja católica e estar em estado de graça, ou seja, sem consciência de pecado mortal. Quem estiver consciente de ter cometido um pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes de se aproximar da comunhão. Importantes são também o espírito de recolhimento e de oração, a observância do jejum prescrito pela Igreja e a atitude do corpo (gestos, roupas), em sinal de respeito a Cristo.

"Na Eucaristia, nós partimos 'o único pão que é remédio de imortalidade, antídodo para não morrer, mas para viver em Jesus Cristo para sempre' " (Santo Inácio de Antioquia)


   Aquecer  Durante o mês de Agosto de 2006, estive na Paróquia portuguesa de Nossa Senhora de Fátima na cidade de Edmonton, Alberta, Canadá, tive a oportunidade de me encontrar semanalmente com um grupo de fiéis para momentos de Catequese sobre o tema "Eucaristia, fonte e cume da vida cristã".  Arco íris  (Pe. José Alem)  
          
 Atenciosamente,

 
Pe. José Alem, cmf


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« Responder #1 em: 23 de Fevereiro de 2007, 15:32 »

 
 Pe. José Alem, Brasil
   Aquecer"Quem tem valores": Ama, tem Liberdade, Responsabilidade, Alegria, Esperança, Beleza, Fé e Amizade.  Arco íris   (Pe. José Alem)  


Rita Rosa
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« Responder #2 em: 25 de Fevereiro de 2007, 03:53 »


Pe. José Alem

    Aquecer A Eucaristia é "fonte e ápice de toda a vida cristã". "Os demais sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se ligam à sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Pois a santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, nossa Páscoa”.  Arco íris (Pe. José Alem)

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« Responder #3 em: 25 de Fevereiro de 2007, 04:00 »

 

Pe. José Alem, Brasil

  Aquecer " A Comunhão é o sacramento que, nos une a Cristo, que nos torna participantes do seu Corpo e do seu Sangue para formarmos um só corpo."  Arco íris (Pe. José Alem)


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« Responder #4 em: 25 de Fevereiro de 2007, 04:13 »

 

Pe. José Alem

Anjinho"Liturgia da Palavra e Liturgia Eucarística constituem juntas “um só e mesmo acto de culto”; com efeito, a mesa preparada para nós na Eucaristia é ao mesmo tempo a da Palavra de Deus e a do Corpo do Senhor."  Arco íris (Pe. José Alem)

 Rita Rosa
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« Responder #5 em: 26 de Fevereiro de 2007, 21:06 »


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Ministrante: Pe. Alem

 
Nome: Curso de Espiritualidade  ideia

 
Descrição:  Aquecer
 
A Espiritualidade é a dimensão tipicamente humana. Nela se manifesta a essencialidade da Pessoa. A Espiritualidade unifica e identifica a pessoa. Este curso proporciona reconhecer e aprofundar o sentido da Espiritualidade como característica humana e as suas manifestações assim como as diversas expressões e interpretações da espiritualidade segundo as principais tradições religiosas. O curso aprimora o sentido da Espiritualidade cristã e suas variadas interpretações e experiências. O curso apresenta Maria como a expressão da Espiritualidade vivida e integrada na vida e indica modos de viver uma espiritualidade Mariana centrada no mistério de Cristo, Palavra Viva.

Apresentação pessoal: José Alem, cmf. pe.

Objetivos e metodologia do curso:

- Proporcionar aos participantes conhecer mais profundamente e viver mais intensamente a Espiritualidade como dimensão do ser humano.

- Aprofundar e originalidade e as características da Espiritualidade cristã

- Favorecer a troca de experiências e a partilha de idéias, sentimentos e vivências entre os participantes.

Aulas que estarão disponíveis

» Introdução
» Espiritualidade, dimensão antropológica
» 2. Espiritualidade, dimensão religiosa
» Espiritualidade cristã
» 2. A experiência espiritual cristã
» 3. Espiritualidade cristã como experiência espiritual
» 4. Experiência espiritual e Bíblia
» 5. Fontes de espiritualidade
» 6. Critérios para verificação
» 7. Espiritualidade e identidade cristã
» Parte III - Descobrir Cristo a mais bela aventura da vida
» Pausa para revisão
» Parte IV - A Espiritualidade na Igreja Católica hoje
» 2. Dinâmica de uma espiritualidade católica
» 3. Opções numa Espiritualidade Católica
» 4. Propostas de uma Espiritualidade Católica
» Parte V - Uma espiritualidade para os nossos tempos
» 2. - Espiritualidade como estilo de vida.
» Parte VI - A espiritualidade do Concilio Vaticano II
» 2. Tradição cristã e o desafio do mundo moderno
» 3. Uma nova espiritualidade, uma nova teologia
» Parte VII - Texto de leitura e análise
» Conclusão


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« Responder #6 em: 27 de Fevereiro de 2007, 17:25 »


Pe. José Alem                                                                                                                              www.catolicanet.com.br

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« Responder #7 em: 28 de Fevereiro de 2007, 23:39 »

                                             

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« Responder #8 em: 01 de Março de 2007, 15:05 »



Pe. Alem


    Anjinho A Eucaristia é o sacrifício da Igreja. A Igreja, que é o corpo de Cristo, participa da oferta da sua Cabeça. Com Cristo, ela mesma é oferecida inteira. Ela se une à sua intercessão junto ao Pai por todos os homens. Na Eucaristia, o sacrifício de Cristo se torna também o sacrifício dos membros do seu Corpo.  Arco íris Pe. Alem

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« Responder #9 em: 02 de Março de 2007, 01:59 »



Pe. José Alem


Olá Ajude o Mundo a colaborar para que a Terra seja mais limpa, harmoniosa e o ambiente mais saudável.  Arco íris (Pe. Jose Alem)




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« Responder #10 em: 02 de Março de 2007, 02:15 »


Pe. José Alem


 Olá "Não podemos fazer muito sobre a extensão de nossas vidas, mas podemos fazer muito sobre a largura e a profundidade delas".  Arco íris ( Pe. José Além )


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« Responder #11 em: 02 de Março de 2007, 02:29 »


Pe. José Alem



 Olá"Pessoas se afundam e afogam no vazio, nas drogas não apenas químicas, na corrida frenética pelo prazer, a falta de referência com o passado e com o futuro."  Arco íris (Pe. José Alem)
Por Rita  Rosa

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« Responder #12 em: 03 de Março de 2007, 17:38 »


Pe. José Alem

Padre brasileiro em missão no Canadá - 31/08/2006 - 11:04 

 
Em Edmonton, Canadá, realizou-se nos dias 16, 17, 18, 19 e 20 de Agosto a festa em honra do Sagrado Coração de Jesus. Cantando e rezando em procissão que percorreu algumas ruas desta importante cidade, capital da província de Alberta.
 
Em Missão e para estas festevidades, deslocou-se prepositadamente do Brasil mais propriamente de Campinas, Estado de S. Paulo,  o Rev. Pe. José Alem, para  presidir às cerimônias religiosas que se realizaram na igreja de Nossa Senhora de Fátima, obra que os portugueses aqui edificaram em 1989. Durante estes dias Edmonton foi um grande ponto de encontro de amizade, apostolado e de muita fé.

Pe. Além fala de sua missão no Canadá

"Toda a vida é um dom, uma graça. É isso que descubro a cada dia, em cada momento, em cada pessoa.  Ontem terminei uma etapa de minha visita aqui em Edmonton, Canadá com o encerramento dos encontros de catequese sobre a Eucarisitia. Sinto que também foi a vontade de Deus estar ali fazendo aquele encontro. Todos os presentes puderam de algum modo se encantar um pouco mais com o mistério da fé que celebramos em cada Eucarisitia.
Sempre temos que agradecer sempre e acima de tudo e por tudo".

"Hoje parto para o Quebéc com o Pe. Marinaldo. Vamos juntos conhecer Montreal e visitar como peregrinos o Santuário de São José. Nele vamos levar em nossos corações todas as pessoas que estão em nossas vidas, especialmente aquelas com quem convivemos e particularmente nos são caras. Redescobrir a presença de S. José e sua missão em nossas vidas tem sido uma das mais maravilhosas e encantadoras experiências de vida que tenho feito desde há alguns anos. Acho que essa visita ao seu santuário, o maior do mundo, será expressão de nova graça e confirmação de novos dons".


    Aquecer "Não podemos fazer muito sobre a extensão de nossas vidas, mas podemos fazer muito sobre a largura e a profundidade delas".  Arco íris ( Pe. José Além )


José Alem, brasileiro, natural de Bariri, estado de São Paulo. Filho de pais libaneses.  Membro da congregação dos missionários filhos do Imaculado Coração de Maria – missionários claretianos. Tem dedicado sua vida ao trabalho da Educação e Comunicação como professor de Filosofia, Psicologia, Arte, Educação Religiosa, Espiritualidade, Comunicação.

Contatos: Palestras, cursos, retiros, atendimento pessoal, acompanhamento, publicações – projetologos@yahoo.com.br

 
 
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Fonte: Rita - Internauta católica portuguesa moradora no Canadá
Local:Edmonton (Canadá)
 
 

 
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« Responder #13 em: 04 de Março de 2007, 17:08 »


Pe. José Alem


Olá "Viver é mistério, desafio, arte, confronto, descoberta, encontro, reencontro, caminhar, crescer, aprender, superar. "Viver é amar"  Arco íris (Pe. José Alem)

Por Rita  Rosa Canadá

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« Responder #14 em: 05 de Março de 2007, 20:48 »



Ministrante: Pe. Alem


Nome: Curso Como se Comunicar Bem
Valor:  69.00
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 Olá Cursos on-line....Seja bem vindo a este curso de Comunicação pela Catolicanet. Arco íris (Pe. José Alem)

Descrição:
Você terá a oportunidade de entender melhor o significado da comunicação como uma característica do ser humano e favorecer uma convivência mais feliz. Não será possível esgotar o assunto mas você poderá encontrar elementos que ajudem a aprofundar esse fascinante mistério do ser humano que se comunica de tantos meios. Esse curso será feito por etapas e unidades. Todas elas estão inter-relacionadas e por isso precisam ser vistas sempre no seu conjunto. Terei o cuidado de lhe ajudar a não confundir comunicação com simples informação ou com técnicas pois quando se fala de comunicação se fala de algo muito mais amplo, mais profundo. Todos nós nos comunicamos a todo o instante, de muitos modos, sem deixarmos disso um só instante. É impossível não nos comunicarmos, mesmo quando pensamos que não fazemos isso. Ao descobrir essa verdade você se encantará com a dimensão comunicacional do ser humano e verá como ela faz parte essencial da sua vida, como da vida de todas as pessoas. Muitas vezes se pensa em comunicação só em vista dos meios como rádio, televisão, jornal, internet. Mas isso é apenas um aspecto do vasto, variado e fascinante mundo da comunicação. Nesse curso você terá oportunidade de conhecer mais a comunicação como característica essencial do ser humano com suas múltiplas dimensões. Por isso ao aprender comunicação você aprenderá mais sobre si mesmo, sobre a convivência, o relacionamento, e também sobre linguagens e meios que facilitem a transmitir e receber mensagens com clareza e eficiência. Por trás de cada aula existe uma proposta educativa. Um desejo de ajudar cada estudante a crescer como ser humano e possa ser mais feliz se comunicando melhor. Pois todo o comportamento é comunicação.

Objectivos e conteúdo Objectivos: - Descobrir e aprofundar a dimensão humana da comunicação. - Aprimorar as linguagens de comunicação - Exercitar a comunicação como meio de comunhão.

Metodologia do curso - Você poderá inscrever-se nesse curso quando quiser. Para isso siga os procedimentos indicados por esse portal. - Você poderá estudar no horário que mais lhe for conveniente tendo o cuidado de dedicar atenção total utilizando dos recursos de sua mente para o melhor aproveitamento possível. - Cada etapa tem uma introdução e seus temas . Procure ter uma visão geral de toda a unidade.

Aulas que estarão disponíveis:
» Introdução: Comunicação: sentido, linguagens, meios.
» O fenómeno da comunicação humana.
» O aprendizado da comunicação e sua importância.
» O que é comunicação. O ABC da comunicação.
» Como está minha comunicação - Teste de competência.
» O acto de comunicar.
» Comunicação - tipos e linguagens.
» Tipos de comunicação.
» Comunicação e Educação.
» A comunicação pessoal.
» A inteligência múltipla.
» Posturas corporal, vocal, emocional, mental, espiritual.
» Requisitos para uma boa Comunicação.
» Maturidade humana - processo dinâmico de maturação.
» A in-comunicação.
» AVALIAÇÃO.

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Por Rita  Rosa Canadá
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