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Autor Tópico: Fé  (Lida 1257 vezes)
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Rita*
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« em: 05 de Novembro de 2006, 16:53 »

 AMOR DO PRÓXIMO Excalmação ideia

                     

"Amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a nós mesmos" Excalmação

   
 É uma crença católica que é pecado não praticar o Amor do Próximo, ainda que
seja um inimigo.

  Isto exige que tenhamos um Amor ilimitado ao Próximo, isto é, a todas as
pessoas, não apenas àquelas que nos amam, mas até às que nos querem mal, porque
só assim se entende o que é um amor cristão, um Amor ao Próximo...

  Esta forma de amor é o sinal por excelência da contradição do mundo com o seu
ódio, a sua auto-suficiência e o seu egoísmo.

  O Amor Do Próximo é a fonte da unidade da Igreja e o mais evidente sinal da
presença do Espírito Santo, porque o Espírito Santo é a fonte da caridade, (do
Amor).

  O verdadeiro Amor do Próximo revela o amor de Deus por nós, é fiel,
desinteressado e fonte de paz.

  O Amor do Próximo fundamenta-se na Eucaristia e dela tira toda a sua forma,
pois a Eucaristia é o modelo de todo o Amor do Próximo.

  Amando-nos uns aos outros encontramos formalmente Cristo, o Qual ama o próximo
e nos leva a crer no Amor do Próximo como Ele faz.

  Diz o Catecismo da Igreja Católica :

  2196. - Respondendo à questão posta sobre o primeiro mandamento, Jesus disse :
«O primeiro é : "Escuta, Israel Excalmação O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o
Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua mente e
de  todas as tuas forças Excalmação". O segundo é este : "Amarás o teu próximo como a ti
mesmo". Não há qualquer mandamento maior do que estes».(Mt.12,29-31).

  E o apóstolo S. Paulo lembra :

  - «Quem ama o outro cumpre a lei. É que os mandamentos que dizem : "Não
cometerás adultério, não matarás, não furtarás, não hás-de cobiçar", bem como
qualquer outro mandamento, resumem-se nestas palavras : amarás ao próximo como a
ti mesmo. A caridade não faz mal ao próximo. Portanto, a caridade é o pleno
cumprimento da lei».(Rm.13,8-10).

  E quem é o nosso próximo Interrogação Basta ler a Parábola do Bom Samaritano em Lucas
capítulos 10,25 e seguintes.

  Sobre o Amor de Deus e o Amor do Próximo, os Livros do Novo Testamento estão
cheios de referências.

  A Liturgia da Palavra de hoje assenta toda no amor de Deus e,
consequentemente, também, no amor do próximo.

  O próximo, não é um mito, é todo aquele que se encontra em qualquer espécie de
necessidade, que precisa de ajuda, que tem muitas carências humanas, familiares,
emocionais, que precisa de amor.

             
 Arco íris
   
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A única verdade é a realidade.


« Responder #1 em: 21 de Novembro de 2006, 23:44 »

É engraçado que nunca tinha analizado a fé pelo prisma do amor a Deus, ao próximo e a nós mesmos, mas vistas bem as coisas este prisma fáz todo o sentido pois sem tudo o que descreves a fé não passa de uma palavra oca e sem vida, obrigada pela nova perpetiva de fé que me deste.
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« Responder #2 em: 22 de Novembro de 2006, 09:51 »


Para mim, Fé tem de ter obras, como diz S. Tiago.

Dizer que Deus é Amor, mas também mostrá-lo, ajudando os pobres, não causando problemas no dia-a-dia ... Claro que todos fazemos asneiras, mas até nesses momentos podemos mostrar aos outros o amor de Deus: pedindo perdão pelo que fizémos.

Mas, cuidado... Na parte de dar aos pobres, não vamos vangloriarmo-nos e andar a dizer em tudo o que é sítio o que fizémos. Aí já não é mostrar que DEus é amor, é mostrar que nós somos muito bons. Como Jesus nos ensinou, quando damos com uma mão, a outra deve ficar escondida. Afinal se gostamos de ajudar é graças a Deus que nos pôs isso no nosso coração. Todos os louvores devem ser dados a Ele.


 Aperto de mão

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Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.


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« Responder #3 em: 22 de Novembro de 2006, 14:08 »

A carta de São Tiago mostra-nos um cristianismo muito concreto e prático. A fé deve realizar-se na vida, sobretudo no amor ao próximo e particularmente no compromisso pelos pobres. É com esta base que deve ser lida também a famosa frase: "Assim como o corpo sem alma está morto, assim também a fé sem obras está morta" (Tg 2, 26). Por vezes esta declaração de Tiago foi contraposta às afirmações de Paulo, segundo o qual nós somos tornados por Deus justos não em virtude das nossas obras, mas graças à nossa fé (cf. Gl 2, 16; Rm 3, 28). Contudo, as duas frases, aparentemente contraditórias com as suas perspectivas diversas, na realidade, se forem bem interpretadas, completam-se. São Paulo opõe-se ao orgulho do homem que pensa que não precisa do amor de Deus que nos antecipa, opõe-se ao orgulho da autojustificação sem a graça simplesmente doada e não merecida. Ao contrário, São Tiago fala das obras como fruto normal da fé: "a árvore boa dá bons frutos", diz o Senhor (Mt 7, 17). E São Tiago repete e transmite-nos este conceito.
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« Responder #4 em: 24 de Novembro de 2006, 17:48 »

  Pe. José Alem*


“Rabbi, aumenta a nossa fé!” ideia

Todos vós deveríeis pedir-me sempre me pedir isto, pois nenhum entre vós tem bastante fé, mesmo tendo a certeza de tê-la.
A fé, em vós, nunca é tão forte para não deixar que vós tenhais temores, ou dúvidas diante da dor, vossa e dos outros. Vós gostaríeis de compreender todas as coisas, e se não compreendeis, e não encontrais em vós uma resposta, em vós a fé torna-se frágil. E então pedi sempre, como fizeram então os apóstolos do Meu tempo: “Rabbi, aumenta a nossa fé! Eu vos escuto sempre atendo vossas súplicas para o espírito: aquilo que vós tendes de mais precioso e que não terá fim”.
Naquele tempo expliquei tudo aquilo que o homem deve saber para a sua salvação. Muitos compreenderam melhor que outros e muitos não quiseram compreender; mas a Minha palavra é para todos, conforme os talentos recebidos.
Os que mais compreendem têm responsabilidade maior, e aos simples é dada a sapiência que substitui e supera a ciência dos cultos. A fé não é da cultura, mas sim da sapiência. A fé vem da alma e não do intelecto.
A alma é a coisa preciosa do ser, o intelecto é algo que vem da alma, porém elaborado e muitas vezes corrompido pela mente, que é material. A fé é a nossa força e quanto mais fé, mais forte será. Vós credes que tendes fé: esperai a prova. Ainda tereis fé? Agora sois jovens, sadios; agora sois ricos e às vezes não pensais em Mim: quando pensais em Mim, vós credes ter fé. Esperai a prova, que poderá medir a vossa fé!
E tu que me pedes a fé, já tens minha fé, pois sabes que Eu tudo posso e assim também posso dar-te ainda mais fé. Uma pérola preciosa é aquele que, antes de qualquer outra coisa, pede a fé. Muitos me pedem outras coisas, quase todas pela vida terrena . A fé para a Vida Celeste, a Vida Eterna.
E vós não sois servos úteis. Vós que tendes a missão maior e muitas vezes não sabeis falar de Mim ao mundo. Servos inúteis. Podeis, porém melhorar pedindo-me , vós também : “Rabbi , aumenta nossa fé Excalmação
E Eu vos darei tanta fé , que podereis “arrastar” para o bem os irmãos e não sereis mais servos inúteis , mas verdadeiros apóstolos . A vossa tarefa é maior , porque vós trabalhais para Mim e para levar os irmãos salvos ao Meu Reino .
Vós que , se tendes uma fé verdadeira , podereis aumentá-la nos irmãos . Vós que chamei para isto . A vós eu peço então há séculos , para fazer-me compreender e amar .
E vos peço para ensinar o amor , para exemplares e tender a santidades.
Aqueles que Eu escolhi no meu coração, sois vós que trabalhais para Mim , servos úteis . Vós que levais o amor ao mundo , com Meu amor para o mundo . Eu torno as coisas fáceis para aqueles que têm mais fé ; ainda , e sempre , vos repito : “não vos canseis de pedir-me mais fé .”
A fé que opera milagres , a fé que não têm temores , mas somente certezas.
“Rabbi , eu sei que Tu me ajudas . Então entrego a Ti meus pensamentos e minhas preocupações . Rabbi és Deus e tudo podes . . .”
Bastam-Me estas palavras pronunciadas com fé ; escuto vossos pensamentos e as vossas palavras mais sinceras . E vós , tende certeza , Eu vos escuto . E para aumentar a vossa fé , vos ofereço também essas palavras de Vida .
Não vos digo nada de novo , pois tudo Eu já disse ; mas estas palavras chegam até vós como milagre , vós que estais neste desígnio .
Muitas palavras ainda vos darei , sempre e somente para aumentar a vossa fé . Para vós , os mais sensíveis . E quem escuta e não crê que as palavras sejam Minhas , é aquele que nunca abriu a alma para Mim . Como pode então entrar a fé numa alma que não se abre para Mim Interrogação
Eu , no Pai , serei o Criador também desta alma ; no entanto eu bati e não pude entrar .
Quem abre a alma para Minha Palavra , vive e viverá de Mim . Esta é a fé.
E não julgueis aquilo que não compreendeis . No tempo vós vedes o tempo , o presente , e conheceis o passado . Eu , Deus de Deus , acima do tempo , conheço todas as coisas e as tantas que , no tempo , produzirão os efeitos maravilhosos do vosso eterno futuro .
 
* Missionário Filho do Imaculado Coração de Maria.
   www.Josealem.com.br


 
 
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« Responder #5 em: 03 de Dezembro de 2006, 18:30 »

ADVENTO Excalmação  ideia


Que alegria quando me disseram :

- «Vamos para a casa do Senhor...».

O Advento é a Quadra do Ano Litúrgico que se celebra a partir da Festa de Cristo Rei, pois que esta festa é no último Domingo do Ano Litúrgico, até à véspera do Natal.

Esta palavra Advento deriva do Latim Adventus, e significa Vinda.

Portanto, o Advento é o tempo litúrgico que prepara a Vinda de Cristo, isto é, o Natal.

Neste tempo os católicos celebram a Vinda de Jesus à Terra e a Sua contínua presença na Comunidade dos fiéis ou Povo de Deus que é a Igreja.

Eles fazem assim a sua preparação para a glória futura através da sua conversão de vida.

Por esta razão o Advento é um tempo de jejum e de penitência, um tempo de meditação e de renovação de vida.

Este tempo do Advento já é celebrado pela Igreja desde o século IV e foi mencionado no Concílio de Saragoça, que se realizou no ano 380 e foi celebrado pelos cristãos da Europa, portanto, antes do ano 500, mas não por toda a Igreja católica romana até ao século VI.

A partir do fim do século VI o Papa Gregório I (o Grande)-(590-604), reduziu os Domingos do Advento a quatro, porque antes eram seis, e ele mesmo escreveu as orações para esses quatro Domingos e escolheu as leituras bíblicas para o tempo do Advento.

A partir do século VIII o Primeiro Domingo do Advento marcava oficialmente o início do Ano Litúrgico.

Apesar de ser um tempo de penitência, o Advento é também um tempo de esperança.

Assim, o Terceiro Domingo é chamado o Domingo Gaudete (Alegrai-vos), que introduz uma nota de alegria na liturgia do Advento, para indicar a esperança e a segurança da Redenção operada por Cristo para o género humano.

Nos tempos de hoje os católicos celebram o Advento em ordem a tornarem-se mais conscientes da presença contínua de Cristo na Sua Igreja e a pensarem no facto de que Ele se tornou homem para a salvação da humanidade e da sua libertação da condição de pecado.

A Liturgia da Palavra dos dois primeiros Domingos do Advento, apresenta Jesus que há-de vir no fim dos tempos como juiz para nos julgar.

A Liturgia da Palavra dos dois últimos Domingos, a começar no Domingo Gaudete, centra-se em especial na alegria e esperança, da festa do Natal.

Gaudete significa Alegrai-vos, e é esta a primeira palavra introdutória, e está relacionada com os festivais das colheitas, as Saturnais (17-23) de Dezembro.

No dia 17 de Dezembro era oferecido um sacrifício a Saturno, o deus pagão da agricultura.

Há uma certa evidência pelo facto desta segunda parte do Advento coincidir com as Saturnais pagãs.

Há uma antiga tradição de se cantarem as Antífonas "O" na liturgia das Horas, exactamente nos mesmos dias das Saturnais.

Cantar as Antífonas "O" , antiga tradição do Advento, ainda hoje é popular, que são os versículos do Aleluia de 17 a 23 de Dezembro.

O SAPIENTIA Vinde, Sabedoria do nosso Deus ...

O ADONAI Vinde, Chefe do Antigo Israel...

O RADIX JESSE Vinde, Flor de Jessé...

O CLAVIS DAVID Vinde, Rei de David...

O ORIENS Vinde, Aurora radiante...

O REX GENTIUM Vinde, Rei das Nações...

O EMMANUEL Vinde, Deus connosco...

O Advento é, portanto, o tempo de olhar para o Natal que se aproxima.

É, portanto, um tempo de preparação.

Para muito boa gente a preparação para o Natal situa-se em compras, decorações, presentes, viagens, banquetes e diversões de toda a espécie de modo a dar uma nova feição ao ambiente da família.

Tudo isto está certo, mas esta preparação deve ir mais além, deve ter um sentido mais profundo simbolizado pelas muitas velas que neste tempo se acendem em muitas circunstâncias.

Uma vela acesa, ilumina, aquece, apaga as trevas e permite-nos ver muitas coisas que a escuridão esconde.

Ela deve ser a comunicação da luz de cada um em benefício das trevas dos outros para que em todos haja uma verdadeira abertura espiritual ao Deus Menino que vem mais uma vez procurar um abrigo na alma de cada um de nós com vontade de fazer aí sua morada permanente e amorosa.

Pertence a cada um de nós preparar conveniente uma boa morada.


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« Responder #6 em: 03 de Dezembro de 2006, 20:52 »

Nunca tinha pensado no que escreveste.

Olho para as velas que tanto se usam agora e não lhes dou grande significado. Gostei e por isso vou citar a Rita:

"Uma vela acesa, ilumina, aquece, apaga as trevas e permite-nos ver muitas coisas que a escuridão esconde.

Ela deve ser a comunicação da luz de cada um em benefício das trevas dos outros para que em todos haja uma verdadeira abertura espiritual ao Deus Menino que vem mais uma vez procurar um abrigo na alma de cada um de nós com vontade de fazer aí sua morada permanente e amorosa. "

 Vou passar a olhar para as velas de forma diferente.

E vocês concordam com a Rita Interrogação

Acho que um bom modo de viver o Advento é esforçar-se por ser amável, sorridente, criar um ambiente agradável....mesmo quando apetece  Zangado

 Xau



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« Responder #7 em: 20 de Dezembro de 2006, 18:14 »

Igreja na Holanda redescobre fé Excalmação

A Igreja na Holanda está redescobrindo a fé, não com grandes números, mas com um forte compromisso, afirma um jornalista católico.

Ed Arons, de 58 anos, diretor da revista semanal «Katholiek Nieuwsblad», compartilhou com Zenit seus pontos de vista sobre a situação dos católicos holandeses.

Após uma época brilhante de presença de missionários, ordens religiosas e vivacidade da Igreja, Arons explica que «a Igreja na Holanda atravessou um período muito triste».

«No período de nosso esforço missionário, ser católico era tão fácil que, de fato, fracassamos em transmitir a fé de modo pessoal e comprometido», confessa.

Nos anos do Concílio Vaticano II e depois, «baseados em uma errada compreensão, muitos teólogos e sacerdotes optaram por uma religião secular, por um Evangelho social».

Arons afirma que muitos leigos seguiram seus líderes «sem ter os meios para discernir o que estava sucedendo. A maior parte daquela geração está agora perdida para a Igreja e influiu nos próprios filhos de modo negativo, mantendo-os afastados da riqueza de Deus na Igreja».

Recentemente, contudo, «uma nova geração, já não dominada pelo preconceito, está redescobrindo a fé, por exemplo, durante as Jornadas Mundiais da Juventude».

Não se fala de grandes números, reconhece Arons, mas de grande compromisso.

Um aspecto positivo é também o fato de que, «após um período de bispos titubeantes, a maior parte das dioceses tem o valor de seguir em uma direção plenamente em linha com a Igreja de Roma».

Arons sublinha que a sociedade holandesa foi durante anos «muito crítica» com relação à Igreja Católica: «Muitos de seus valores foram ativamente atacados e mudados, inclusive no âmbito de leis muito liberais. Mas também neste caso há uma mudança».

«Há um crescente interesse sem preconceitos por uma autêntica vida espiritual, dado que muitos se dão conta do vazio de uma vida meramente materialista -- constata. Esta mudança se pode notar também nos meios, por exemplo, por ocasião da morte de nosso grande Papa João Paulo II.»

Contudo -- observa -- «é uma pena que nossa Igreja não tenha ainda as pessoas e os meios para enfrentar realmente este desafio».

Arons adverte que nas principais questões morais, «além de poucas exceções positivas», a voz da Igreja é «escassamente ouvida, e se limita em geral a um comunicado de imprensa ou a uma pastoral».

Apesar disso, «a Igreja na Holanda está de volta de um trágico desvio -- conclui. Precisaremos de tempo para que esteja de novo preparada para desempenhar seu papel, do qual nossa sociedade tem grande necessidade. Mas Deus está actuando, e já percorremos um longo caminho».



Fonte: Zenit.org


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« Responder #8 em: 20 de Dezembro de 2006, 22:19 »

 Obrigado pela notícia.
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« Responder #9 em: 27 de Junho de 2007, 14:41 »

    A Fé é a virtude sobrenatural pela qual aceitamos firmemente as verdades que Deus revelou e que a Igreja nos ensina.

    Sem a fé é impossível a pessoa se salvar.

    A Fé é uma virtude intelectual. É no nosso intelecto que aceitamos as verdades que Deus nos revelou, e as aceitamos intelectualmente com o assentimento da vontade. Sem a fé não podemos amar. Sem Fé não há caridade. Ninguém pode amar o  que não conhece. Só amamos o que antes conhecemos. Por isso, só podemos amar com caridade (que é amar a Deus e ao próximo por causa de Deus). Só existe caridade com base na Fé.

    A Fé é como os pilares que sustentam o telhado de uma casa. Se não há pilares, o telhado não pode existir. Sem Fé, não há caridade.

    A Fé deve ser íntegra, isto é, inteira. A Fé ou é inteira ou não existe. Se duvido de uma só coisa que Deus revelou, estarei duvidando de Deus, e então não O terei mais como perfeito absoluto. A Fé, então, é como a virgindade: ou é inteira e íntegra ou não existe. Não há meia Fé.

    A Fé pode ser inteira, porém, de graus diferentes. A Fé pode ter maior ou menor grau. Por isso, Jesus disse que alguns tinham pouca Fé, e de outros disse: "Grande é a tua Fé".

    Deus não abandona ninguém, pois quer salvar a todos. Portanto, Ele concede a todos os meios para ter Fé. No Baptismo, todos recebem a virtude da Fé infusa e o dom da Fé. Aos que não são baptizados, Deus dá graças que os chama para a Fé.

    Perde-se a Fé quando se coloca em dúvida qualquer verdade que Deus revelou e que a Igreja ensina como dogma ou como verdade de Fé que deve ser crida por todos os fiéis.

    Convém rezar sempre pedindo a Deus que nos mantenha fiéis aumentando a nossa Fé que é uma certeza sobrenatual em tudo o que Deus revelou e que a Igreja ensina.
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