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Autor Tópico: Pais de bem com a espiritualidade, filhos de bem com a vida  (Lida 1115 vezes)
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docenuvem
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« em: 02 de Junho de 2006, 11:27 »

Pais de bem com a espiritualidade, filhos de bem com a vida
:: Adília Belotti ::


A gente sabe tudo sobre educação de crianças, psicologia infantil, comportamento de adolescentes, não éInterrogação Está tudo ao alcance da mão. Basta um clique (literalmente) e um universo inacreditável de informações cai no nosso colo.
E lá ficamos nós, engolidos em perplexidade, perguntando: “Afinal, com tantos recursos, com tanta informação, por que a gente não acerta sempre? Por que temos essa sensação de que alguma coisa saiu errada?

Filmes como Kids (lembra desse?) ou como um outro que meu filho de 18 me fez assistir, “Réquiem” para um sonho, mostram crianças e jovens jogados em um mundo sempre muito escuro e do qual eles mal se dão conta, tão intoxicados pelas drogas e pelo escapismo mais brutal. Como foi que aqueles bebês risonhos cresceram para ficar assim? Onde foi que perdemos contato com eles?

Ninguém discute que somos todos bem-intencionadas criaturas que procuram dar o melhor para seus filhos. Então o que é que pode estar faltando? Para alguns estudiosos, a resposta é clara: no afã de prover os filhos com tanto conhecimento e tantos cursos, brinquedos, treinos, aparelhos, idiomas, os pais esqueceram de olhar para dentro de suas crianças e enxergá-las como verdadeiramente são: seres espirituais.

Nessa linha de pensamento, Mimi Doe, uma especialista em educação e autora de vários livros e de programas infantis não-violentos para a televisão, faz uma afirmação inspiradora: “A espiritualidade é a base a partir da qual nascem a auto-estima, os valores, a ética e a sensação de fazer parte de algo. É a espiritualidade que determina o sentido e o significado da vida”. Bingo!

Outros estudiosos fazem eco. Spiritual Parenting (uma expressãozinha difícil de traduzir, mas que significaria algo como paternidade/maternidade espiritual), é uma idéia que abre muitas possibilidades e já aportou por essas nossas bandas, alguns textos publicados em português.

Peguei o livro de Mimi Doe para ler, confesso, com um pouco de desconfiança (detesto livros de fórmulas prontas, são um insulto para a nossa inteligência!).
Não fiquei nada decepcionada. Ao contrário, o livro é cheio de idéias para a gente resgatar o caráter sagrado dessa tarefa tão antiga que é criar filhos.

Houve um tempo em que nossos filhos eram nossa única garantia de imortalidade. Através deles, nos sentíamos projetados para o futuro, elos de uma cadeia sem fim. Os gestos repetidos, os ensinamentos, os exemplos, as histórias contadas, as receitas, as festas, as tradições, tudo era parte de um legado que transmitíamos às crianças, mas que, na verdade, não nos pertencia.
Os pais eram uma ponte entre o passado e o futuro. E criar filhos era transmitir a herança da espécie, da melhor forma possível, porque cada um dos nossos atos era apenas um movimento na grande dança do universo.

A proposta de Mimi é resgatar esse sentimento de que educar filhos pode ser, ainda hoje, um verdadeiro milagre. Não, não é nada esotérico, nem específico dessa ou daquela religião. Ao contrário, abrir um espaço para a espiritualidade na relação com as crianças é fazer coisas simples, como criar um ambiente agradável e receptivo na hora do jantar ou marcar um dia por mês para um “estar em família” diferente. Juntos, talvez você e ele se animem a aprender a meditar, a valorizar a bondade e a compaixão através das boas ações, a tirar da gaveta aquela idéia de participar de um projeto comunitário.

Uma outra idéia importante: deixar que nossos pequenos nos inspirem. Eles são naturalmente conectados com essa forma de espiritualidade. E se estivermos mais atentos, podemos aprender muito com a sua poderosa intuição.

Hugh Prather, um outro autor, confirma que essa é a primeira regra de ouro para quem quer se tornar um pai (ou mãe) mais espiritual: as crianças estão próximas de Deus e podem nos ajudar muito a encontrá-lo. Isso não quer dizer que elas não precisem de disciplina, de orientação ou de firmeza. Mas significa que ser pais não nos torna automaticamente sábios e que devemos ir com calma antes de achar que sabemos sempre o que é melhor para as crianças. Na verdade, nós apenas percorremos juntos a mesma estrada e fomos os escolhidos para a posição de guias não por sermos superiores, mas porque conhecemos melhor o mundo. Só por isso. Do ponto de vista de Deus, esse bebê que você segura com tanto cuidado, pode ser tão sábio quanto você, mesmo que seja sua a função de amamentá-lo e de cuidar dele até que ele possa fazer isso sozinho.

Vamos conversar mais sobre isso qualquer horinha, mas, por hoje, pincei algumas idéias do livro de Mimi Doe para compartilhar com você.

1. Deixe de lado os seus velhos programas de educação, os erros cometidos por seus pais, os “deveres” e “obrigações” que foram se infiltrando no seu jeito de educar. Você é você mesmo e seu filho é ele mesmo. Vocês dois foram reunidos por Deus por algum motivo. Acredite, você e seu pequeno foram, literalmente, feitos um para o outro.

2. Ensine seu filho a desenvolver a concentração no pensar. Use como exemplo uma lanterna ou um foco de luz cortando a escuridão. Os pensamentos dele são como esse raio de luz atravessando o universo, juntando e iluminando os seus desejos. Essa imagem vai ajudar seu filho a entender que nossos pensamentos podem provocar grandes mudanças na nossa vida.

3. Busque o maravilhoso fora do trivial. Celebre junto com seu filho os fatos admiráveis de cada dia. Invente rituais, motivos para celebrar, encha sua casa com música, dance, caminhe na chuva. Se faltarem idéias, tome emprestadas algumas fantasias de seu filho. Com certeza ele vai adorar compartilhar esses tesouros com você.

4. As palavras são importantes. Use-as com cuidado. Em geral, elas refletem nosso jeito de estar no mundo. Institua em sua casa a regra de não permitir rebaixamentos nem zombarias. O deboche é um meio seguro de arrasar o espírito.

5. Faça de cada dia um novo começo. Por pior que tenha sido o dia de hoje, amanhã é um novo dia e ninguém sabe ou pode garantir o que ele vai trazer. Dê de presente para seu filho um dia cheio de possibilidades, um dia sagrado. Um dia para ser saboreado minuto a minuto, intensamente.

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"Dentro de vinte anos, você lamentará mais
as coisas que não fez, do que as coisas feitas.
 
Por isso, solte as amarras e abandone o
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seraksim
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Não sou o dono do mundo...mas sou filho do Dono !!


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« Responder #1 em: 02 de Junho de 2006, 11:56 »

Exelentes conselhos Excalmação!!!

 Obrigado
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No forum Sao Romao
Existe muita informação
Por isso não te esqueças
De o ter sempre no coração.
isaura
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Um dia de cada vez ....


« Responder #2 em: 02 de Junho de 2006, 15:05 »

Exelente tópico  Flores
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Você já saudou o dia de hoje?

Olhe pela janela e diga BOM DIA!para a vida.

Ela sorrirá para você.

Experimente!!!!!!
Petala de Rosa
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Nenhum caminho é longo demais com os amigos


« Responder #3 em: 14 de Junho de 2006, 00:36 »

 Obrigado Obrigado    É bom ler conselhos tão validos
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"Não tenho nada para oferecer e nada para pedir. Vou ter contigo, Mãe, para te poder olhar. Não vou dizer nada, só olhar para o teu rosto, deixando o coração cantar na sua linguagem"
docenuvem
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« Responder #4 em: 14 de Junho de 2006, 09:09 »

 bjs..Excalmação!!!)
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Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.


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« Responder #5 em: 26 de Julho de 2006, 09:25 »

Óptimo tópico. k+ para você docenuvem!

palmas
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docenuvem
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« Responder #6 em: 26 de Julho de 2006, 10:24 »

Muito obrigada senhor Trofa.
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Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.


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« Responder #7 em: 26 de Julho de 2006, 10:46 »

Senhor O quê? Senhor há só um e está lá em cima a olhar por nós. Smiley
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marta
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« Responder #8 em: 16 de Setembro de 2006, 19:54 »

 Arco íris Anjinho
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Se o teu problema tem solução...relaxa...tem solução. Se não tem solução...relaxa...não tem solução
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« Responder #9 em: 23 de Setembro de 2006, 05:25 »

O que faz uma família ser saudável.


1 - Apreciação mútua.
 
 
Famílias estáveis e saudáveis cultivam a apreciação entre os seus membros.
Então, o segredo para cultivar uma saúde familiar é elogiar sempre. Nunca
perder uma oportunidade para elogiar e enaltecer o cônjuge, os filhos,
irmãos e pais. "O princípio mais profundo natureza humana é o anelo de ser
apreciado", escreveu William James.
 
2 - Capacidade para resolverem juntos os conflitos.
 
 
Os conflitos, em qualquer relação humana, são inevitáveis. A grande questão
é saber identificar e resolvê-los de uma maneira em que todos saiam
vencedores. Muitas vezes, famílias se tornam frágeis e problemáticas porque
na resolução de um conflito, há perdedores e vencedores.
 
3 - Comunicação aberta.
 
 
Numa família saudável a comunicação é valorizada. Os assuntos são
conversados sem tabus, os sentimentos são externados sem rancor. Não há
acusações ou críticas. Os cônjuges sentem liberdades para exporem suas
idéias e sentimentos. Pais conversam com os filhos sobre temas importantes.
 
4 - Compromisso mútuo.
 
 
Numa família saudável, há um forte sentimento de compromisso entre os seus
membros. Os cônjuges sentem-se compromissados pelo bem-estar e crescimento
um do outro. Os pais sentem-se compromissados com crescimento integral dos
filhos e assim por diante.
 
5 - Dedicação de tempo.
 
 
Famílias saudáveis e competentes investem tempo e energia na construção e
manutenção de um relacionamento construtivo. Os cônjuges conversam mais
entre si, os pais brincam mais com os filhos, há mais caminhadas de mãos
dadas. Há quantidade e qualidade de dedicação de tempo.
 
6 - Compartilhamento de tradições.
 
 
Famílias saudáveis valorizam os almoços à mesa, as férias são momentos
inesquecíveis, os aniversários, mesmo com simplicidade, são comemorados, os
dias festivos são lembrados e vividos intensamente, a participação nos
cultos torna-se importante. "Essas tradições, pequenas e grandes, são o que
estreita os nossos laços, nos renova e nos dá uma identidade enquanto
família", diz Stephen R. Covey.
 
7 - Compartilham a fé comum.
 
 
Sabemos que quando Deus se torna o fundamento de uma família, esta passa a
ter totais condições de ser feliz e saudável. "A família foi constituída
pelo próprio Deus e deve tê-lo como fator central", afirma o Dr. Merval
Rosa.
Que cada um de nós seja responsável pelo cultivo dessas atitudes em
nossas famílias. Fazendo isso, estaremos construindo, no novo milênio,
famílias que sejam esteio e colunas da sociedade.
 
  Anjinho

(Gilson Bifano)






 
« Última modificação: 23 de Setembro de 2006, 05:28 por Rita* » Registado
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« Responder #10 em: 23 de Setembro de 2006, 15:31 »

 Hello

Os Dez Mandamentos do Matrimónio.

1. Amarás nas suas quatro dimensões.

- Dimensão afectiva.
- Dimensão espiritual
- Dimensão da amizade.
- Dimensão sexual.

2. Respeitarás o teu conjugue.

O respeito perde-se:
- Pela palavra.
- Pelo silêncio (silêncios que matam)
- Pelos gestos: (quando se chega a gestos violentos, acaba-se o matrimónio).

3. Conversarás com o teu conjugue. Saber escutar e falar. Não é mera tagarelice, mas partilha de tudo o que há no interior.

4. Gastar-te-ás em detalhes para com o teu conjugue (essa flor, esse gesto, essa palavra que sabes que lhe agrada).

5. Cultivarás o sentido do humor. A vida não é uma comédia, mas também não uma tragédia. É um drama, com coisas boas e más.

6. Oferecerás ao teu conjugue um dia de passeio por mês, a sós, sem os filhos.

7. Viverás o matrimónio não como uma meta, mas como um caminho. Se o consideras uma meta, é como dizer “já cheguei”, então já tudo terminou, canso-me, aborreço-me, apoltrono-me e termino com outra.

8. Não falarás das ofensas, defeitos e falhas a cada momento. O que passou, passou.

9. Saberás perdoar, inclusivé a infidelidade.

10. Confiarás no teu conjugue. Os ciúmes matam o matrimónio.

Estes Dez Mandamentos devem sustentar-se em Deus, caso contrário são muito difíceis de cumprir.

Decálogo para ser fiel

1) Reflectir sobre o sagrado do matrimónio aos olhos de Deus

É um caminho de realização pessoal e é sagrado porque vem de Deus, e o que Deus quer é sempre bom. É sagrado porque Cristo o elevou à dignidade de sacramento. É o símbolo do amor de Deus à humanidade. É muito proveitoso ler a carta dos Efésios.

2) Estar disposto a dar e a receber

Cada um tem um tesouro que deve estar disposto a compartilhar com o outro, cada um tem características próprias que deve por ao serviço do outro. A mulher é mais intuitiva, generosa, delicada, terna, com mais tacto. O homem é mais pragmático, racional, firme. Mutuamente devem compenetrar-se e complementar-se nas carências de cada um. Há que dar e receber. Se só damos, esvaziamo-nos, se só recebemos, somos egoístas. O amor é dar e receber.

3) Gastar-te-ás nos detalhes para com o outro.

O detalhe é a essência, o extracto do amor. “Diz-me que detalhes tens com o teu esposo/a e dir-te-ei como é o teu amor”.

Detalhes que uma mulher pediria ao seu esposo:

· Não te queixes por estares esgotado pelo trabalho
· Não me interrompas quando estou a falar
· Depois de uma discussão, não passes três dias sem me falar, zangado
· Não me lembres continuamente as minhas faltas passadas
· De vez em quando diz-me que estou bonita e atraente
· Durante as refeições, presta-me atenção porque não sou uma parede
· Fala-me um pouco do que vais fazer, ainda que seja trivial
· Preocupa-te com os teus filhos quando chegas a casa
· Colabora nas tarefas domésticas
· Nalgum dia especial, leva-me a jantar fora
· Dá-me um beijo ao despedir-te

Detalhes que um esposo pediria à sua mulher:

· Enche os meus tempos de descanso com paz e sossego e fala-me dos gastos no momento oportuno
· Gasta menos, sê mais económica
· De vez em quando elogia-me, elogia a minha carreira pois “o meu triunfo é também teu”
· Nunca compares o nosso matrimónio com outros
· Sê oportuna quando tiveres de me corrigir e nunca diante dos nossos filhos e amigos
· Não te queixes por tudo nem discutas por insignificâncias
· Não rejeites sistematicamente os meus programas de televisão, os meus gostos

4) Respeitar as características do outro

Não podemos mudar as características do outro, pelo contrário, devemos enriquecermo-nos com elas. O outro é diferente de ti, por isso respeita-o. O respeito significa capacidade de perdoar, abertura, não reparar nos defeitos do outro, compreensão. O respeito pode quebrar-se de três maneiras: com a palavra (dura, grosseira, ordinária), por actos (agressão física) ou com gestos (caras largas, desprezos, silêncios eloquentes). Há que saber ver as virtudes do outro e lisonjeá-las.


5) Evitar discussões desnecessárias

As discussões desnecessárias desunem e destroem a harmonia familiar. Não se deve discutir, deve-se analisar. Com as discussões ganham-se aborrecimentos, nervos, maus exemplos para os filhos, idas ao psicólogo ou ao psiquiatra.

6) Superar o passado para não voltar a antigos episódios de ofensas.

”Fugiste, disseste-me, deixaste de fazer, dizia-te”, são frases de censura. O passado há que perdoá-lo com magnanimidade. Sobre o passado deve-se construir um futuro de amor e perdão. Se se fala continuamente das ofensas, a ferida não cura, não cicatriza, continua a supurar e termina com lesões.

7) Dominar a tendência para controlar, vigiar o conjugue

“Que fizeste, com quem estiveste?”. O matrimónio tem de ter como base a confiança no outro. Se continuamente se desconfia do conjugue, se se tem medo da infidelidade, se se vive com zelos, esse matrimónio é um tormento. O conjugue não deve ser nunca polícia do outro conjugue, mas companheiro e amigo.

Cool Cultivar o sentido do humor

O bom humor oxigena o matrimónio. A vida não é uma tragédia nem uma comédia, é um drama com coisas boas e más. O humor alcança um bom nível de higiene mental. A pessoa sem humor torna-se desconfiada, mal-humorada, susceptível. O bom humor faz crescer o matrimónio em harmonia e paz.

9) Gratifica o teu esposo/a com um dia azul e cada ano com um bom presente

Há que romper com a monotonia, a rotina. Há que sair para passear com a esposa e filhos, levá-los a almoçar fora, oferecer-lhes algo de surpresa, sem ter de esperar por comemorações, aniversários, etc.

10) Integrar todos os aspectos do amor (afectivo, amistoso, sexual, espiritual)

Afectivo: o amor afectivo comunica ternura. O que é a ternura? É esse meter-se no estado de ânimo do outro, partilhar esse ânimo. Como é possível que o esposo/a não se dê conta que o outro conjugue está doente, triste? Porquê? A ternura acerca-se da alma para dar compreensão ao outro, é altruísta, é desejo de compreensão, de aceitação do outro. Pelo contrário a sensualidade é egoísta, busca o seu próprio prazer, o seu próprio interesse de gozo. O amor efectivo no matrimónio manifesta-se através de uma carícia nobre, um sorriso. É desinteressado.

Sexual: O sexo é um instrumento que Deus criou com duas finalidades: procriar (comunicar a vida) e para crescer no amor, na entrega dentro do matrimónio. Deste modo o sexo converte-se numa linguagem interior profunda com a ânsia de transmitir ao outro o que somos. É a entrega de toda a pessoa, se não se dá isto, é pura satisfação. A pornografia distorce o sentido do sexo.

O corpo não é um bem de consumo, é instrumento de diálogo profundo de duas pessoas. Freud disse: “todos os males que nos acontecem, vêm-nos por reprimir o sexo” e aconselha dar-se o prazer. É evidente que esta afirmação é errada.

Mas por sua vez a Igreja tem a sua regra sobre a vida sexual a qual deve ser: serena, equilibrada, sã e dentro dos limites da dignidade humana. O sexo dentro do casal, não deve ser o mais importante, o único. Se estas relações começam assim vão por mal caminho já que divinizam, entronizam o sexo. O sexo é um meio para o fim que já explicámos antes. Converter o sexo num fim em si mesmo é um erro.

Amistoso: amar o outro como pessoa, respeitá-lo como tal. Encontrar no outro um outro eu com o qual partilhar alegrias, tristezas, consolos, dúvidas. É o amor que se dá ao outro na intimidade da pessoa. Revelamo-nos à pessoa a quem nos damos. Amar o outro buscando, querendo, protegendo, defendendo o bem do outro. O amor de amizade diz: eu quero-te porque és tu, faço-te feliz porque te quero, enquanto que o egoísta diz: fazes-me feliz porque me satisfazes. O egoísmo é o verme do amor. Ter um amigo é ter um tesouro, quem o encontre que não o perca. É um amor firme quando estamos débeis, alegre quando estamos tristes. Cristo é o nosso melhor amigo, logo deve seguir o conjugue com o qual vamos partilhar a nossa existência.

Espiritual: Amar o outro porque é filho de Deus, é irmão em Cristo e temos que o amar com as mesmas características do amor divino: com amor de perdão, aberto, que anima, que reparte tudo o que tem, que sabe ver detrás não só o esposo/a mas um filho de Deus. Deus ama a todos com amor espiritual e transmitiu-o à humanidade através de Cristo para que assim possamos amá-lo melhor e amar os Homens por amor a Deus. Este amor aumenta-se com oração e sacramentos. Quem mais ora, mais amor espiritual terá. Se não se dá esta dimensão espiritual, as outras dimensões caem.

P. Antonio Rivero


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« Responder #11 em: 23 de Setembro de 2006, 15:42 »

  Olá

Cuida-te quando fazes uma Mulher chorar, pois Deus conta as suas lágrimas. A Mulher foi feita da costela do Homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser amada".

 Cool
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« Responder #12 em: 23 de Setembro de 2006, 15:53 »

Um  K+  de Presente para si Rita.  Flores
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« Responder #13 em: 04 de Novembro de 2006, 04:45 »


Para os Pais Pensarem


Um dia, quando um homem chegou tarde a casa, cansado e irritado  após um dia   de trabalho, encontrou esperando por si à porta o seu filho de 5 anos.
    * Papa, posso fazer-te uma pergunta?
   * Claro que sim; o que e?
   * Quanto ganhas numa hora?
   * Isso não é da tua conta; porque me perguntas isso?Excalmação - respondeu o   homem zangado.
   * ... So para saber; por favor... vá lá... quanto ganhas numa  hora? -   perguntou novamente o miudo.
   * Bom... já que queres tanto saber, ganho 10 Euro por hora.
   * Oh!, suspirou o rapazinho baixando a cabeça.
Passado um pouco, olhando para cima, perguntou: Papa, emprestas-me 5 Euro Interrogação
O pai, furioso, respondeu: Se a razão de tu me teres perguntado isso,  foi  para me pedires dinheiro para brinquedos caros ou outro disparate qualquer,  a resposta é não; e de castigo, vais já para a cama. Vai pensando no menino  egoista que estás a ser. A minha vida de trabalho é dura demais para  eu  perder tempo com os teus caprichos.
O rapazinho, cabisbaixo, dirigiu-se silênciosamente para o seu  quarto e  fechou a porta.
Sentado na sala, o homem ficou a meditar sobre o comportamento do filho  e ainda se irritou mais; como se atrevia ele a fazer-lhe perguntas daquelas?
Como, ainda tão novo, já se preocupava em arranjar dinheiro?
Passada mais ou menos uma hora, já mais calmo, o homem começou a ficar com remorsos da   sua reacção. Talvez o filho precisasse mesmo de comprar qualquer coisa com os cinco euros; afinal, até era muito raro o miudo pedir-lhe dinheiro.
Dirigiu-se ao quarto do filho e abriu devagarinho a porta.
   * Ja estás a dormir? Perguntou.
   * Não papá, ainda estou acordado, respondeu o miudo.
   * Estive a pensar... Talvez tenha sido severo demais contigo - disse o homem. Tive um longo e exaustivo dia e acabei por desabafar contigo;
   * Toma  lá os 5 Euro que me pediste.
O rapazinho endireitou-se imediatamente na cama, sorrindo: Oh,  papá! Obrigado! E levantando a almofada, pegou num frasco cheio de  moedas.
O pai, vendo que o rapaz afinal tinha dinheiro, começou novamente a  ficar   zangado.
O filho começou lentamente a contar o dinheiro, até que olhou para o pai.
   * Para que queres mais dinheiro se já tens ai esse? - resmungou o pai.
   * Porque não tinha o suficiente; agora já tenho! - respondeu o rapaz.
   * Papá, agora ja tenho 10 Euro, já posso comprar uma hora do teu    tempo, não posso? Por favor, vem uma hora mais cedo amanhã; gostava tanto   de  jantar contigo...


 Anjinho


 
 
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