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Autor Tópico: Reflexão do dia  (Lida 10843 vezes)
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« Responder #75 em: 16 de Outubro de 2006, 10:05 »

Aqui está quem é maior do que Jonas.

Jesus apresenta, como sinal definitivo da sua divindade de Messias, a saída do ventre da morte com vida mais plena que a de Jonas saído ileso do ventre da baleia (Evangelho). E S. Paulo explica a vida diferente de quem nasce segundo a carne e a de quem nasce segundo a promessa feita a quem tem fé em Deus como Abraão (1ª leitura).

A única vida que «levanta do pó o indigente» é a que nos abriu Jesus ao ressurgir glorioso do ventre da morte. «Bendito seja, por isso, o Senhor para sempre» (Salmo).

Fonte: AO
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« Responder #76 em: 17 de Outubro de 2006, 10:03 »

Limpais o exterior do copo… mas o vosso interior está cheio de rapina.

Para marcar posição de que não são as lavagens exteriores que libertam da «rapina e perversidade» interiores, mas a generosidade em partilhar, Jesus recusou-Se a fazer as abluções rituais (Evangelho). E S. Paulo diz que o que nos liberta para o bem, não são as prescrições da Lei, mas a adesão de fé a Jesus comprovada pela caridade (1ª leitura).

Para nos esquivarmos às exigências da fé a obras de caridade, preferimos muitas vezes ficar em ritualismos pios e supersticiosos. Mas sobre os que buscam a verdade de vida é que «desce a bondade do Senhor» (Salmo).

Fonte: AO
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« Responder #77 em: 17 de Outubro de 2006, 11:28 »

Purificar o interior do nosso coração

«É justo e santo, irmãos, obedecer a Deus mais do que seguir os agitadores orgulhosos... Liguemo-nos àqueles que piedosamente praticam a paz e não aos que fingem querer a paz.

Com efeito, em alguma parte está escrito: "Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim" (Is 29,13; Mc 7,6). E também: "Bendizem com a boca mas amaldiçoam com o coração" (Sl 61,5). E ainda: "Amaram-no com a boca e mentiram-lhe com a língua; o seu coração não foi recto para com Ele e não permaneceram fiéis à sua aliança" (Sl 77,36)...

Na verdade, Cristo pertence aos que são humildes de coração, não aos que se elevam acima do seu rebanho.

O ceptro da majestade de Deus (cf. He 1,8), o Senhor Jesus Cristo, não veio acompanhado de soberba nem de orgulho - e, contudo, poderia tê-lo feito - mas com humildade de coração, tal como o Espírito Santo tinha dito dele: "Quem acreditou na nossa palavra? A quem foi revelada a direita do Senhor? Anunciámo-lo como uma criança, como uma raiz numa terra árida. Não tinha beleza nem brilho; vimo-lo... mas o seu aspecto era desprezível" (Is 53,1-3)...

Vedes, meus bem-amados, qual é o modelo que vos foi dado?

Se o Senhor se humilhou assim,
que devemos nós fazer,
nós a quem Ele permite que caminhemos sob o jugo da sua graça?
»
S. Clemente de Roma, papa de 90 a 100
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« Responder #78 em: 18 de Outubro de 2006, 10:22 »

Enviou-os dois a dois.

Foi dois a dois que Jesus enviou os seus discípulos para um mundo de «lobos», a evangelizar e a curar toda a espécie de misérias humanas (Evangelho). Foi no meio das perseguições de «lobos» e abandono de companheiros «traidores», que Lucas se manteve sempre ao lado de Paulo (1ª leitura).

É no meio de «lobos» que mais precisamos de não nos desunir, nem separar da evangelização a caridade. Assim se «proclama a glória do vosso reino, Senhor!» (Salmo).


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« Responder #79 em: 19 de Outubro de 2006, 07:02 »

"Os escribas e os fariseus começaram a detestá-lo terrivelmente"

Os que derramaram o sangue de Cristo não o fizeram para tirar o pecado do mundo... Mas, inconscientemente, serviram o plano da Salvação.

A salvação do mundo, que se lhe seguiu, não dependia nem do seu poder, nem da sua vontade, nem da sua intenção, nem do seu acto, mas veio do poder, da vontade, da intenção, do acto de Deus.

Nessa efusão de sangue, com efeito, não era apenas o ódio dos perseguidores que estava a agir, mas também o amor do Salvador. O ódio fez a sua obra de ódio, o amor fez a sua obra de amor. Não foi o ódio mas o amor quem realizou a salvação.

Derramando o sangue de Cristo, o ódio derramou-se a si mesmo, "para que fossem revelados os pensamentos de grande número de corações" (Lc 2,35).

Também o amor, ao derramar o sangue de Cristo, derramava-se a si mesmo, para que o homem soubesse quanto Deus o amava: "A ponto de não poupar o seu próprio Filho" (Ro 8,32). "Porque Deus amou tanto o mundo que lhe deu o seu Filho único" (Jo 3,16)       

Esse Filho único foi oferecido, não porque os seus inimigos venceram, mas porque ele mesmo o quis. "Tendo amado os seus, amou-os até ao fim" (Jo 13,1).

O fim é a morte aceite pelos que se ama: eis o fim de toda a perfeição, o fim do perfeito amor. "Porque não há maior amor do que dar a sua vida pelos que se ama" (Jo 15,13) 

Baudoin de Ford (+ cerca de 1190),
 abade cisterciense
O Sacramento do Altar, II, 1
     
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« Responder #80 em: 19 de Outubro de 2006, 11:00 »

Enviarei profetas e apóstolos; e eles hão-de matar uns e perseguir outros.

Repreende Jesus os fariseus por levantarem estátuas a profetas mortos e continuarem a matar outros para lhes calarem a voz (Evangelho). Contudo, essa voz era para anunciar ao mundo toda a espécie de bênçãos espirituais e o desígnio de instaurar todas as coisas em Cristo (1ª leitura).

Se o mundo reconhecesse as bênçãos que encerra a mensagem cristã, não a perseguiria tanto mas veria nela «a sua salvação» (Salmo).

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« Responder #81 em: 20 de Outubro de 2006, 11:43 »

Acautelai-vos do fermento dos fariseus.

Diz S. Paulo que, tanto judeus como gentios, são herdeiros das promessas feitas ao «povo que Deus adquiriu» (1ª leitura). Mas previne Jesus os seus discípulos contra os que actuam às ocultas como o fermento, ou metendo medo a perseguições, para os desviar, pois o Pai lá está para tudo desmascarar e tirar esses medos (Evangelho).

Fonte: AO

Se o reino de Deus já actua neste mundo, também o reino do Mal. Não nos deixemos iludir nem intimidar. Sejamos fiéis ao «povo que o Senhor escolheu para sua herança» (Salmo).
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« Responder #82 em: 22 de Outubro de 2006, 01:16 »

“Aquele que quiser ser o maior de todos será o servo de todos”


Que necessidade havia de o Filho de Deus sofrer por nós? Uma grande necessidade, que se pode resumir em dois pontos: necessidade de remédio para os nossos pecados, necessidade de exemplo para a nossa conduta. […] Porque a Paixão de Cristo dá-nos um exemplo válido para toda a nossa vida. […] Se procuras um exemplo de caridade: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos” (Jo 15, 13). […] Se procuras a paciência, é na cruz que ela se encontra maximamente. […] Cristo sofreu grandes males na cruz, e com paciência, já que, “quando O insultavam […], não ameaçou” (1 Ped 2, 23), “não abriu a boca, como cordeiro levado ao matadouro” (Is 53, 7). […] “Devemos correr com perseverança a carreira que nos é proposta, com os olhos fixos em Jesus, autor e consumador da fé, o Qual, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a ignomínia” (Heb 12, 1-2).

Se procuras um exemplo de humildade, olha para o crucificado. Porque Deus quis ser julgado por Pôncio Pilatos e morrer. […] Se procuras um exemplo de obediência, basta-te seguir Aquele que se fez obediente ao Pai “até à morte” (Fil 2, Cool. “Porque, como pela desobediência de um só, muitos se tornaram pecadores, assim também, pela obediência de um só, muitos se tornaram justos” (Rom 5, 19). Se procuras um exemplo de desprezo pelos bens terrenos, basta-te seguir Aquele que é Rei dos Reis e Senhor dos Senhores “no Qual estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência” (Col 2, 3) – que, na cruz, está despido, objecto de desprezo, coberto de escárnio e de ferimentos, coroado de espinhos e, finalmente, dessedentado em fel e vinagre.
São Tomás de Aquino (1225-1274),
 teólogo dominicano, doutor da Igreja
Conferência sobre o Credo, 6
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« Responder #83 em: 22 de Outubro de 2006, 10:32 »

Dia Mundial das Missões

Os preconceitos impossibilitam a paz. A caridade, pelo contrário, favorece o bom entendimento, não atira as culpas para cima dos outros, pede perdão, retoma a via do diálogo, oferece a vida «como sacrifício de expiação», a exemplo do «servo», de que fala Isaías. Só o amor aceita o sofrimento. Só a misericórdia justifica a sabedoria. Hoje, Dia Mundial das Missões, pedimos a Deus para consagrarmos sempre ao seu serviço «a dedicação da nossa vontade e a sinceridade do nosso coração» (oração colecta). Se, de facto, somos coerentes com esta súplica, consentimos em completar em nós a eficácia da redenção, ao serviço da paz, por amor de Cristo e dos irmãos.

Jesus ofereceu-Se a Si mesmo no altar da Cruz. Cordeiro inocente, suportou as nossas culpas. Todos os homens e mulheres encontram em Cristo a fonte da unidade, a realização de um mundo mais justo e fraterno. Quando falamos de Missões, propomos, humildemente, «com plena liberdade de espírito» (oração sobre as oblatas), o amor de Deus encarnado na pessoa de Jesus. «Vamos, portanto, cheios de confiança ao trono da graça». Temos a certeza de encontrar «um auxílio oportuno» para vencer o ódio, a guerra, a vingança, o desespero. Compadecer-se, para consolar, para comungar. A Eucaristia é o alimento saboroso da bondade, o descanso da terra e do céu.

Tiago e João não sabiam o que pediam, quando confessaram a Jesus que gostariam de se sentar nos primeiros lugares. Tinham sonhos de glória mundana. Jesus, porém, sabia que eles eram generosos. Aceitou o seu oferecimento. Os discípulos puderam, assim, ser preparados para beberem «o cálice» do Senhor: praticaram a caridade, deram «a vida pela redenção de todos». A imitação de Cristo faz-nos participar «nos mistérios celestes» e «progredir na santidade» (oração depois da comunhão). A santidade evangélica vive-se na Eucaristia, ao serviço de todos, sobretudo os pobres, doentes, marginalizados. A Eucaristia instaura no mundo a paz universal.

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« Responder #84 em: 22 de Outubro de 2006, 16:12 »

Senhor ideia


Dai-nos muitos e Santos Missionários. Anjinho
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« Responder #85 em: 23 de Outubro de 2006, 07:20 »

Santo Isaac, o Sírio (séc. VII),
monge em Ninive, perto de Mossul ( Iraque  )
Discursos ascéticos

“Esta mesma noite virão pedir-te a vida”

Senhor, torna-me digno de desprezar a minha vida pela vida que se encontra em Ti. A vida neste mundo é semelhante àqueles que formam palavras com letras, acrescentando-as, retirando-as e alterando-as a seu bel prazer. Mas a vida do mundo futuro é semelhante ao que está escrito sem o menor erro nos livros selados com o selo real, a que nada falta e a que nada há a acrescentar. Assim, pois, enquanto nos encontramos no seio da mudança, estejamos atentos a nós próprios. Enquanto temos poder sobre o manuscrito da nossa vida, sobre aquilo que escrevemos com as nossas próprias mãos, esforcemo-nos por lhe acrescentar o bem que fazemos e por apagar os erros da nossa primeira conduta. Enquanto estamos neste mundo, Deus não põe o selo, nem sobre o bem, nem sobre o mal. Apenas o faz no momento do nosso êxodo, quando termina a nossa obra, no momento em que partimos.

Como diz Santo Efrém, temos de considerar que a nossa alma é semelhante a um navio preparado para o mar, que não sabe quando se levantará o vento; ou é semelhante a uma armada que não sabe quando soará a trombeta a anunciar o combate. Se isto diz do navio e da armada, que esperam algo que poderá não se realizar, quanto mais deveremos preparar-nos para a chegada brusca desse dia em que será lançada a ponte e aberta a porta para o mundo novo? Que Cristo, o Mediador da nossa vida, nos conceda estar preparados.
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« Responder #86 em: 23 de Outubro de 2006, 09:47 »

A vida duma pessoa não depende da abundância dos seus bens.

Numa parábola, mostra o Senhor que não são os bens materiais mas as boas obras que nos asseguram vida para anos eternos e descansados a que tanto aspiramos (Evangelho). E S. Paulo diz que o seguro de vida eterna ou «salvação», não nos vem de obras puramente humanas, mas de boas obras feitas com a graça de Deus que nos foi dada em Jesus (1ª leitura).

De nada nos valem os bens materiais para seguro de vida eterna, mas só as boas obras feitas com a graça de Deus. Ao Senhor devemos tudo o que é eterno. Por isso «a Ele pertencemos» (Salmo).

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« Responder #87 em: 24 de Outubro de 2006, 15:52 »

Mandará que se sentem à sua mesa e, passando diante deles, os servirá.

Diz a parábola que, àqueles que o Senhor encontrar, à sua chegada, empenhados na missão que lhes confiou, os convidará a partilhar a sua própria vida e intimidade à mesma mesa (Evangelho). E S. Paulo diz que já não se sentirão hóspedes nem estrangeiros, mas «membros da família de Deus» (1ª leitura).

Importa, pois, servir bem enquanto é tempo. A quem assim serve, o Senhor, mesmo que venha de surpresa, «sempre anunciará a paz» (Salmo).

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« Responder #88 em: 25 de Outubro de 2006, 02:46 »

                                    MÊS DO ROSÁRIO (25)

             

                                              O ANO DO ROSÁRIO

                                 (25 de Outubro de 2006)

 

        Imagem de N. Senhora do Rosário da Igreja de Fátima que teria sorrido a Lúcia no dia da sua primeira confissão.       

 

A Santíssima Virgem apareceu dezoito vezes em Lourdes (1858) e seis vezes em Fátima (1917).

Com o Santo Rosário nas mãos, o seu pedido mais insistente foi sempre que se rezasse o Rosário.

Contudo, parecia que, em muitos lugares, os esforços dos pregadores da Mensagem de Fátima davam pouco resultado neste sentido.

Então o Papa, certamente por inspiração do Espírito Santo, teve a ideia fulgurante de, no 24° aniversário da sua eleição, a 16 de Outubro de 2002, publicar a Carta Apostólica O Rosário da Virgem Maria, e proclamar  o Ano do Rosário, o período que ia de Outubro de 2002 a Outubro de 2003.

            O Papa queria que o Ano do Rosário nos ajudasse a inserirmo-nos cada vez mais no grupo daqueles que – com Maria – acolhem no seu interior os grandes mistérios da Redenção e, meditando silenciosamente, neles se demoram e ficam.

            O Sumo Pontífice João Paulo II dirigiu-se assim ao episcopado, ao clero e aos fiéis, no início da sua Carta Apostólica :

            - “O Rosário da Virgem Maria (Rosarium Virginis Mariæ) que no sopro do Espírito de Deus se foi formando gradualmente no segundo milénio, é a oração amada por numerosos santos e estimulada pelo Magistério.

            Na sua simplicidade  e profundidade, permanece, mesmo mo terceiro milénio recém iniciado, uma oração de grande significado e destinada a produzir frutos de santidade.

          Ela enquadra-se perfeitamente no caminho espiritual de um cristianismo que, passados dois mil anos, nada perdeu do seu frescor original, e sente-se impulsionado pelo Espírito de Deus a “fazer-se ao largo” para reafirmar, melhor “gritar” Cristo ao mundo como Senhor e Salvador, como “caminho, verdade e vida” (Jo 14,6), como “o fim da história humana, ponto para onde tendem os desejos da história da civilização”.

            O Papa ao proclamar o Ano Santo apresenta as suas razões :

            - “O motivo mais importante para propor com insistência a prática do Rosário reside no facto de este constituir um meio muito válido para favorecer entre os crentes aquele compromisso de  contemplação do mistério cristão que me propus na Carta Apoatólica Novo milennio ineunte como verdadeira e própria pedagogia de santidade : Há necessidade dum cristianismo que se destaque principalmente pela arte da oração”.

            - “Numerosos sinais demonstram quanto a Virgem Maria queira, também hoje, precisamente através desta oração, exercer aquele cuidado materno ao qual o Redentor, prestes a morrer, confiou na pessoa do discípulo predilecto, todos os filhos da Igreja : Mulher, eis aí o teu Filho”.

            - “O Ano do Rosário petende que Maria seja o modelo da contemplação de Jesus. O ponto central da oração do Rosário é o nome de Jesus, por ele se saúda Maria; com efeito, recitar o Rosário nada mais é senão contemplar com Maria o rosto de Cristo.

            Os espírito do Ano do Rosário, continua vivo no coração de todos os cristãos devotos de Maria que, continuamente o vão rezando todos os dias, de harmonia com os pedidos de Fátima :

            - “Quero dizer-te que sou a Senhora do Rosário, que continuem a rezar o Terço todos os dias”(Última Aparição).

            Fica aqui também o nosso apelo para que os devotos de Maria e os fiéis à Mensagem de Fátima, rezem pelo menos o Terço todos os dias.

                                             

                                   


 
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« Responder #89 em: 25 de Outubro de 2006, 10:38 »

Feliz o servo a quem o senhor, ao chegar, encontrar assim ocupado.

Se tanto o dono como o ladrão podem chegar de surpresa, é preciso estar sempre activo e vigilante na administração da vida e missão que nos foi confiada (Evangelho). E S. Paulo mostra que recompensa Cristo nos conquistou (1ª leitura).

Custa servir o Senhor com tal vigilância e empenho a toda a hora. Mas no fim «iremos com alegria às fontes da salvação» (Salmo).

Fonte: AO
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