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Autor Tópico: Casar custa 20 mil euros o dobro de há 10 anos  (Lida 1658 vezes)
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jocas
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« em: 17 de Janeiro de 2006, 14:41 »

A maioria dos portugueses só casa quando tem estabilidade financeira e, exactamente por isso, gasta mais dinheiro na cerimónia. A média de gastos directos com o casamento é de 20 mil euros, ou seja, o dobro de há 10 anos, quanto à média de idades é de 30 anos para eles e de 28 anos para elas, de acordo com dados da ECOREX, a empresa que organiza a ExpoNoivos, que decorre este fim-de-semana na Feira Internacional de Lisboa (FIL).

Se a este valor somarmos as despesas a ter com uma cerimónia para 100 convidados, então o valor médio de referência sobe para os 60 mil euros.

“Os noivos de hoje preferem apostar primeiro numa carreira estável e só depois pensam no casamento e, como já têm estabilidade financeira, gastam mais dinheiro com a boda”, explicou ao CM António Brito, da ECOREX.

Segundo aquela empresa e tomando como valor médio os 20 000 euros por casamento, o sector deverá valer em Portugal cerca de 1000 milhões de euros. Ou seja, 12 estádios do Euro’2004 ou um por cento do Produto Interno Bruto nacional. Se tomarmos como valor de referência os 60 mil euros por cerimónia então o valor do negócio sobe para os 3,5 mil milhões.

No que respeita às escolhas de vestuário e espaços para o tradicional copo-d’água, os noivos estão cada vez mais exigentes, mas eles são mais tradicionais que elas.

No vestuário, a noiva prefere vestidos personalizados e o mais diferentes possíveis. A grande tendência de 2005 foi o bordeux, tanto para corpetes, como para vestidos completos, com designs arrojados, mas “sobretudo, a mulher procura um vestido com o qual se sinta confortável e que realçe o seu corpo”, explicou Helena Simões, da Nelita Noivas.

A procura por véus, “cada vez mais longos”, tem vindo a crescer, mas as noivas já não gostam de usar tiara. Agora preferem ganchos a condizer com o vestido e espalhados pelo cabelo. No que respeita a sapatos, as noivas escolhem modelos elegantes e altos que fiquem bem na fotografia, mas levam sempre uns ténis escondidos para a festa que se segue ao banquete.

Os homens mantêm-se mais tradicionais, escolhendo um fato escuro que possam usar posteriormente noutras ocasiões.

O mesmo reflecte-se nas alianças. “As mulheres gostam de alianças mais originais e trabalhadas, enquanto os homens preferem o estilo clássico”, referiu Maria Emília Freire, da JackJoias. “Normalmente, os homens submetem-se ao gosto da mulher e até já houve casos em que optaram por alianças diferentes”, adianta aquela ourives.

No que respeita ao local do banquete, os noivos de hoje já não gostam de ir para restaurantes e optam por espaços rústicos e ao ar livre. “Neste aspecto conta muito a criatividade apresentada pelo local, a nível de decoração, animação ou ementa”, adiantou António Brito.


PREFERÊNCIAS


'LINGERIE'

As empresas de ‘lingerie’ ainda se mantêm afastadas do negócio do casamento, mas nem por isso as noivas se esquecem desse complemento. A preferência da maior parte das mulheres vai para os espartilhos e para as meias que utilizam durante o dia e reaproveitam para a noite de núpcias.

CORES

A cor mais escolhida pelas noivas de 2005 foi o branco, acompanhado pelo bordeaux. Mas várias mulheres ousaram não só no modelo, como também na cor tendo optado por vestidos vermelhos e mesmo pretos.

CARROS

O cortejo nupcial já não é feito no carro emprestado pelo fotógrafo. Agora os noivos preferem carros antigos, como por exemplo a limusina presidencial utilizada pelo Marechal Carmona.

LINHA DE CRÉDITO PARA A BODA

O facto dos portugueses gastarem mais com o casamento não passa despercebido à banca, que aqui aproveita mais uma oportunidade de negócio. A Caixa Geral de Depósitos (CGD), lançou, de modo a coincidir com a ExpoNoivos, um Crédito Pessoal ao Consumo para noivos que pode ser utilizado para financiar a boda ou a viagem de lua-de-mel.

O empréstimo pode ser de qualquer montante até aos mil euros e a taxa de juros será de Euribor a um mês mais 0,5 por cento e o prazo de pagamento pode ir até aos onze anos, se o cliente der como garantia a hipoteca de imóvel. A banca também está já a começar a contemplar oportunidades de negócio na disponibilização de soluções que ajudem as pessoas a enfrentar um divórcio, nomeadamente no que respeita à partilha da casa.

A CGD e o Banco Totta permitem uma renegociação do crédito que pode passar por um alargamento do prazo de pagamento ou por um reforço do empréstimo.


Sandra Rodrigues dos Santos - CM
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seraksim
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Não sou o dono do mundo...mas sou filho do Dono !!


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« Responder #1 em: 17 de Janeiro de 2006, 14:49 »

Tantos luxos para que O quê?Interrogação Assobio

E porque chamam copo de agua quando todos os convidados bebem tudo menos agua O quê? (exepto o nosso amigo Trofa, que bebe agua ou então sumo de grimiola)

 Oops!
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Por isso não te esqueças
De o ter sempre no coração.
marta
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« Responder #2 em: 17 de Janeiro de 2006, 14:50 »

 Risonho
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Se o teu problema tem solução...relaxa...tem solução. Se não tem solução...relaxa...não tem solução
blaster
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« Responder #3 em: 17 de Janeiro de 2006, 15:46 »

É por isso, e por outras que acho que não vou casar....

Ou melhor, vou casando...

Risonho Risonho
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alguns doutores querem ser DEUS,
mas só DEUS quis ser HOMEM"
docenuvem
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« Responder #4 em: 18 de Janeiro de 2006, 09:26 »

Eu também não penso voltar a casar....
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"Dentro de vinte anos, você lamentará mais
as coisas que não fez, do que as coisas feitas.
 
Por isso, solte as amarras e abandone o
porto seguro.
 
Segure os ventos em suas velas.
 
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(Mark Twain)
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