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Autor Tópico: Dar à vida o valor da vida  (Lida 1307 vezes)
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valor vida
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« em: 04 de Abril de 2005, 12:50 »

Sou membro do movimento cívico MAIS VIDA MAIS FAMÍLIA.

Sou médico e assistente universitário na área das Ciencias da Educação

Proonho animar e participar no vosso forum de modo a ajudar a dar mais valor e valores à vida e à familia
com temas como a Eutanásia, o aborto, a educação da sexualidade e a paternidade e maternidade responsável
Para começar proponho para debate este tema que se segue
Um abraço e bons fóruns

Joaquim José Galvão
914030268


Amizade e amor
A pessoa humana tem gravada no seu interior a necessidade de ser conhecida e amada, de conhecer e amar outros. Necessitamos de que os outros nos conheçam, nos compreendam, nos aceitem e nos amem. E necessitamos conhecer, compreender e amar os outros. A pessoa humana está feita para este diálogo com outras pessoas. Mas há diversos tipos de amor: por exemplo, o amor entre pais e filhos e o amor da amizade entre amigos são amores diferentes. Há coisas que se contam aos pais e há outras que se contam aos amigos. Necessitamos do carinho dos nossos pais para umas coisas e do dos nossos amigos para outras. Mas não basta essa amizade. A pessoa humana necessita entregar-se, dar-se a conhecer e amar de uma maneira mais profunda, total. Isso só é possível entre um homem e uma mulher, ou entre uma pessoa e Deus.
Esse amor total inclui a pessoa toda, tanto a sua alma como o seu corpo. Nesse amor, uma pessoa pode dizer e exprimir tudo, até o mais íntimo, porque o outro vai compreendê-la e aceitá-la tal como é. Há uma confiança absoluta que permite e exige que se abra totalmente e requer também receber do outro com essa absoluta confiança, tal e como é. Isto é o que se chama amor conjugal.
Aqui intervém também o corpo, porque intervém toda a pessoa. Por isso, se Deus pede a uma pessoa todo o coração, pede-lhe também o corpo, e por isso essa pessoa não deixa que o seu coração se apegue a outra, nem se casa (é o caso de um sacerdote, por exemplo). E, quando esse amor é entre um homem e uma mulher, é também um amor total. Nesse caso, a entrega a Deus passa necessariamente pela entrega ao outro cônjuge. Entregam-se um ao outro completamente, alma e corpo, por isso o corpo joga um papel essencial. É o amor conjugal.
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Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.


WWW
« Responder #1 em: 06 de Abril de 2005, 09:54 »

Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloqüente grito a favor da vida conhecido até hoje.

Enquanto Paul Harris cobria, na Universidade de Vanderbilt, em Nashville, Tennessee, Estados Unidos, o que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo de cirurgias, captou o momento em que o bebê tirou a sua mão pequenina do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do médico que o estava operando.

A foto, espectacular, que pode ser vista abaixo, foi publicada por vários jornais dos Estados Unidos e a sua repercussão cruzou o mundo até chegar à Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto.

A pequena mão que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander, cujo nascimento deverá ter ocorrido no passado dia 28 de Dezembro (no dia na foto ele tinha 3 meses de gestação).

Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais eloquente. A vida do bebê está literalmente presa por um fio. Os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigindo a anomalia fatal e voltar a fechar o útero para que o bebê continuasse o seu crescimento normalmente.

Por tudo isso, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias registadas no mundo. Agora, o Samuel tornou-se o paciente mais jovem que já foi submetido a este tipo de intervenção e é bem possível que, já fora do útero da mãe, Samuel Alexander Arms aperte novamente a mão do Dr. Bruner.

A apresentadora de televisão Justine McCarthy disse que é  impossível não se comover com a imagem poderosa desta mão pequenina que segura o dedo de um cirurgião e nos faz pensar em como uma mão pode salvar vidas.

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