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Autor Tópico: A CRUZ  (Lida 1815 vezes)
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santa_claus
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NADA TE TURBE, NADA TE ESPANTE. SOLO DIOS BASTA!


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« em: 22 de Março de 2005, 00:31 »

A Cruz

Por que é que um instrumento de morte se tornou no símbolo do cristianismo?
A morte é o maior enigma da condição humana. Tudo o que construímos durante longos anos, tudo o que é belo na existência humana, parece desvanecer-se em fumo no espaço de um instante. E eis que no coração da fé cristã encontramos o símbolo de uma morte violenta.

Na realidade, desde o começo, a morte não está justamente no centro do Evangelho. A fé começa pelo anúncio de uma Vida mais poderosa do que a morte: «Ressuscitou!» É à luz da ressurreição que a morte toma o seu lugar na proclamação cristã.

Contemplada sob esta luz, a morte muda de sentido. Sem a confiança numa Vida além da morte, os seres humanos ficam paralisados pelo medo, aterrorizados à beira dum abismo para o qual não ousam olhar de frente. Mas ao consentir dar a sua vida por amor, porque levado pela certeza de uma comunhão inabalável com o Pai, Cristo retira à morte o seu «aguilhão» (1 Coríntios 15,55), o medo do vazio: «pela sua morte ele libertou aqueles que, pelo temor da morte, estavam toda a vida sujeitos à escravidão» (Hebreus 2,14-15).

Na companhia de Cristo, então, morrer pode tornar-se uma linguagem capaz de exprimir o dom total de si mesmo. Pela sua existência, Jesus ensina-nos «a lei do grão de trigo»: «se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto» (João 12,24). Esta «lei» não se aplica apenas à morte física. Indica antes que o caminho para a Vida passa inevitavelmente por soltar amarras, renunciar a agarrarmo-nos a todo o custo às nossas posses, a fim de irmos com Deus em direcção ao inesperado que se encontra à nossa frente. Em nós, está essa semente portadora de vida que subsiste e que floresce apesar de tudo.

Neste sentido, a primeira «morte» que conhecemos é o nosso nascimento, onde abandonamos o abrigo do seio materno para enfrentar os rigores da existência. Depois, na história santa, temos o exemplo de Abraão, chamado a deixar para trás um mundo conhecido para embarcar numa aventura com o Senhor (ver Génesis 12,1-4). Mais tarde, encontramos o exemplo do povo de Israel, que tem de atravessar as provações do deserto para chegar à Terra prometida. A cruz é assim a revelação plena do verdadeiro movimento da vida: «Quem procurar salvaguardar a sua vida, perdê-la-á, e quem a perder, conservá-la-á» (Lucas 17,33).

Paradoxalmente, então, a verdadeira morte, no sentido negativo do termo, é a recusa de assumir um risco com Deus. Aquele que quer «poupar» ou «salvar» a vida a todo o custo, aquele que fica agarrado ao que já possui, arrisca-se a não compreender nada da vida autêntica. A cruz de Cristo revela-nos uma maneira de morrer que não contradiz a lógica da vida. A partir daí compreendemos que a cruz e a ressurreição são as duas faces, a face sombria e a face luminosa, de um só e mesmo Amor, de uma só e mesma Vida.

Poderão os sofrimentos de um inocente salvar-nos Interrogação
Um filme recente coloca esta questão com acuidade. Sabemos que Jesus sofreu uma morte atroz. A crucificação era um dos maiores suplícios do mundo antigo e, para os Judeus, um sinal de rejeição por parte de Deus (Deuteronómio 21,23; Gálatas 3,13). Ora, o Novo Testamento faz-nos compreender que, longe de ser um fracasso ou uma condenação, a cruz é o instrumento da nossa salvação (por exemplo, Gálatas 6,14; Colossenses 1,20). Não admira que sempre tenhamos tido dificuldade em perceber como um tal horror podia ter consequências tão felizes.

De facto, uma incompreensão dessas assenta num equívoco que vale a pena tirar a limpo. Desde há séculos que este equívoco exerce devastações e afasta multidões da fé em Cristo. Consiste na ideia de que o sofrimento de Jesus enquanto tal teria um valor salvífico. Dito de outro modo, Deus Pai teria precisado disso, portanto teria havido nele uma certa cumplicidade para com a violência exercida contra o seu Filho único.

Quase que basta formular claramente esta tese para nos apercebermos de que ela não só é falsa como também blasfematória. Se Deus nem sequer deseja o sofrimento e a morte dos maus (Ezequiel 33,11), como poderia ter prazer no sofrimento e na morte do seu Filho muito amado, o Inocente por excelência? Muito pelo contrário, é preciso ousar dizer incessantemente que o sofrimento em si mesmo não tem qualquer preço aos olhos de Deus. Mais ainda, na medida em que ela estraga o que está vivo, a dor está em contradição absoluta com um Deus bom que quer para todos a vida em plenitude (João 10,10).

De onde vem então este equívoco? Entre outras coisas, de uma leitura superficial dos textos bíblicos que são na realidade abreviados. Numa leitura dessas, o meio-termo é esquecido. Esse meio-termo é precisamente o amor. Pois o que pode dar a vida, o que nos salva, é apenas o amor. Se o sofrimento não tem nenhum valor só por si, sendo mesmo a maior parte das vezes destruidor, há momentos em que, para permanecermos fiéis a um amor, somos levados a suportar um sofrimento incompreensível. Ora, os textos do Novo Testamento que parecem exaltar o sofrimento celebram na realidade o amor de Deus que vai até ao dom total de si mesmo em favor do ser amado. São João lembra-no-lo com todas as letras: «Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos» (João 15,13).

Na frase «Cristo também sofreu por vós» (1 Pedro 2,21), por exemplo, é «por vós» que exprime o meio termo, a presença do amor. No seu Filho, Deus desposou a condição humana ao ponto de tomar o último lugar por amor; a cruz é assim a expressão de uma solidariedade absoluta (ver Filipenses 2,6-8). E quando São Paulo escreve que partilha os sofrimentos de Cristo (por exemplo 2 Coríntios 1,5; Filipenses 3,10; Colossenses 1,24), exprime na realidade o seu desejo, no seguimento de Jesus, de se gastar pelos outros sem medida. Porque Cristo tomou sobre ele os sofrimentos da nossa condição por amor, esses sofrimentos podem ser vividos não já como um castigo merecido ou um destino cego e absurdo, mas como um encontro com o Amor e um caminho em direcção à Vida.
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Probudi se, ti koji spavas, ustani od mrtvih i Krist ce ti svijetliti.

(Desperta tu que dormes, levanta-te de entre os mortos e Cristo será a tua luz)
Felix
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« Responder #1 em: 24 de Novembro de 2006, 00:33 »

A cruz para muitos é motivo de escândalo. Não raras vezes ouvimos a seguinte expressão: porquê a mim? eu que até nem faço mal a ninguem! estas expressões costumam vir na sequência de algo menos bom que nos aconteceu na vida, após uma cruz ou um momento desagradável por que passamos. A cruz tornou-se simblo do cristianismo porque sem ela a salvação não era possivel, Jesus teve que morrer e com morte de cruz para que nós tenhamos a vida.Para termos a vida além da morte temos que morrer muitas vezes, morrer para o pecado, para o nosso orgulho a nossa vaidade, esvaziar-nos de nós próprios, que é para mim o mais difícil, estou sempre muito cheio de mim mesmo, da minha arrogância e sempre com muita dificuldade em esvaziar-me de mim próprio. Todos os dias somos chamados a carregar a nossa cruz e que aínda hoje é motivo de escândalo para muitos pois sistemáticamente a regeitam, até nós cristãos muitas vezes nos envergonhamos dela.
A cada vez que morremos para nós próprios e fazemos a vontade do Pai é uma cruxifição por que passamos e aí está a cruz simblo do cristianismo e do cristão.
Felix
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Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.


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« Responder #2 em: 24 de Novembro de 2006, 10:41 »

Algumas pessoas, para nos confundir, perguntam-nos: Você adoraria a faca com que mataram o seu pai?

É obvio que não!

1º. Porque meu pai não tem poder para converter um símbolo de derrota em símbolo de vitória; mas Cristo sim tem poder. Ou você não crê no poder do sangue de Cristo? Se a terra que pisou Jesus é Terra Santa, a cruz banhada com o sangue de Cristo, com mais razão, é a Santa Cruz.

2º. Não foi a cruz a que matou Jesus mas os nossos pecados. "Ele foi trespassado por causa das nossas transgressões, esmagado em virtude de nossas iniquidades. O castigo que havia de trazer-nos a paz caiu sobre Ele, sim, por suas feridas fomos curados". (Is 53, 5). Como pode ser a cruz um sinal maldito, se nos cura e nos devolve a paz?

3º. A história de Jesus não termina na morte. Quando recordamos a cruz de Cristo, nossa fé e esperança centram-se no ressuscitado. Por isso para São Paulo a cruz era motivo de glória (Gl 6, 14).
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« Responder #3 em: 24 de Novembro de 2006, 21:00 »

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 Obrigado pelo que escrevestes.
Por vezes , há dificuldade em responder. É muito bom que nos ajudemos uns aos outros. Há dificuldade em exprimirmo-nos e o texto explica a realidade.
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Boas Férias.
Descansar é muito bom. Sem descanso o branco parece cinzento.
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« Responder #4 em: 08 de Dezembro de 2006, 11:36 »

Qual a tua Cruz,e que sentido tem ela na tua vida? para alguns é a falta de dinheiro para outros a mulher ou o marido; podem ser os filhos ou os pais para os filhos , os colegas de trabalho porque não nos comprendem, ou nós é que somos incapazes de os açeitar tal qual como são. O importante é que ela (cruz) nos aproxime do Senhor Jesus, esse é que deve sere o sentido da cruz; ela é o meio pelo qual o Senhor nos leva até ele.
Abraço fraternal
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lea onda-menor
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« Responder #5 em: 08 de Dezembro de 2006, 11:43 »

Paz e Bem!

Tenho reflectido muito sobre a solidão ultimamente e olho para Jesus, Maria e até José (tal como qualquer santo) como pessoas sós... a frase que me vem à mente como meio de reflexão é:
a solidão da cruz  ou a cruz da solidão

Paralelamente descobri o autor Valerio Albisseti (editora Paulinas), fundador da psicoterapia Personalista e professor de psicologia universitário que também se debruça muito sobre a solidão humana assim como a unicidade e irrepetibilidade de cada ser humano enquanto ser físico, psicológico e espiritual - muito interessante!

Pode parecer que nada tem a ver com a cruz mas no auge da solidão do Getsemani e do alto da cruz, Jesus expressou a Sua Humanidade

É no carregar da CRUZ das nossas vidas que nos encontramos muitas vezes a sós connosco mesmos mesmo que à nossa volta esteja uma multidão: a cruz leva-nos ao templo interior da nossa existência se tivermos a coragem de silenciar as vozes do mundo e do nosso EU RACIONAL /SOCIAL  para dar lugar ao ENCONTRO entre a simples criatura e o Criador
« Última modificação: 08 de Dezembro de 2006, 11:54 por lea onda-menor » Registado

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« Responder #6 em: 08 de Dezembro de 2006, 21:00 »

Lea onda-menor, já tinha lido a tua última resposta neste tópico e confesso que a frese:- a solidão da cruz ou a cruz da solidão, me tinha passado completamente despercebida embora ela passe a rodar, coisas da vida, o mais difícil de ver é o mais obvio.
Mas após uma nova leitura, apráz-me dizer o seguinte:- É na solidão da cruz que nos encontramos a sós com o pai, quando estamos na cruz estamos sós podemos ser casados e ter filhos como eu, que sou casado e tenho uma linda menina de doze anos, mas na cruz...........ficamos na realidade a sós com o senhor e aí é só a nossa solidão e Ele o pai; na cruz,, Jesus ficou também a sós com o Pai.
Quando surge a minha cruz, eu fico só,e é nessa solidão que se dá o encontro entre mim e o Senhor. Arco íris
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lea onda-menor
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« Responder #7 em: 08 de Dezembro de 2006, 21:58 »

é precisamente nisso que tenho meditado...

Hoje que é dia de Nossa Senhora recordo-me da frase "quanto a Maria, conservava todas estas coisas ponderando-as no seu coração" (Lc 2, 19)

deve ter sido uma atitude que deve ter tomado ao longo de toda a vida e só assim se explica a sua "tranquilidade" na dolorosa paixão de seu Filho, que também foi a sua

como não deve ter sofrido longe de Jesus, aquando da Sua vida pública pelo que ouvia dizer dele (bem e mal). Os familiares consideravam-no louco!

Como deve ter sido difícil gerir os medos e os sentimentos confusos dos discipulos com a morte e ressurreição de Jesus!

É nessa interioridade de encontro com Deus no seu coração que a fez acreditar em tudo o que ia vivendo... a sua cruz, na solidão da aventura da sua vida que começou com as palavras do Anjo:

"Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Será grande e vai chamar-se Filho do Altíssimo. O Senhor Deus vai dar-lhe o trono do seu pai David, reinará eternamente sobre a casa de Jacob e seu reinado não terá fim" (Lc 1, 31-33)

Ao acompanhar a vida de Jesus, que desconcerto tão grande quando confrontado com as palavras do Anjo no momento do seu Fiat (Fiat que implicava risco de ser apedrejada até à morte por conceber sem "conhecer homem" ) com o Jesus ensanguentado no alto do Calvário a grita: "Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonaste?"

"O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo estenderá sobre ti a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer é Santo e será chamado Filho de Deus." (Lc 1, 35)

Podemos gostar muito de alguém, tal como Maria gostava certamente de Seu Filho... até gostaria de puder ajudar, aliviar, trocar de lugar mas não dá: na dor, a solidão

por muita sintonia que possa haver "Mulher, eis aí o teu filho; eis aí a tua mãe", por muita cumplicidade os espaços próprios da vida de cada um é delimitada (pelo menos nesta vida) por uma parte individual e corpórea próprias

Só Deus pode preencher esse lugar, talvez porque só Ele pode conseguir essa intimidade interior. Mas para sentirmos essa presença há que silenciar todos os ruídos exteriores, há que procurar a solidão desse encontro e Jesus fazia-o retirando-se das multidões e de junto dos seus discípulos para orar ... assim como nos recomenda a fechar a porta do quarto para rezar ao Pai:

"Tu, porém, quando orares, entra no quarto mais secreto e, fechada a porta, reza em segredo a teu Pai, pois Ele, que vê o oculto, há-de recompensar-te" (Mt 6, 6)

E não é facil fechar essa porta, silenciar essas vozes e encontrar essa disponibilidade para o encontro:

Oração de Jesus em Getsémani (Marcos 14)

 32Chegaram a uma propriedade chamada Getsémani, e Jesus disse aos discípulos:

«Ficai aqui enquanto Eu vou orar.»

33Tomando consigo Pedro, Tiago e João, começou a sentir pavor e a angustiar-se.

34E disse-lhes:

«A minha alma está numa tristeza mortal; ficai aqui e vigiai.»

35Adiantando-se um pouco, caiu por terra e orou para que, se possível, passasse dele aquela hora.

 36*E dizia:

«Abbá, Pai, tudo te é possível; afasta de mim este cálice! Mas não se faça o que Eu quero, e sim o que Tu queres.»

37Depois, foi ter com os discípulos, encontrou-os a dormir e disse a Pedro:

«Simão, dormes? Nem uma hora pudeste vigiar!
38Vigiai e orai, para não cederdes à tentação;
o espírito está cheio de ardor, mas a carne é débil

39Retirou-se de novo e orou, dizendo as mesmas palavras.

40E, voltando de novo, encontrou-os a dormir, pois os seus olhos estavam pesados; e não sabiam que responder-lhe.

41Voltou pela terceira vez e disse-lhes:

 «Dormi agora e descansai! Pois bem, chegou a hora.
Eis que o Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos pecadores.

42Levantai-vos! Vamos! Eis que chega o que me vai entregar.»

E é na solidão deste diálogo que se dá a permuta, se encontra o sentido e a força e a paz para enfrenar a Cruz...

Como nós adormecemos tantas vezes e fugimos deste encontro arranjando tantas outras coisas!

 Como tememos esta solidão tão necessária para as nossas vidas nos dias de hoje - vede quantas solicitações a sociedade nos propõe!

A solidão da Cruz ou a cruz da solidão - mais uma vez Jesus e Maria como modelos ímpares mas encontrados em tantas outras vidas: de santos, de homens extraordinários, na minha e na tua
« Última modificação: 09 de Dezembro de 2006, 22:08 por lea onda-menor » Registado

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« Responder #8 em: 12 de Dezembro de 2006, 00:22 »

Jesus morreu na cruz, e foi morto pelos nossos pecados e nós como agimos? aceitamos a nossa cruz ou pelo contrário regeitamo-la? na maioria das vezes regeitamo-la! não é raro ouvir; porquê a mim Senhor, eu que até sou tão bonzinho,dou esmola ajudo o velhinho e por aí fora? como somos tão complacentes conosco próprios e muitas vezes tão exigentes com os outros!.
O segredo está no aceitarmos a nossa cruz e como Jesus fez abraça-la com amor. Arco íris
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« Responder #9 em: 13 de Dezembro de 2006, 00:16 »

A cruz, eis que surge nas mais diversas formas, e eu Senhor! vou abraçar a minha cruz, digo-te sempre! como é fácil dizer que sim, sim Senhor vou abraça-la com amor (a cruz).....digo-te com toda a convição e na hora em que ela chega, esqueço-me de tudo aquilo que te havia prometido e qual homem sem fé, começo a murmurar contra a ti e a dizer-te que eu até nem mereçia isso. Senhor, ensina-me a com amor carregar a cruz, que me conduz a ti!. Arco íris
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« Responder #10 em: 13 de Dezembro de 2006, 09:28 »

Jesus passou pelo sofrimento e pela morte que o pecado inflige. Acolheu os tormentos mas devolveu-nos em troca a alegria. Nós, a quem ele mandou servir em meio ao mesmo pecado e sofrimento, devemos saber que haveremos de encontrar por um lado a cruz e por outro a esperança que ela promete. O rosto de todo homem que sofre é para nós a face de Jesus que subiu à cruz para extirpar o aguilhão da morte. A nossa cruz e a nossa esperança devem ser semelhantes à sua cruz e à sua esperança. A cruz será "Nossa Única Esperança." 
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« Responder #11 em: 25 de Janeiro de 2007, 14:21 »

E viva a Cruz, sinal de vida, salvação, perdão e amor!!!!
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« Responder #12 em: 01 de Outubro de 2007, 12:27 »

Quando nos lembrarmos que Jesus morreu numa CRUZ, não pensemos se tinha a forma da letra "XIZ" ou do sinal MAIS (+) ou qualquer outra aparência.
Em vez disso pensemos no seu significado: «O AMOR de DEUS em Jesus para com a HUMANIDADE» (João 3,16)
« Última modificação: 01 de Outubro de 2007, 16:49 por 26-02-44 » Registado

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