Mesmo a flor bravia
22 de janeiro de 2009Mesmo a flor bravia, necessita de uma semente que germine e floresça: deitada á terra, no ar sacudida pelos ventos, ou simplesmente porque a Natureza assim o quis. E ela cresce logo? Não.
É preciso alimentá-la, protegê-la das intempéries, acarinhá-la, e ainda assim, nem sempre a pequena semente desabrochou na flor que esperamos colocar na jarra.
Do modo como olhamos para aquela pequena semente, devemos também ver no trabalho e na dedicação dos nossos Acólitos, o desabrochar de uma nova vivência, e confiar-lhes uma palavra amiga de reconhecimento e de encorajamento.
Os nossos Acólitos, ainda jovens, já mostram no seu olhar, nos seus gestos e na sua atitude, o orgulho de pertencerem a um grupo que ouve a Palavra a cada Eucaristia. Mas não ouvem só a Palavra: são parte integrante da Palavra quando ajudam o Celebrante.
É por isso que naqueles seus Pequenos seus gestos se nota já, qualquer que seja o grau de “dificuldade†que a sua participação represente, uma extraordinária empatia com a Palavra: é o apontar de um caminho.
Neste Mundo em que tudo acontece de uma forma estonteante, muitas vezes até de uma forma inusitada, estes Jovens vão descobrindo que há alternativas ao “barulhoâ€: apesar de todas as tentações e de todas a contrariedades que pode representar muitas vezes “ir á missaâ€, Eles vão.
É bonito de ver. É um grito de Esperança. Bem hajam os Acólitos, e que com a sua atitute possam demonstrar que “ir á missa†não é ir a um lugar como um turista: é ouvir a Palavra e participar para poder fazer parte.
Fotos da EucarÃstia, na Capela de São Bartolomeu, no dia 25 de Dezembro de 2008, com a partipação especial dos acólitos.


