Casa da Ressurreição inaugurada
Custou cerca de 130 mil euros a casa mortuária de S. Romão do Coronado, inaugurada no passado domingo, perante uma plateia repleta de romanenses que quiseram ver de perto esta nova estrutura. Guilherme Ramos, autarca da freguesia quer agora ver recuperado o edifÃcio da Quinta de S. Romão e criado um parque de lazer.
“Uma obra há muito esperada”. Foi desta forma que que Guilherme Ramos, presidente da Junta de Freguesia de S. Romão do Coronado, classificou a Casa da Ressurreição, inaugurada no domingo passado nesta freguesia pela qual “os romanenses esperavam há mais de 10 anos.”
Orçada em cerca de 130 mil euros, esta obra contou com a comparticipação da Câmara Municipal da Trofa em cerca de 85 mil euros, cabendo à Junta de Freguesia investir cerca de 45 mil euros. Além destas comparticipações Guilherme Ramos fez questão de salientar a contribuição de “Zacarias Tedim, escultor da freguesia que ofereceu a imagem que se encontra no interior da Casa, da senhora que ofereceu as toalhas para o altar e o agente fúnebre que tem zelado pelo embelezamento do espaço”, frisou.
O autarca aproveitou para lançar o desafio à Câmara Municipal e ao presidente Bernardino Vasconcelos para “apoiar a Junta de S. Romão a recuperar o edifÃcio da Quinta de S. Romão e todo o espaço envolvente, de forma a aproveitar este espaço para criar uma área de lazer”. O autarca relembrou que a Junta de Freguesia não tem sede e que “este imóvel poderia servir para albergar os serviços da autarquia”.
Presente na cerimónia esteve também o ex-pároco de S. Romão do Coronado Lucindo Silva que parabenizou o executivo da junta e da Câmara pela concretização desta obra, há muito necessária e que era uma grande lacuna desta freguesia”, realçando ainda que ele próprio acabou por ter um papel determinante para o inicio das obras. O Padre relembrou que “em determinada altura deste processo tive que lançar algumas crÃticas para que o projecto fosse desbloqueado mas agora, ao ver esta obra pronta, chego à conclusão que valeu a pena”, frisou. Lucindo Santos relembrou que “em parte esta obra se deve ao facto de o presidente da Junta ser um grandessÃssimo teimoso e não desistiu até conseguir colocar de pé esta casa”, concluiu.
Bernardino Vasconcelos respondeu estar “satisfeito com a inauguração deste novo equipamento” garantindo que “as pretensões do presidente da junta são legÃtimas e estamos já a trabalhar para que o edifÃcio e todo o espaço envolvente sejam requalificados transformando-o em espaço de lazer”, garantiu o autarca.
Vasconcelos relembrou “já fizemos outros investimentos na freguesia e fomos, há bem pouco tempo criticados por investir nas freguesias limÃtrofes e não no centro da cidade”, frisou o autarca.
“Fazer a segunda fase do saneamento aqui na freguesia na zona do Seixinho e a requalificação do espaço envolvente à quinta de S. Romão” são para o edil as grandes prioridades, concluiu o presidente.

14 de Março de 2008 at 12:58
Quando eu morrer, não fico à espera de Casas (ou capelas) Mortuárias, mas que me enterrem, seja lá onde for, para que o meu cadáver não fique a cheirar mal nem contaminar as pessoas vivas.
Muito simples! Não acham?! Para mim, chega.
15 de Março de 2008 at 10:37
Não fiquem a pensar que eu não tenho ESPERANÇA na RESSURREIÇÃO, mas desvalorizo a morte, como está escrito em:
http://www.paroquias.org/biblia/index.php?c=Rm+6,23
Rm 6, 23 É que o salário do pecado é a morte; ao passo que o dom gratuito que vem de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus, Senhor nosso.
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Quanto à esperança na ressurreição lembro (1ª CORINTIOS 15)
http://www.paroquias.org/biblia/index.php?c=1+Cor+15
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Ainda vou mais longe: MUITA GENTE IGNORA:
Que a BÃblia diz um mistério: «Nem todos morreremos … mas seremos transformados»: os mortos ressuscitam primeiro e ambos vivos e mortos seremos transformados:
http://www.paroquias.org/biblia/index.php?c=1+Cor+15,51-52
Isto acontecerá nos chamados «ÚLTIMOS DIAS».
Bem aventurados dias: esses os últimos. Eu queria estar ainda vivo, quando chegassem esses últimos dias: «de esperança» para uns, como eu, e de angústia para outros.
http://www.paroquias.org/biblia/index.php?c=2+Ts+2,7-14
http://www.paroquias.org/biblia/index.php?c=2+Cor+4,1-6
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Como podem verificar pelo que escrevi e texto Biblicos que podem consultar, a minha fé e esperança não são vãs enquanto viver neste mundo, pois quando chegar o que é perfeito irão acabar.
Sim, o AMOR (Agape) durará para sempre, porque é perfeito:
(1ª Corintios cap 13)
http://www.paroquias.org/biblia/index.php?c=1+Cor+13
16 de Março de 2008 at 3:11
Uma casa mortuária muito linda.
Parabéns!
17 de Março de 2008 at 4:15
É certo que o morto [o corpo] não necessita da capela mortuária mas também é preciso o acolhimento daqueles que sofrem a perda, os vivos
Por vezes as perdas são inesperadas, desconcertantes e mesmo muito dolorosas e estar num sitio acolhedor, com condições para acompanhar nestes ultimos momentos (de preferência em oração) também são importantes para encontros com Deus pois no fundo é isso que se trata: propiciar momentos de oração/ de intercessão por quem parte e momentos de consolo para quem fica…
Uma capela mortuária não é uma sala de espera para um enterro, qual morgue de hospital, assim como velar o corpo deveria ser muito mais que passar horas junto a um morto por vezes pensando em tudo ou até conversando com as pessoas que ali estão sobre tudo que mais parece um café
Desculpem-me se fui inconveniente mas nalguns velórios em que estive, se o morto se levantasse e fosse embora, a maior parte dos presentes nem daria por nada tão distraÃdos que estavam na conversa.
Assim também posso dizer: precisará um morto [corpo] de companhia de vivos? Para quê? Já não vive!
No fundo é aqui que se faz a distinção entre a razão e a fé e onde certas práticas encontram o seu sentido. Sem a fé, não passam de rituais sem sentido.
Paz e bem a quem passar por aqui!
Desejo-vos uma boa passagem entre o memorial da Paixão e Morte do Senhor e o acolhimento da Boa Nova da Ressurreição em vossas vidas, num fundo, uma Santa Páscoa bem vivida
18 de Março de 2008 at 12:44
Daqui fala o morto ….
Mas que coisa … É tudo uma hipocrisia …